Questões de Concurso sobre Figuras de palavras

 
 
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Assinale a alternativa que apresenta o recurso que consiste em realizar uma metáfora com outros campos semânticos.


A

definição de conceito-chave


B

alusão histórica


C

analogia


D

citação


E

ambientação

Dada a frase: “Essa prova foi um balde de água fria”. Assinale a alternativa correta com relação a figura de linguagem que foi usada:


A

Metáfora


B

Antítese


C

Pleonasmo


D

Barbarismo

Assinale a alternativa CORRETA com relação à classificação da figura de linguagem presente na expressão em destaque no excerto a seguir: “A Noite é uma enorme Esfinge de granito negro [...]”


(QUINTANA, 2005 apud AZEREDO, 2013, p. 484)


A

Metonímia.


B

Metáfora.


C

Catacrese.


D

Antonomásia.

"Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia ENVAIDECIDA ao saber que era a flor mais linda do jardim."



Considerando-se o par de palavras envaidecida / vangloriada , é CORRETO afirmar que se trata de exemplo de:


A

Paronímia


B

Homonímia.


C

Antonímia.


D

Sinonímia.

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem que aparece no trecho destacado da frase abaixo.


Consegui comprar essa casa graças ao meu suor.


A

Comparação


B

Metáfora


C

Metonímia


D

Catacrese

Na faculdade os alunos desenvolveram um papo cabeça. A frase acima apresenta a seguinte figura de linguagem :


A

Sinestesia.


B

Metonímia.


C

Hipérbole.


D

Zeugma.

Considerando o trecho “Como quem prepara um almoço de domingo [...]” (linha 7), o elemento que o autor compara metaforicamente a “um almoço de domingo” é


A

a produção de conteúdo.


B

a velocidade do dia a dia.


C

a quantidade de publicações.


D

o conjunto de regras impostas.


E

a multiplicação dos posts.

A frase abaixo em que ocorre uma metáfora acompanhada de sua explicação é:


A

O mundo é um livro e aquele que não viaja lê apenas uma página.


B

Fantasia é um troço que o cara tira no Carnaval.


C

A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.


D

Um bar é um lugar onde a loucura é vendida em garrafas.


E

O whisky é o melhor amigo do homem, ele é o cachorro engarrafado.

Em relação ao excerto “Mas como são esses processos de pensamento? Por que, afinal de contas, temos a habilidade de pensar metaforicamente?”, assinale a alternativa correta.


A

“Mas” expressa uma relação de contraste entre as duas perguntas.


B

A expressão “afinal de contas” está inadequada. A forma adequada é “ao final das contas”.


C

As perguntas são feitas com vistas ao recebimento de uma resposta dos leitores.


D

“Metaforicamente” modifica o verbo “pensar”


E

Não é possível identificar o sujeito do verbo “temos”.

A repetição da oração: "Optei pelo silêncio" exemplifica uso da figura de linguagem denominada:


A

Silepse.


B

Anáfora.


C

Metonímia.


D

Eufemismo.

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

http://www.paulomatheus.com/2012/08/30-tirinhas-hagar.html Acessado em 28/02/2021


Considerando o contexto de interação linguística da charge acima, entre Helga e Hagar, pode-se afirmar que o recurso estilístico, ou figura de linguagem, utilizado por Hagar em sua resposta à esposa é


A

Oximoro.


B

Silepse.


C

Catacrese.


D

Ironia.

É possível identificar no poema o emprego de expressões metafóricas na produção de sentidos que refletem a intencionalidade textual proposta. Em relação à assertiva anterior, é correto afirmar que:


A

A forma do poema é apontada como uma característica fundamental para a percepção da poesia e da linguagem metafórica.


B

O último verso do poema é construído a partir do uso de uma figura de linguagem que indica a relação entre poesia e subjetividade.


C

As comparações feitas entre o trem e o pêndulo dos relógios demonstram o emprego da metáfora pelo poeta com o propósito de explicar conceitos referentes à prosa.


