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A palavra reforçar (linha 2) está mal flexionada, constituindo- se como um problema de
metáfora.
metonímia.
concordância.
solecismo.
regência.
A metáfora do fogo é um lugar – comum da lírica amorosa. Marque a opção em que há um conhecido verso e seu autor, que utiliza essa mesma metáfora.
“Que não seja imortal, posto que é chama” – Vinicius de Moraes;
“Este inferno de amar – como eu amo!” – Almeida Garrett;
“Eu durmo e vivo ao sol como um cigano” – Álvares de Azevedo;
“Amo o teu viço agreste e o teu aroma” – Olavo Bilac;
“Amor é fogo que arde sem se ver” – Camões.
Metáfora é uma figura de linguagem que consiste no emprego de uma palavra fora do seu sentido normal, por efeito de analogia. Assinale a alternativa que contém uma metáfora:
“A mim não me causava medo nenhum.” (3º§)
“... o mundo era delas, o cometa era para elas...” (2º§)
“Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas.” (3º§)
“Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados?” (3º§)
“... o mundo não se acabou, talvez tenha ficado um pouco triste...” (4º§)
Prosopopeia é uma figura de linguagem que consiste na atribuição de qualidades e sentimentos humanos a seres irracionais e inanimados. Assinale a alternativa que contém um exemplo de prosopopeia:
“Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas...” (2º§)
“Tudo isso saberemos e muito mais dos que cabe enumerar numa crônica.” (7º§)
“Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa.” (3º§)
“... insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.”(10º§)
“Aquilo que até então não me interessara nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso.” (3º§)
A metáfora da pedra, ou da penha, como no texto, também é um lugar – comum utilizado na linguagem cotidiana: “coração de pedra”. Porque o sujeito lírico diz que morre “girando uma penha endurecida”?
Porque a mulher amada não corresponde ao seu amor
Porque a mulher amada lhe corresponde o seu amor
Porque a situação do amante é de extrema felicidade
Porque a mulher amada é o símbolo da felicidade
Porque o amante consegue realizar seu amor
Em “uma amizade que a vida não explica” existe:
antítese
zeugma
assíndeto
anáfora
prosopopéia.
O termo “diferentes”, conforme é empregado no último período do texto, não pode ser considerado vício de linguagem, mas sim recurso expressivo ativado pelos autores.
As imagens acima representam respectivamente um '"santinho político"' e um '"santinho religioso"'. A metáfora está associada a uma delas, a saber:
ao '"santinho religioso"', porque, assim como o político, o santo não tem poderes para atender as promessas solicitadas.
ao '"santinho político"', pois caso o candidato seja eleito poderá atender as promessas feitas assim como o santo o faz.
ao '"santinho religioso"', pois todo candidato tem um santo protetor.
ao '"santinho político"', porque o político assume a função do santo como alguém capaz de fazer 'milagres' diante das promessas feitas em benefício daquele que solicita.
As duas imagens acima exibem uma contradição, o que nos permite dizer que o:
antagonismo, depreendido aí, expõe, por um lado, o discurso quanto à ineficiência do voto, é quase um apelo para que não se vote; e, por outro, o compromisso do voto ao exibir a foto com o dedo a confirmar a escolha, como uma espécie de chamamento ao compromisso de votar.
discernimento se dá devido ao fato de vivermos em um país cujo voto é obrigatório, o que leva o cidadão brasileiro a votar conscientemente, consolidando o compromisso de escolha garantido pelo regime republicano que vigora e se consolida por meio de práticas democráticas.
voto, seja ele secreto ou não, possibilita ao cidadão preservar seu direito de escolha, consolidando a democracia.
vulto sem rosto ou o dedo sem corpo em nada interfere no direito sagrado ao voto em um país democrático.
No trecho "e o restante para aquisição de trens, implantação dos sistemas necessários, medidas socioambientais e outras" (l.14-16), há elipse de "será destinado" após o vocábulo "restante".
No fragmento "Pequena história, significando não sei bem o quê" identifica-se a presença de
metáfora.
hipérbole.
metonímia.
ironia.
antítese.
