Questões de Concurso sobre Figuras e Vícios de Linguagem

 
 
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Em: “Com o poder de entrar não só dentro das casas, como dentro de seus próprios moradores, condicionando gostos, preferências e sensações [...]” (parágrafo 6), para enfatizar seu ponto de vista, o autor recorre à seguinte figura de linguagem:

A
pleonasmo.

B
anacoluto.

C
hipérbole.

D
eufemismo.

E
elipse.
O título do texto “Direito e avesso” constitui um exemplo de figura de linguagem denominada

A
antítese.

B
catacrese.

C
hipérbole.

D
anacoluto.

E
metonímia.

De acordo com os sentidos do texto, depreende-se que a “suprema descoberta” (l.35) de Pascal é uma metáfora para razão e submissão, o que está evidenciado naquilo que Pascal impõe: “ficar quietinho no quarto” (l.36).


C
Certo

E
Errado
“Estava eu sozinho no Café Severino, num fim de tarde desta indecisa e chuvosa primavera.” (1º parágrafo)

Nessa frase, a palavra que atribui características humanas a seres inanimados é

A
sozinho.

B
Severino.

C
fim.

D
indecisa.

E
chuvosa.
Em, “As chuvas trouxeram alívio para as pitangueiras...” o emprego de 'trouxeram alívio', referindo-se à chuva, pode ser caracterizado como figura de linguagem denominada prosopopeia, porque:

A
há associação, na própria expressão, de sensações percebidas por diferentes órgãos de sentido.

B
na falta de uma palavra específica para designar a emoção, usou-se outra a partir de semelhança conceitual.

C
atribui características humanas a um ser inanimado.

D
há desejo de enfatizar uma ideia desnecessária à construção da frase.

E
é uma linguagem centrada no exagero e que, ao mesmo tempo, atenua a ideia original.

Embora apresente algumas metáforas, o texto se constrói com base em outra figura de linguagem. Assinale-a.


A

Hipérbole.


B

Antítese.


C

Prosopopeia


D

Eufemismo.


E

Metonímia.

Pleonasmo é uma figura de linguagem que tem como marca a repetição de palavras ou expressões, aparentemente desnecessárias, para enfatizar uma ideia. No entanto, alguns pleonasmos são considerados “vícios de linguagem” por informarem uma obviedade e não desempenharem função expressiva no enunciado. Considerando esta afirmação, assinale a alternativa que possui exemplo de pleonasmo vicioso.


A

“(...) E então abriu a torneira: a água espalhou-se (...)”


B

“(...)O jeito era ir comprarumpão na padaria. (...)”


C

“(...) Matá-la, não ia; não, não faria isso. (...)”


D

“(...) Traíra é duro de morrer, nunca vi um peixe assim. (...)”


E

“(...) Tirou para fora os outros peixes: lambaris, chorões, piaus; (...)”

Assinale a alternativa na qual NÃO haja o emprego de linguagem figurada.


A

“nenhum deles tende a dar certo na segunda temporada” (l. 06).


B

“E há detritos que vão se acumulando a cada separação” (l. 11 e 12).


C

“Pensam estar retomando o fio rompido da própria existência” (l. 17 e 18).


D

“Ou estamos acostumados ao amor sem reservas do parceiro que mandamos andar” (l. 26 e 27).


E

“Quem sabe agora é para sempre?” (l. 35 e 36).

“O pedido era estranho, mas ninguém podia negar. O tio Ricardote ainda teve a lucidez de inquirir”. Na composição desse período, o escritor emprega uma figura de linguagem denominada:


A

catacrese.


B

sinestesia


C

anacoluto.


D

eufemismo.


E

ironia.

Assinale dentre os trechos, o que apresenta uma linguagem figurada.


A

“Há um oceano imensurável entre o americano Steve Jobs e o canadense Justin Bieber.”


B

“Ví um grau de comoção bem semelhante entre os seguidores de um e de outro...”


C

“Uma de suas limitações é mais comum do que se imagina no mundo moderno...”


D

“Quem não se comove com histórias de superação como essas?”


E

“Tanto Jobs quanto Bieber sofreram adversidades na vida.”