D

A referência à sonoridade no poema como o uso da “rima” indica a necessidade de que a linguagem poética tenha um sentido metafórico, distinto da linguagem empregada na prosa.

Acerca da conceituação da metáfora, a discussão proposta no terceiro parágrafo formula uma:


A

generalização da ideia


B

relação de causa e efeito


C

divergência entre autores


D

narrativa individual

O caso da borboleta


"Ninguém nasce borboleta", pensou Breno. Depois disse baixinho: "A borboleta é um presente do tempo". Lá fora, ela, a borboleta, não pensava nada disso. Ocupava-se em voar pela noite de árvore em árvore. Era azul e sem dúvida um dia havia sido lagarta. Breno tem nove anos e é uma criança, a lagarta é como se fosse uma borboleta criança, mas quando Breno for adulto vira homem e não borboleta, e homens não voam. Sonho de Breno é voar, seja como piloto de avião ou jogador de futebol. Como borboleta, Breno nunca chegou a pensar, tem nove anos, mas sabe que é menino e não lagarta. A avó de Breno sempre diz: "Lagarta queima o dedinho e come planta, mas vira borboleta. Ninguém nasce borboleta". Agora o menino pensa e olha a borboleta na janela. "De manhã vi um monte de buraquinhos nas folhas"; explicaram a ele: "É coisa de lagarta". Os buracos nas acerolas e goiabas eram coisa dos passarinhos. Isso ninguém precisou explicar, porque ele sempre viu os passarinhos indo bicar as frutas, menos o beija-flor, que só ia bicar a água no copo de flor pendurado na goiabeira. "O que será que borboleta come? Será que beija-flor só bebe água? "Pensou muito nisso e sentiu fome. Saiu em direção à cozinha.

A avó cochilava de frente para a novela das sete. Justamente aquela durante a qual ela mais gostava de cochilar. Breno sabia disso e não quis acordá-la pra pedir comida. Na cozinha a janela estava aberta. Era uma janela enorme e dava de frente pro quintal da casa. Algumas vezes Breno ouviu gente falando como era engraçado aquela janela na cozinha. A avó sempre explicava que, antes de cozinha, ali havia sido quarto, e por isso a tal janela. Breno achava normal. Desde que tem lembrança, ali é cozinha e tem janela e ele adora. Enquanto sua avó faz o almoço, ele olha para o mundo. O azar é daqueles que não têm janela na cozinha. Breno decidiu que a melhor coisa pra comer naquele momento era biscoito. "Tomara que tenha. Se não tiver, seria muito bom comer uns ovos."Sabe como fazer: é só acender o fogo apertando o botão, colocar a frigideira em cima do fogo, quebrar o ovo em cima da frigideira e ficar mexendo com o garfo. Agora que já tem nove anos nem precisa mais de cadeira pra mexer no fogão. Abre a geladeira e tem três ovos. Fecha a geladeira e vai procurar o biscoito. Entra uma borboleta na cozinha. É maior e mais bonita que a outra. Parece desesperada, bate nas paredes uma a uma até ficar presa pela porta encostada. Breno vai até a porta e a puxa para que saia, de lá voa direto pro outro lado da cozinha, onde ficam a janela e o fogão. Breno acompanha com o olhar e espera que consiga sair logo pela janela. Em cima do fogão tem uma panela destampada cheia de óleo (no almoço teve batata frita), a borboleta voa na direção do fogão e, assim que chega em cima da panela, cai no óleo como se tivesse sido atraída pra lá igual quando Breno atrai moedas com seu ímã.

Ele correu pra ver a borboleta, ela nadava pelo óleo lentamente. Quis tirá-la de lá, mas nunca colocou a mão no óleo antes. Só queima se estiver de fogo aceso, tinha quase certeza. Correu até o papel-toalha e tirou a borboleta de dentro da panela. Olhou-a com atenção: toda coberta de óleo. Todas as partes do seu corpo de inseto. As asas pingavam óleo pela cozinha. Agora tinha certeza: só queimava se tivesse ligado o fogo. A borboleta se mexia muito. Tratou de colocá-la em cima da janela. Pegou o biscoito e foi para o quarto. Começou a comer, era de chocolate e era bom.