O Texto I é uma matéria jornalística. Entretanto, emprega na sua estrutura construções que revelam um teor expressivo por meio do uso de figuras de linguagem, trocadilhos e ambiguidades. A passagem que NÃO serve de exemplo para essa afirmação é
“Mas agora, em São Paulo, fumar virou um inferno.” (l. 2-3)
“bares terão de aposentar seus cinzeiros;” (l. 7)
“É para deixar qualquer um sem fôlego.” (l. 16-17)
“Em Nova York, já é proibido fumar em lugares fechados, desde 2003.” (l. 29-30)
“A brasa do tabagismo está-se apagando mundo afora.” (l. 43)
As aspas utilizadas nas linhas 8 e 15 servem para realçar o uso metafórico ou figurado da linguagem, conferindo-lhe também, pelo exagero, um valor de ironia.
O autor se expressa através de uma linguagem figurada na seguinte passagem:
“É o nosso computador que tem de ser mais veloz e, portanto, mais potente.” (l. 5-6)
“Plantas que começam a produzir frutos em questão de semanas.” (l. 8-9)
“É certo que desejo e amor são partes constitutivas do humano,” (l. 26-27)
"A festa natalina, por exemplo, significa o nascimento da esperança em Jesus ...” (l. 41-43)
“... que penaliza a nossa capacidade de contemplar, de observar e de degustar com prazer o sabor do instante.” (l. 47-49)
"Na nossa inevitável subordinação ao passado, nós nos emancipamos, ao menos no sentido de que, embora permanecendo condenados a conhecê-lo exclusivamente com base em seus rastros, conseguimos, todavia, saber bem mais a seu respeito do que ele resolvera nos dar a conhecer".
Ao desenvolver suas ideias no período acima, o autor
adotou o tempo e modo presentes na forma verbal resolvera porque considerou eventual o fato expresso.
utilizou a expressão no sentido de com o mesmo valor observável na frase "No sentido de ajudá-lo, propus ampliar o prazo do contrato".
cometeu um deslize quanto ao padrão culto escrito, que exige o emprego de uma vírgula depois da palavra respeito.
se valeu de uma proposição paradoxal ("Na nossa inevitável subordinação ao passado, nós nos emancipamos...") e, na argumentação, minimizou a contradição entre as ideias que a constituem.
empregou o pronome "o" (em conhecê-lo) porque se referia a passado; se estivesse se referindo a uma pessoa, o padrão culto escrito exigiria o "lhe" ("conhecer- lhe").
Marque a alternativa que NÃO apresenta vício de linguagem:
Não haverão greves e não faltará os alimentos essenciais.
Certos redatores cobrem a língua portuguesa de estranhos vícios que desconsertam a nós, brasileiros, considerados artesões da palavra e da habilidade verbal.
Revoltarão-se se for violado o direito de o consumidor dispor de todas as informações necessárias para a realização do negócio.
Quando Camilo Castelo Branco quis diminuir os méritos do romântico Fagundes Varela apontando-lhe erros de sintaxe (Camilo esperava, v.g., que ele escrevesse "havia brisas e passarinhos..."), Carlos de Laet começou a escavar solecismos do autor de Amor de Perdição.
Ouvimo-los dizer "vamos se ver um dia desses".
Subentende-se a omissão dos termos "tem gerado" antes de "ampliação" (l.9).
Acerca das estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
A supressão das vírgulas altera o sentido do trecho "o valor de suas casas, que serviam de garantia para os empréstimos, teria de continuar subindo indefinidamente" (l.12-13).
A substituição de "teria" (l.13) por teriam não altera o sentido nem a adequação gramatical do trecho "o valor de suas casas, que serviam de garantia para os empréstimos, teria de continuar subindo indefinidamente" (l.12-13).
No trecho "culpe os pobres, por terem aspirações além de seu status," (l.16), o uso de culpe-se no lugar de "culpe" manteria a correção gramatical do período.
No trecho "culpe os bancos e os corretores hipotecários que ofereceram crédito barato sem considerar a qualidade de sua garantia — e sem considerar os riscos de longo prazo enfrentados pelos tomadores de empréstimo" (l.19-22), a conjunção "e" empregada após o travessão ordena temporalmente as duas orações introduzidas por "sem", indicando que a não consideração da qualidade da garantia antecede a não consideração dos riscos de longo prazo.
Entre os vícios de linguagem, encontram-se a cacofonia, o barbarismo e o solecismo. Assinale a alternativa que contém exemplo de cacofonia.
Pouco se me dá(l. 01)
Por Deus! (I. 03)
o apelido era untado (I. 10)
Lá vai o Languiça (1.11)
as tais regras do Mercado (I. 18)