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No trecho “Logo que meti mais dentro a faca do raciocínio achei-lhe um miolo gaiato, fino, e até profundo.”, ocorre uma figura de linguagem conhecida como
eufemismo
metáfora.
prosopopeia ou personificação.
comparação.
ironia.
É uma figura de linguagem que consiste na união de termos que expressam diferentes percepções sensoriais:
Eufemismo.
Prosopopeia.
Metáfora.
Sinestesia.
Hipérbato.
Texto para questão 30.
“Eros e Psique”
Conta a lenda que dormia Uma Princesa encantada A quem só despertaria Um Infante, que viria Do além do muro da estrada.
Ele tinha que, tentado, Vencer o mal e o bem, Antes que, já libertado, Deixasse o caminho errado Por o que à Princesa vem.
A Princesa adormecida, Se espera, dormindo espera. Sonha em morte a sua vida, E orna-lhe a fronte esquecida, Verde, uma grinalda de hera.
Longe o Infante, esforçado, Sem saber que intuito tem, Rompe o caminho fadado. Ele dela é ignorado. Ela para ele é ninguém.
Mas cada um cumpre o Destino – Ela dormindo encantada, Ele buscando-a sem tino Pelo processo divino Que faz existir a estrada.
E, se bem que seja obscuro Tudo pela estrada fora, E falso, ele vem seguro, E, vencendo estrada e muro, Chega onde em sono ela mora.
E, inda tonto do que houvera, À cabeça, em maresia, Ergue a mão , e encontra hera, E vê que ele mesmo era A Princesa que dormia. (Fernando Pessoa)
O poema, na sua última estrofe, traz uma situação conflituosa com um desfecho surpreendente, expresso no seguinte verso: “E vê que ele mesmo era”. Analisando a afirmação é possível afirmar que se constitui em uma figura de linguagem, denominada:
Personificação.
Antítese.
Paradoxo.
Eufemismo.
Metonímia.
A repetição da frase: "O brasileiro não lê" - em parágrafos do texto - comprova o uso da figura de linguagem denominada:
Eufemismo.
Pleonasmo.
Metonímia.
Anáfora.
Hipérbole.
Em Quando a manhã se levanta (l.5), tem-se qual figura de linguagem?
Metáfora.
Personificação.
Ironia.
Eufemismo.
Hipérbole.
Em Murmura a brisa: - Como é linda a veiga! (l.19), tem-se qual figura de linguagem?
Ironia.
Metáfora.
Personificação.
Eufemismo.
Hipérbole.
Na passagem “Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos.”, a parte destacada apresenta a figura de linguagem:
antítese;
personificação;
metáfora;
eufemismo;
paradoxo.
Referente às figuras de linguagem e considerando a interpretação do texto, em Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível. (l. 35- 36) tem-se uma figura denominada:
Hipérbole.
Comparação.
Ironia.
Eufemismo.
Anáfora.
Considere as seguintes orações:
I. O mar possui uma malicia que tranquiliza.
II. Para se viver do amor, há que se esquecer o amor.
III. Hoje ela já chorou, hoje ela já sorriu, hoje ela já cantou, falando do amor.
IV. Ela gritou tão alto no seu quarto que até o anjo da guarda ouviu.
Sobre as orações acima, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
(___) Na oração I, encontra-se a figura de linguagem Metáfora.
(___) Nas quatros orações encontram-se a figura de linguagem Personificação.
(___) Na oração II, encontra-se a figura de linguagem Eufemismo.
(___) Na oração III, encontra-se a figura de linguagem Anáfora.
(___) Na oração IV, encontra-se a figura de linguagem Hipérbole.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
V, F, V, F, V.
F, F, F, F, F.
F, V, F, V, F.
V, F, F, V, F.
F, F, F, V, V.
A repetição da oração: "Optei pelo silêncio" exemplifica uso da figura de linguagem denominada:
Metonímia.
Eufemismo.
Anáfora.
Silepse.
O narrador recorre a um eufemismo no seguinte trecho:
os veículos paravam à revelia dos condutores (2o parágrafo)
o mordomo se suicidara com uma foto (3o parágrafo)
Os espelhos pasmavam diante de seu rosto (1o parágrafo)
um dia cerrou os olhos para sempre (4o parágrafo)
partiu-se em mil estilhaços (1o parágrafo)

Todas as frases abaixo apresentam recursos estilísticos. Aquela que fez utilização de um EUFEMISMO é:
Existem pessoas que buscam enriquecer por meios ilícitos.
A noite é um manto negro bordado com pedras preciosas.
Entre o amor e o ódio estão as relações humanas.
A mim não me enganas tu.
Assinale a alternativa que defina, corretamente, a figura de linguagem associada como recurso estilístico na oração "O outro lado da moeda é que esse poder todo, sem cuidado, pode significar o fim do ser humano".
Repetição de letras no início ou final das palavras.
Omissão de termos subentendidos facilmente.
Quebra a estrutura sintática do enunciado.
Suavização de expressões chocantes.
Nas últimas orações do trecho selecionado – “é um dom, é uma graça, é um selo divino” –, o autor adota propositalmente uma repetição de termos, o que caracteriza uma figura de linguagem. Marque a alternativa que indica essa figura de linguagem.
Anáfora.
Eufemismo.
Ironia.
Metonímia.

Todas as frases abaixo apresentam recursos estilísticos. Aquela que fez utilização de um EUFEMISMO é:
Existem pessoas que buscam enriquecer por meios ilícitos.
A noite é um manto negro bordado com pedras preciosas.
Entre o amor e o ódio estão as relações humanas.
A mim não me enganas tu.
Em A minha vida é um vendaval (l. 32), tem-se qual figura de linguagem?
Ironia.
Metáfora.
Eufemismo.
Hipérbole.
Hipérbato.
Assinale a alternativa em que a autora usa o eufemismo como recurso de expressão.
“O Solaris não nasce para todos.” (Parágrafo 8º)
“Para a mosca azul não há antídoto nem vacina.” (Parágrafo 6º)
“Dilma não convive com a sinceridade.” (Parágrafo 5º)
“Dilma também já se esqueceu de muitas canetadas [...].” (Parágrafo 5º)
O eufemismo como figura de linguagem se encontra na opção:
[...] uma moça que escondia como um crime certa feia cicatriz de queimadura que tinha no corpo.
Falava daquilo com mal disfarçado orgulho, como se ter coração defeituoso fosse uma distinção aristocrática [...].
Este senhor, por exemplo, que nos explica, abundantemente, ser vítima de divertículos (excrescências em forma de apêndice que apareceram no seu duodeno).
Não sendo por isso, quem tem um sopro no coração se gaba dele como de falar japonês.
De um tísico, por exemplo, se dizia que estava “fraco do peito”; e talvez tal reserva nascesse do medo do contágio, que todo mundo tinha.
No enunciado Os dois bonitos e os dois feios, título de uma crônica de Rachel de Queiroz, observa-se a configuração de uma operação semântica denominada
sinonímia.
metonímia.
eufemismo.
metáfora.
antonímia.