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Na cidade de Nasu, os turistas são _______________ . Eles normalmente vão _______________ montanhas vulcânicas e ______________ “a pedra da morte”. No sábado, os visitantes que chegaram _____________ local encontraram essa famosa rocha partida em dois pedaços. Agora muitos receiam _____________ alguma “força maligna” tenha escapado de lá.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
bem vindos ... à ... vêem ... ao ... que
bem vindos ... a ... veem ... no ... de que
bem-vindos ... às ... vêem ... no ... de que
bem-vindos ... as ... veem ... no ... que
bem-vindos ... às ... veem ... ao ... que
Referente ao excerto “[...] não tinha nem uma bandinha de remédio para dormir. Assisti até programa de vendas [...]”, assinale a alternativa correta.
A regência do verbo “assisti” está de acordo com a norma padrão do português.
O termo “até” indica um limite espacial, como em “Caminhei até o supermercado”.
Se a expressão “nem uma bandinha de remédio” fosse substituída por “remédios”, o verbo “tinha” teria de ser flexionado no plural (tinham).
A expressão “de vendas” fornece uma característica ao substantivo “programa”, especificando-o.
A expressão “nem uma bandinha” atua como um quantificador, indicando que tinha muito remédio para dormir.
Seria mantida a correção gramatical do último período do segundo parágrafo caso a forma verbal “era” fosse flexionada no plural — eram —, dada a possibilidade de concordância verbal com a expressão de porcentagem que aparece logo em seguida.
Certo
Errado
Para responder às questões de números 03 a 06, considere a seguinte passagem do último parágrafo:
... aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…
Assinale a alternativa em que o verbo “convir” está conjugado de acordo com a norma-padrão.
Não faça críticas, salvo se convir fazê-las.
O escritor afirmou que talvez conviesse não fazer escândalo.
Os dados expostos no parecer não conviram para a tomada de decisão.
Só fecharão negócio se nós convirmos no pagamento à vista.
As mudanças só ocorrerão quando todos convirem no projeto.
Estaria garantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “perderam” (linha 2) estivesse flexionada na terceira pessoa do singular, concordando com o termo “população” (linha 1).
Certo
Errado
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto CG1A1, assinale a opção correta.
A inserção do sinal indicativo de crase em “as suas informações” (terceiro período do primeiro parágrafo) manteria a correção gramatical e o sentido original do texto, uma vez que seu emprego é facultativo.
A flexão no plural da forma verbal “se associaram” (terceiro período do terceiro parágrafo) decorre da concordância com o sujeito “usuários da internet”, no mesmo período.
A oração “onde as máquinas estão presentes” (terceiro período do primeiro parágrafo) qualifica e restringe o termo “espaços”, no mesmo período.
A supressão de vírgula logo após “Internet” (primeiro período do quarto parágrafo) manteria o sentido original e a correção gramatical do texto.
No terceiro período do primeiro parágrafo, a vírgula empregada logo após “simplesmente” poderia ser retirada, sem prejuízo da coesão e da correção gramatical do texto, uma vez que, no contexto dado, seu uso é facultativo.
João Branco: O que aprendemos com o Homem-Aranha sobre trabalho
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A história de Peter Parker com seu novo uniforme, que tem mais ferramentas que o parasita, é um alerta para o desequilíbrio no trabalho.
João Branco 18 de março de 2022
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Você recebeu uma proposta de trabalho. Vai continuar fazendo o mesmo tipo de função que sabe fazer, mas de uma nova forma: com ferramentas mais modernas e novos recursos que prometem aumentar muito a sua produtividade. Nessa nova vaga seria possível causar um impacto ainda maior, gerar mais resultados e, provavelmente, ter uma sensação maior de realização no seu emprego. Parece muito interessante. Se essa história fosse um filme, como você acha que seria o final?
Roteiristas profissionais sabem que um dos ingredientes mais importantes para uma bilheteria de sucesso é a criação de uma sensação de “eu me vejo nessa história” no público. As relações familiares da série “This is us”, as tramas da novela “Avenida Brasil” ou o desafio de criar uma criança cheia de energia do desenho “Masha e o Urso” são bons exemplos de roteiros que conseguem retratar situações que nos representam, ainda que através de personagens totalmente diferentes de nós. Repare que isso acontece em toda história que chamou a sua atenção. Existe muito mais esforço do que você imagina na criação de peças de comunicação, shows, entretenimento e até propagandas. Todos estão tentando, o tempo todo, criar um vínculo especial com você. E fazem isso intencionalmente mostrando um Bart Simpson que tenha um toque de rebeldia que talvez você gostaria de extravasar. Ou colocando na rainha Elsa, do filme Frozen, um peso de “responsabilidade” parecido com o que você sente no dia a dia.