Vícios de linguagem são desvios das normas gramaticais. Identifique a sequência em que aparecem, respectivamente, exemplos de cacófato; ambiguidade; barbarismo; redundância (pleonasmo vicioso):


A

o porco do caseiro fugiu; ele tem fé demais; meu adevogado é bom; João está com hepatite do fígado;


B

comeu frango e o cachorro também; havia dado dinheiro a ele; labaredas de fogo crepitavam;a casa era decorada com luxúria;


C

na vez passada também foi assim; a vaca da Maria é gorda; o pessoal avisaram do acidente; saiu correndo pra fora;


D

tirei o doce da boca dela; o embrulho era pequeno e leviano; a viúva do falecido Onofre é pobre; socorreram a mula da vizinha;


E

põe aqui sua rúbrica; entre já para dentro; Joana foi com Pedro em seu carro; fiscal confisca gado roubado.

A mesma figura de linguagem que se encontra no enunciado “Por ele, ponho os pés e as mãos no fogo. Nós nos conhecemos há muitos anos...” também se encontra em


A

“Se o que move o mundo são as perguntas, por que se pratica tanta corrupção, para entender que ser honesto, leal, competente é bom para o país?”


B

“Não é suficiente ser honesto, é preciso agir e comportar como honestos.”


C

“As varreduras nos gabinetes, oficialmente, são conduzidas mediante uma solicitação de algum parlamentar. Na atual legislatura, foram realizadas trinta operações desse tipo.”


D

“O Estado brasileiro, durante toda a sua existência, só se deparou com mazelas e danos, incluindo os prejuízos provocados pelas administrações incompetentes e desonestas.”


E

“O grande problema dos tribunais de contas reside no fato de que a grande maioria dos conselheiros é indicada pelos chefes do Poder Executivo e pelos parlamentos, ou seja, é coisa de compadre, do tipo ‘eu te indico e você me julga! ’”

Leia a oração abaixo.


Depois de muito sofrimento, ele finalmente descansou.


Assinale a alternativa que apresenta a mesma figura de linguagem da oração acima.


A

A chave do problema foi encontrada.


B

Machucou a batata da perna ao fazer um movimento brusco.


C

Quando ouviu a explosão, saiu para fora do apartamento, boquiaberto.


D

Aquela mulher é desprovida de beleza.


E

Meu filho quase morreu de estudar.

Assinale a alternativa que apresenta uma Anáfora:


A

É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um caco de vidro, é a vida, é o sol É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol (Elis Regina)


B

E, aqui dentro, o silêncio... E este espanto! E este medo! Nós dois... e, entre nós dois, implacável e forte. (Olavo Bilac)


C

E eu morrendo! E eu morrendo, Vendo-te, e vendo o sol, e vendo o céu, e vendo . (Olavo Bilac)


D

Mão gentil, mas cruel, mas traiçoeira. (Alberto de Oliveira)


E

Essas criadas de hoje não se pode confiar nelas. (Anibal Machado)

O escritor Mário Quintana, na frase da questão anterior, prefere, nessa frase, a linguagem coloquial à culta; a marca mais clara dessa preferência é:


A

a elipse da palavra “coisa” após “outra” e “terceira”.


B

a utilização da palavra “coisa” em lugar de outra mais específica.


C

o emprego de “a gente” em lugar de “nós”.


D

o uso de “uma coisa” em lugar de “numa coisa”.


E

a presença de “isso” em referência a termos anteriores.

Do mesmo grupo da metonímia, a hipálage é uma figura de linguagem que se baseia na transposição de sentidos, criando um desajuste entre a função gramatical e a função lógica das palavras. É o que ocorre na seguinte frase de jornal:

A
Castelo em estilo medieval que era igreja pode virar hotel em Ubatuba.

B
Jornalismo preguiçoso caracteriza imprensa curitibana.

C
Ao menos 120 praias no País estão sendo engolidas com o avanço do mar.

D
Equipes de resgate recuperam caixa-preta de avião que caiu na Indonésia.

E
Maldonado é o primeiro venezuelano a vencer na Fórmula 1.
Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais são que dinheiro com prazo de validade e restrições de onde pode ser gasto. (L. 36-39) No trecho anterior, o pronome destacado, em relação ao texto, exerce papel

A
pleonástico.

B
dêitico.

C
catafórico.

D
anafórico.
   
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