Questões de Concurso sobre Figuras e Vícios de Linguagem

 
 
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Observe a charge abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

Essa charge se apoia no seguinte tipo de linguagem figurada:


A
ironia;

B
comparação;

C
pleonasmo;

D
eufemismo;

E
personificação.

No trecho "e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória", observa-se um eufemismo da ideia de morte. Tal figura de linguagem está relacionada semanticamente à ideia expressa pelos vocábulos


A

santa / anjo.


B

vizinhos / janela.


C

vizinhos / parentes.


D

apanhando / sangrando.

A metonímia é uma figura de linguagem na qual ocorre o emprego de um nome por outro em virtude de haver entre eles algum relacionamento. Assinale a alternativa na qual ocorre uso dessa figura de linguagem:

A
O infeliz pôs termo à vida tragicamente.

B
“No Brasil, convencionou-se que o carioca e o baiano são carnavalizadores” (Afonso de Sant’Ana).

C
“Era incapaz de apropriar-se do alheio” (José Américo).

D
Um doce aperto de mão indicava que a mãe o desculpara.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:<http://saladebatepapoprofaolga.blogspot.com.br/2013/08/>. Acesso em: 31 maio 2016.


Considerando que a imagem remete à lembrança da composição musical do grupo Ultraje a Rigor, intitulada “Inútil”, identifica-se nessa imagem uma


A

elipse pronominal.


B

silepse de gênero.


C

silepse de número.


D

assonância marcada em /a/ e /o/.


E

metáfora de “gente” e “inutilidade”.

A expressão destacada em “LIA A GENTE como se fosse um livro.” é um exemplo de um recurso expressivo, denominado:


A
eufemismo.

B
metonímia.

C
sinestesia.

D
catacrese.

E
pleonasmo.

Do lado do oriente, o horizonte se cartãopostalizava clássico [...]


ANDRADE, Mário de. Táxis e crônicas no diário nacional. Belo Horizonte: Itatiaia, 2005, p. 219.



Tendo em vista que “oriente” é o lado do horizonte em que o sol nasce, dadas as afirmativas,


I. A intenção do escritor foi somente mostrar que a palavra “cartãopostalizava” é uma forma do verbo “cartãopostalizar”.

II. O autor empregou uma metáfora para fazer referência à beleza e ao encantamento do dia que estava nascendo.

III. Ao usar um neologismo, o escritor pretendeu dizer que a paisagem era tão bonita que se assemelhava às belas fotos que comumente são usadas nos cartões postais.


verifica-se que está(ão) correta(s)


A

I, apenas.


B

III, apenas.


C

I e II, apenas.


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.

Considerando-se, no contexto do texto lido, o trecho Nossa mão esquerda não sabe não quer saber o que faz a direita, é correto afirmar que, nele, a autora se utiliza de


A

linguagem figurada para mostrar que não aplicamos os conhecimentos conquistados pelas ciências sociais.


B

um recurso metonímico para ilustrar a falta de integração dos dois lados do cérebro humano.


C

uma paráfrase bíblica para apresentar a cisão do comportamento humano entre o Bem e o Mal.


D

recurso da personificação para destacar a importância do trabalho com as mãos para a evolução da humanidade.

A perífrase é uma figura de linguagem por meio da qual se cria um torneio de palavras a fim de expressar uma ideia. Essa figura está presente em:

A
O orgulhoso Favila não consentira que o menos nobre gardingo pusesse tão alto a mira dos seus desejos.

B
Depois de mil provas de um afeto imenso, de uma paixão ardente, o moço guerreiro vira submergir todas as suas esperanças.

C
Desventurado, o seu coração de fogo queimou-lhe o viço da existência ao despertar dos sonhos do amor que o tinham embalado.

D
... foi procurar abrigo e consolações aos pés d’Aquele cujos braços estão sempre abertos para receber o desgraçado que neles vai buscar o derradeiro refúgio.

E
Era esta a herança dos miseráveis, que ele sabia não escassearem na quase solitária e meia arruinada Carteia.

“Nesse instante, por exemplo, o fotógrafo da natureza, no sozinho da sua alma, poderá dizer: ‘Translúcida inspiração, eu a vejo em brilho com seu sorriso pintado em azul.” O excerto possui uma figura de linguagem denominada


A

catacrese.