É nesse contexto que os filmes recentes do Homem-Aranha me chamaram a atenção. Peter Parker descobriu um uniforme novo, uma versão preta, que traz vários benefícios. A nova versão é mais resistente e consegue se regenerar sozinha se for rasgada. Também produz a própria teia, economizando tempo com os fluidos e lançadores. Isso sem falar que esse novo uniforme é capaz de se transformar em qualquer roupa. É como a primeira situação desse texto. O personagem encontrou uma forma muito mais produtiva de realizar o seu trabalho. Parece legal, não? Mas a realidade foi bem diferente. Depois que virou o Homem-Aranha com a roupa preta, Peter ficou estafado. O tempo todo. Seu trabalho já era cansativo, mas agora estava muito pior. Algo mudou. E com o tempo ele descobriu que o uniforme tinha “vida própria”. À noite, mesmo dormindo, a roupa o fazia sair pela janela lançando teias por aí. E não o deixava descansar. Na ficção eles perceberam que a sua ferramenta de trabalho era um simbionte, uma espécie de parasita que começou a tomar controle sobre a pessoa.
Vamos tirar todo o efeito Hollywood dessa história por um instante? Estamos falando de uma situação em que alguém se sente “aprisionado” pelo seu emprego. Alguém que está muito cansado, que não se sente mais no controle. Parece que o trabalho tem os seus próprios propósitos e que nós estamos apenas seguindo o que ele nos manda fazer como se fôssemos zumbis. Essa metáfora não estaria em um longa-metragem da Marvel se não gerasse identificação em muita gente. E leva a uma reflexão importante: é você que tem o seu trabalho ou é o seu trabalho que tem você?
Trabalhar é algo necessário e ser produtivo traz sentimentos de satisfação. Buscar ferramentas e recursos que nos tornem mais eficientes pode dar um turbo positivo nisso tudo. Mas existe um limite onde a nossa atividade profissional deixa de ser algo que nos serve para se transformar em algo que recebeu uma prioridade maior do que deveria. Esse limite se percebe pelo cansaço excessivo, pelo desequilíbrio com as outras áreas da vida e pela sensação de piloto automático. E isso pode acontecer até mesmo em quem tem um trabalho tão importante quanto o de um super-herói.
Como está a sua relação com a sua carreira? É o seu emprego que está decidindo se você deve ou não ficar casado? É o trabalho que define se você pode ter filhos? É a sua profissão que te “obriga” a tomar remédios antidepressivos? Talvez você esteja usando o uniforme mais “moderno” do Peter Parker.
Para ajudar a “salvar o mundo” ou fazer qualquer outro tipo de trabalho bem-feito, primeiro é preciso estar bem. Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades. Mas não deixe que venha também uma grande dor de cabeça maior do que você pode suportar.
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João Branco é CMO do McDonald’s.
linkedin.com/in/falajoaobranco / Instagram @falajoaobranco
BRANCO, João. O que aprendemos com o Homem-Aranha
sobre trabalho? Forbes Brasil, 18 de março de 2022.
Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/colunas/2022/03/joao-branco-o-que-
aprendemos-com-o-homem-aranha-sobre-trabalho/.
Na sentença “Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades.” (último parágrafo), o verbo vir recebe o acento, pois está conjugado
no plural, por concordar com “grandes poderes”.
no singular, por concordar com “grandes poderes”.
no plural, por concordar com “grandes responsabilidades”.
no singular, por concordar com “grandes responsabilidades”.
no singular, por concordar com “poderes” e com “responsabilidades”.
O verbo em negrito deve ser flexionado em uma forma do plural caso o trecho sublinhado seja substituído pelo que se encontra entre parênteses em:
A essa altura (Nesses momentos), entretanto, já não podia permitir a mim mesmo (7o parágrafo)
O tiro de misericórdia teria liquidado uma gambá (duas gambás) (7o parágrafo)
a mim que nada (coisas imaginárias) lhe fiz (4o parágrafo)
Senti meu valor (meus valores) desfalecer. (5o parágrafo)
Veio-me um frio ruim (sensações ruins) à espinha (7o parágrafo)
“Pessoas fazem parte de grupos diferentes, que às vezes se sobrepõem. Desenvolvemos modelos em que os indivíduos mudam suas opiniões ou migram de grupo baseados em interações com outras pessoas.”