Ainda assim, não conseguia esquecer a borboleta nadando no óleo. Seu corpo inteiro afundado no óleo. Logo começou a imaginar como seria se fosse ele, mergulhado no óleo numa panela gigante que cabe criança. Imaginou seu cabelo cheio de óleo, seus olhos, ouvidos, nariz, boca. Comia o biscoito e imaginava. Lambeu o dedo que havia colocado na panela pra imaginar melhor seu corpo no óleo. Não gostava de imaginar, mas não conseguia evitar. Era igual cheirar a mão quando está fedendo, ou alguma coisa assim. Lambeu, e o gosto era péssimo. Muito pior que o gosto do biscoito de chocolate. Lembrou de sua avó que dizia que o pozinho da borboleta, se batesse no olho, deixava cego. Ficou com medo de passar mal. O dedo que lambeu, além de óleo devia ter o tal pozinho. Correu até a cozinha para ver a borboleta. Estava dura, morta. Teve pena e quis enterrar. Decidiu que a borboleta seria seu bicho preferido, caso não passasse mal por conta daquela lambidinha no dedo. Precisava avisar a avó pra não fritar mais batata naquela panela. Enquanto não amanhecia, deixaria a borboleta na janela da cozinha. No caminho de volta pro quarto viu que a avó ainda cochilava. Deitou na cama, sua cabeça realizou os últimos mergulhos no óleo.

Começou a pensar apenas em não passar mal por conta do pozinho da borboleta. Ninguém nasce borboleta. Sentiu medo e uns trecos no estômago, se apavorou achando que era consequência do pozinho que cega quando cai no olho, e depois dormiu.


(FONTE: Geovani Martins. O sol na cabeça. São Paulo: Companhia das Letras, 2018)


Contos são gêneros literários e, como tal, é comum que a linguagem, neles, invista em figuras de estilo. Assinale a alternativa que comprova essa afirmação, apresentando uma figura de pensamento chamada comparação:


A

"Era igual cheirar a mão quando está fedendo, ou alguma coisa assim."


B

"Agora o menino pensa e olha a borboleta na janela."


C

"Ele correu pra ver a borboleta, ela nadava pelo óleo lentamente."


D

"Enquanto não amanhecia, deixaria a borboleta na janela da cozinha."


E

"Só queima se estiver de fogo aceso, tinha quase certeza."

Na linha 32, temos a ocorrência da palavra “Tic-Tac”. Assinale a alternativa que corresponde à figura de linguagem que a originou.


A

Metáfora.


B

Onomatopeia.


C

Personificação.


D

Eufemismo.


E

Metonímia.

Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou (F) falso:


(__)Os versos: "e sorrir e cantar e brincar e dançar / e vestir-se com todas as cores / e entregar-se a todos os amores" exemplificam uso da figura de linguagem denominada: Polissíndeto.

(__)A repetição da letra "s" em vários versos do texto, exemplifica uso da figura de linguagem denominada: Aliteração.

(__)Os termos: "cantar", "cores", "sabores" associam sensações, caracterizando uso da figura de linguagem denominada: Sinestesia.

(__)A crase usada em: "mais um convite à luta" - é imposta pela regência nominal.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:


A

V, V, V, V.


B

F, V, V, F.


C

V, V, F, V.


D

F, V, F, F.


E

V, F, V, F.

Leia a frases a seguir.


A __________ é uma figura de linguagem que consiste na substituição de uma palavra por outra em razão de haver entre elas uma relação de interdependência, de inclusão ou de implicação.


Marque a opção que preenche CORRETAMENTE a lacuna.


A

comparação.


B

metáfora.


C

metonímia.


D

antítese.


E

paradoxo.

Assinalar a alternativa em que ocorre metáfora:


A

A vida é uma colcha de retalhos.


B

O tique-taque do relógio irritava-o.


C

A pele da moça era lisa como a seda.


D

O corredor era veloz como um puma.

   
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