Questões de Concurso sobre Figuras e Vícios de Linguagem

 
 
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Ao recorrer às expressões “andar de cima”, “andar de baixo” (parágrafo 2) para conferir maior visibilidade a uma oposição observável no grande edifício social, o autor explora a seguinte figura de linguagem:

A
comparação.

B
metáfora.

C
metonímia.

D
hipérbole.

E
pleonasmo.
No trecho “... eu tinha uma gata (gata mesmo, não é metáfora) em cada telhado desta cidade, e olhe que não são poucos os telhados por aqui.” (3º§), conclui-se que metáfora é

A
dizer o contrário do que se pretende ou satirizar.

B
o uso de dois termos que se contrastam entre si.

C
usar um termo no lugar de outro, havendo entre ambos uma estreita afinidade.

D
atribuir ações ou qualidades de seres animados a seres inanimados, ou características humanas a seres não humanos.

E
empregar palavras com um sentido que não é próprio do dicionário, estabelecendo uma relação de sentido entre duas palavras que designam coisas ou fatos diversos.

Há a presença de antítese em todas as alternativas, EXCETO:


A

A globalização da informação pode conduzir à desinformação.


B

[...] paira no ar a “aeticidade” em que se discutem os padrões éticos.


C

urge estancar o processo de destruição dos valores éticos na administração pública.


D

[...] avaliando as que se sintonizam com seus valores e rejeitando e se opondo às que deles se afastam.

Uma companhia aérea lançou o seguinte slogan: “Às vezes, um pouquinho a mais faz muita diferença”. (Veja, set. 2012). A figura de linguagem presente nesse slogan é


A

Eufemismo.


B

Antítese.


C

Ironia.


D

Hipérbole.

Marque a alternativa CORRETA. Há zeugma na seguinte assertiva:

A
Minha mãe trabalha numa empresa particular; eu, na pública.

B
Uma pessoa torpe, uma criatura limitada, um grão de pó perdido no universo, eis o que Roberto é.

C
Na escuridão da madrugada, corria gente de todos os lados, e atiravam.

D
Esses escravos que se viram libertos, não penso nada contra eles, mas não servem para nós.
Em “... bati-a com força, ninguém lá dentro tugiu nem mugiu.” (5º§), a palavra sublinhada retoma, por um recurso anafórico, o termo

A
porta.

B
palma.

C
pensão.

D
casa cercada.

E
aldraba de ferro.

Assinale a alternativa que indica a figura de linguagem que predomina nos versos abaixo.

Entre o bem e o mal a linha é tênue, meu bem

Entre o amor e o ódio a linha é tênue também


A

Ironia


B

Eufemismo


C

Antítese


D

Metonímia

No 2º balãozinho, na fala de Helga, existe a seguinte figura de linguagem:

A
Pleonasmo.

B
Anacoluto.

C
Ironia.

D
Onomatopeia.

E
Gradação.

Ao afirmar “Sou uma dinossaura gaúcha” (3º parágrafo), a autora usa a palavra “dinossaura” com sentido diferente daquele que lhe é próprio, por meio de uma


A

ironia.


B

antítese.


C

metáfora.


D

metonímia.


E

personificação.

O pleonasmo, como vício de linguagem, consiste em uma repetição desnecessária de elementos na frase. Assinale a alternativa em que isso ocorre.


A

A garota sentou-se junto ao avô.


B

A decisão ficará a seu critério pessoal.


C

Amanheceu, o dia estava ensolarado.


D

Abusou da liberdade e foi castigado.


E

Os pais de Bia continuam morando em Belo Horizonte.

Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado possui valor anafórico.


A

“[...] eu NÃO deveria confessar isso [...]”


B

“Um deles chegou a ME passar um telegrama [...]”


C

“MAS não é desanimador saber uma coisa dessas?”


D

“Por que exigir ESSAS coisas dos candidatos aos nossos cargos públicos?”


E

“Isto EU sei por acaso [...]”

Em relação à linguagem empregada no texto, assinale a opção correta.


A

Há elipse do termo “rios” na construção “para os mais caudalosos” (l.16).


B

Os autores do texto usaram a ironia ao empregar a palavra “funil” (l.19).


C

Observa-se o emprego da figura de linguagem denominada personificação na expressão “água que cai com a chuva” (l.19).


D

Predomina, no texto, a linguagem conotativa.

Em cada um dos pensamentos a seguir a primeira ocorrência de um vocábulo foi destacada. Esses elementos foram repetidos no decorrer do texto de forma variada.

Assinale a alternativa em que o processo de repetição está incorretamente identificado.


A

“Arte é o único trabalho aberto a pessoas que não se relacionam bem com outras e ainda querem ser especiais”. (Alasdair Gray) / pronome.


B

“Pênalti é uma coisa tão importante que quem deveria bater a penalidade é o presidente do clube”. (Neném Prancha) / sinônimo.


C

“Nós estamos aqui na Terra para sermos bons para os outros. Já por que os outros estão neste planeta, eu não sei”.(W. H. Auden) / hiperônimo


D

“Que tua mão ajude o voo, mas que ela jamais se atreva a tomar o lugar das asas”. (D. Hélder Câmara) / metáfora


E

“O modo mais seguro de fazer a vida agradável é tornar essa dádiva de Deus agradável aos demais”. (Albert Guinon) / expressão nominal.

No trecho “Foi essa geração de empregos a maior promotora da redução da desigualdade, com integração de dezenas de milhões de pessoas à classe média e encolhimento da classe E.” (9º§), o autor lança mão de uma figura de linguagem para construir sua proposição. Que figura é essa?


A

Ironia.


B

Antítese.


C

Metáfora.


D

Metonímia.


E

Eufemismo.

Marque a alternativa CORRETA em que a oração apresenta um vício de linguagem


A

Quando olhei para Teresa vi aquele batom chamativo na boca dela.


B

Teresa vestia um penhoar azul e sorria da minha ousadia


C

Bons ventos o levem!


D

Partir-lhe-ia o coração se partíssemos.

Assinale a alternativa cuja frase emprega expressões com sentido figurado.


A

... de vez em quando os cotovelos se esbarram, ...


B

Por fim, os peixes na travessa, ...


C

O silêncio ... atravessa a cozinha como um rio profundo.


D

... ele fala coisas como “este foi difícil”.


E

... ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.

O autor desenvolve sua tese com frases carregadas de ironia. Dentre as opções abaixo, identifique o trecho em que se observa claramente essa figura de linguagem.

A
“O próprio ser humano trata de perder volume, não por razões estéticas ou de saúde, mas para poder caber no mundo.”

B
“No Japão, onde muita gente convive há anos com pouco lugar, o espaço é sagrado”.

C
“É que o espaço é a suprema deferência japonesa.”

D
“Nosso futuro é a aglomeração urbana e as sociedades se dividem entre as que se preparam – conscientemente ou não – para um mundo desigual e apertado e as que confiam que as cidadelas resistirão às hordas sem espaço.”

E
“Surpreende a extensão dos jardins do palácio imperial no centro de Tóquio, uma cidade onde nem milionário costuma ter mais de dois quartos [...]”
   
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