O verbo sobrepor está flexionado na 3º pessoa do plural para concordar com o substantivo:
grupos
pessoas
modelos
indivíduos
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para integrar corretamente a frase:
Mais que os esquemas fixos dos programas de TV (atrair) as crianças o espetáculo da lareira.
Sempre (haver), por conta dos poderes do fogo, as metáforas que o fazem representar nossas paixões
Não (convir) aos espectadores do fogo fixar-se demoradamente em suas luzes que podem enceguecê-los.
No fogo (convergir), como espetáculo que é, as propriedades do brilho físico e as do estatuto metafórico.
Aos múltiplos apelos do fogo (atender) nosso olhar aberto para o eterno espetáculo que suas chamas constituem.
No texto, o autor sinaliza que a expressão “Filho, silêncio” não é uma ordem, mas um pedido. Se for alterada a proposta da frase para uma ordem, utilizando a segunda pessoa do singular, o verbo silenciar estará corretamente empregado em:
silencia
silencie
silenciai
silencieis
Todas as formas verbais estão corretas, na 2ª pessoa do plural, em:
comerás, comeste, comes, partiste, partirás;
partistes, comestes, falaste, falais, partis;
comeste, comerás, partirás, parti, partes;
falas, falarás, comes, comeste, partiste.
No trecho ‘Ao atender um telefone dentro de um teatro’ (linha 23), o vocábulo ‘atender’ poderia ser corretamente flexionado no plural — atenderem —, mantendo‐se a coerência e os sentidos do texto.
Certo
Errado
Qual oração corresponde a este trecho do texto “Não se preocupe se estiver acostumada a uma vida caótica” (l. 20 e 21), colocando-se os seus termos no plural de acordo com as regras das flexões verbal e nominal?
Não te preocupes se estiveres acostumadas a uma vida caótica.
Não se preocupem se estiverem acostumadas a uma vida caótica.
Não vos preocupeis se estiverdes acostumadas a uma vida caótica.
Não nos preocupemos se estivermos acostumadas a uma vida caótica.
As frases a seguir apresentam verbos destacados em negrito no infinitivo, o que não combina com o enunciado. A partir dessa informação, assinale a alternativa em que o verbo deveria estar flexionado de acordo como se registra nos parênteses:
Enquanto estávamos no boteco, Simão nos entreter com seus poemas. (entreteu)
Até agora eles ter dirigido o comércio do pai com grande competência. (tem)
Quando ser jovens, não tínheis a preocupação de pensar em Deus. (éreis)
É possível que eles estar na rua, apesar do surto da epidemia. (estão)
Praticai o bem e conviver pacificamente com as pessoas. (convivam)
Assinale a alternativa que apresenta o verbo destacado no trecho "A gente deveria de ser assim..." na 1ª pessoa do plural do pretérito imperfeito do subjuntivo:
devíamos.
deveríamos.
devemos.
devêssemos.
"Amarram-se correntes às exigências da vida." A palavra em negrito (se) é um pronome apassivador. Nesse caso permitiu-se o plural do verbo concordando com o sujeito paciente "correntes". ASSINALE a alternativa em a frase não permite o verbo no plural pelo fato do “se” não estar como pronome apassivador, infringindo, assim, a norma culta.
Reparam-se portas.
Alugam-se bicicletas.
Discordaram-se das propostas.
Reduziram-se os preços da gasolina.
No predicado “é fator agravante” (linha 34), a flexão verbal na terceira pessoa do singular justifica-se pela concordância com o termo “acesso” (linha 33), que funciona sintaticamente como núcleo do sujeito da oração.
Certo
Errado
A flexão verbal na terceira pessoa do plural em “citam-se” (linha 2) justifica-se por ser o sujeito da oração composto de vários núcleos.
Certo
Errado
Quanto à flexão verbal, acerca do número e da pessoa, o verbo querem (I.3) se refere à:
1ª pessoa do singular.
2ª pessoa do singular.
1ª pessoa do plural.
2ª pessoa do plural.
3ª pessoa do plural.