B

apóstrofe.


C

polissíndeto.


D

paronomásia.

A frase em que a redundância está ausente é:


A

“Ninguém jamais se afogou em seu próprio suor”. (Ann Landers);


B

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. (Chico Xavier);


C

“Espero que sua vida seja tão inteira como duas metades”. (anônimo);


D

“Todos os funcionários receberam um prêmio adicional extra por seu desempenho”. (Cartaz em lanchonete);


E

“Os cemitérios estão cheios de gente insubstituível”. (Charles De Gaulle).

Em "O apagão vai dividir as vidas, de novo, em dias e noites" há uma figura de linguagem denominada:


A

antítese.


B

metáfora.


C

hipérbole.


D

eufemismo.


E

pleonasmo.

Nesse texto, observa-se que os responsáveis pelo ato de vandalismo são renomeados: “William Shakespeare e seus atores”; “Shakespeare e os homens de sua companhia”; “Shakespeare, seus atores e amigos”; “o dramaturgo e seus cúmplices”.

Entende-se que, nesse caso, a progressão textual (KOCK, 1994) se dá por recorrência de


A
nominalizações.

B
paráfrases.

C
hiperônimos.

D
marcadores de situação.

E
marcadores conversacionais.

Nas frases abaixo, coloque 1 para a frase que contém metáfora e 2 para a frase que contém metonímia.


( ) Sua boca é um cadeado.

( ) A vida é um grande jogo.

( ) Trabalhava ao piano, não só Mozart como ainda os estudos de Chopin.

( ) A fé remove montanhas.

( ) As chaminés serão substituídas pelo verde.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.


A

1 • 1 • 2 • 2 • 2


B

1 • 2 • 1 • 1 • 1


C

2 • 1 • 1 • 1 • 2


D

2 • 2 • 1 • 1 • 1


E

2 • 2 • 1 • 2 • 2

Assinale a alternativa que corresponde a uma metáfora:

A
Agulha não tem cabeça.

B
Papel subalterno.

C
Vestido da bela dama.

D
Professor de melancolia.

O locutor pode indicar diferentes pontos de vista em uma asserção, atribuindo sua responsabilidade a outro enunciador. Para isso, pode utilizar-se da negação, de marcadores de pressuposição, do emprego de verbos que indiquem mudança ou permanência de estado, de certos operadores argumentativos, do futuro do pretérito com valor de metáfora temporal.

Essa definição de KOCH, BENTES e CAVALCANTE (2008) corresponde ao conceito de


A
polifonia.

B
intertextualidade temática.

C
intertextualidade tipológica.

D
intertextualidade explícita.

E
intertextualidade implícita.
“As luas de Londres... Ah, Jayme Ovalle, Manuel Bandeira! A lua de Londres era quadrada!” (5º§) O excerto anterior é um exemplo de figura de linguagem denominada

A
perífrase.

B
catacrese.

C
anacoluto.

D
apóstrofe.

A primeira estrofe da canção que serve de tema para a novela “A Regra do Jogo” diz: “O Sol há de brilhar mais uma vez / A luz há de chegar aos corações / Do mal será queimada a semente / O amor será eterno novamente.” (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares)


Observa-se, neste trecho, a presença da seguinte figura de linguagem:


A

metáfora.


B

catacrese.


C

pleonasmo.


D

eufemismo.


E

onomatopeia.

Assinale a opção que indica a frase que apresenta uma metáfora cuja comparação está explicada.

A
“Não gosto nem um pouco do campo; é uma espécie de sepultura saudável”.

B
“A casa de um homem é o seu castelo, assim como a esposa é sua rainha”.

C
“Uma casa é uma máquina de morar, ou um esconderijo conveniente”.

D
"O ciúme é um latido que atrai os ladrões”.

E
“Um marido é um emplastro que cura todos os males das moças”.
Assinale a alternativa que apresenta objeto direto pleonástico:

A
Preciso de seu abraço.

B
Cumpri com minhas obrigações.

C
Meu carro, não o empresto a ninguém.

D
Esta é a mulher a quem sempre amei.

"E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano". A expressão em itálico é chamada de:


A
Hipérbato.

B
Onomatopeia.

C
Zeugma.

D
Anacoluto.
   
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