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No excerto “(...) e se comprazia com sua índole intransigente de artista; (...)” (5º parágrafo), levando-se em consideração essa ocorrência textual, o vocábulo “SE” assume a função de um(a):
partícula expletiva;
parte integrante do verbo;
índice de indeterminação do sujeito;
conjunção subordinativa adverbial condicional;
pronome apassivador.
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
ÉTICA E CIDADANIA: elementos para uma reflexão
A ética é a casa do homem, diziam os primeiros filósofos gregos no século VI a. C.
Ética surge do grego ethos, que significa "modo de ser" ou "caráter". Para eles, o ethos agia e acolhia os indivíduos-cidadãos, aqueles responsáveis pelos destinos da polis (cidade). Nesta permanência, os homens sentiam-se em segurança. Isto significa que, vivendo de acordo com as leis, os cidadãos poderiam tornar a sociedade melhor e também encontrar nela seu cuidado.
O ethos reflete a palavra mos (moris) da língua latina, da qual se origina o termo moral. Ética e moral são, do ponto de vista etimológico, sinônimos. Todavia, hoje podemos assegurar uma diferença entre um e outro, porque a ética se estrutura como uma parte da filosofia que trata da moral ou da moralidade do ser humano. Isto é, a moral se apresenta nos dias de hoje como um objeto da ética.
Desde os gregos, a educação se caracteriza como um elemento fundamental para a constituição da sociabilidade. Dessa forma, a educação iria se estabelecer como um importante instrumento para o desenvolvimento moral da pessoa. Isto porque, na sociedade da polis, as virtudes que elucidam a perfeição moral dos responsáveis sociais poderiam ser transmitidas por meio dos ensinamentos. A educação estaria, pois, no suporte da organização do indivíduo bom e do cidadão exemplar.
A formação do cidadão em suas particularidades projeta também a formação do animal político, como dizia Aristóteles. A ética não apenas representa o equipamento fundamental para a instauração de um viver em conjunto, como serve de base à construção do espaço da política. Disso se entende que, para os gregos, ética e política são instâncias indissociáveis, realidades que se adicionam. A necessidade de cada homem respeitar os hábitos e os preceitos da sociedade revela a importância que a ética tem em suas vidas.
Nesta ocasião, observamos que os melhores filósofos gregos elaboraram o conceito conforme o qual nenhuma comunidade humana pode sobreviver sem o mínimo de regras e padrões de conduta, isto é, sem um código de norma. Tal regulamento recebe os ensinamentos que orientam a nossa ação e dizem como devemos nos comportar no mundo e, principalmente, agir em face do outro.
A moral trata, deste modo, da atitude do homem, da relação entre sua vontade e o compromisso de seguir uma diretriz, do que é o bem e de onde vem o mal, do que é certo e errado, da liberdade e da obrigação de cuidar do próximo. As regras morais mostram que nossas ações resultam em repercussões na coletividade, portanto, cada homem deve zelar por suas atitudes.
Como o homem é, ao mesmo tempo, natureza e liberdade, a ética auxiliaria para regular as vontades humanas e controlá-las por meio do uso da razão (logos). Ela surge quando o homem supera a sua natureza instintiva e se torna membro de uma coletividade controlada por leis racionais. Apesar disso os processos históricos constatam que tais leis mudam, quer dizer, a realidade moral.
Numa sociedade justa torna-se possível criar um clima de solidariedade e entendimento recíproco entre os indivíduos. Na medida em que a justiça deixa de ser praticada, os indivíduos ficam expostos à violência, à hostilidade e à guerra. A lei é, antes de qualquer coisa, um valor moral, isto é, um valor que diz respeito aos princípios morais. Estes nos ensinam que a justiça é a principal utilidade da vida em sociedade. A equidade não é algo que exclusivamente se pratica nos tribunais, nos juizados, nos fóruns judiciários, mas deve existir no dia a dia de todos nós. Praticar a lei significa favorecer a paz e respeitar as normas morais.
Assim sendo, não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz se não lutarmos para minimizar as injustiças sociais efetivas na nossa sociedade. A paz é, pois, peça da justiça. A lei é uma qualidade que deve ser praticada por todo sujeito moral. A ética e a cidadania são o caminho para a vida, indicado pela paz, pelo respeito mútuo, pela independência, pela justiça, pela tolerância, pela valorização do homem.
(meuartigo.brasilescola.uol.com.br/atualidades)
No trecho, no último parágrafo, “...não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz, se não lutarmos para minimizarmos as injustiças sociais...” os termos em destaques pertencem, respectivamente, às seguintes categorias gramaticais:
palavra expletiva/pronome apassivador.
palavra de realce/conjunção coordenada.
pronome apassivador/conjunção subordinada.
pronome integrante do verbo/pronome reflexivo.
Índice de indeterminação do sujeito/conjunção subordinada.
Analise as assertivas abaixo quanto às expressões presentes no texto.
I. logo que, à linha 7, apresenta um sentido de temporalidade.
II. A partícula se, à linha 30, configura-se como uma conjunção e expressa um valor de condição.
III. em que, à linha 2, poderia ser substituído por pelos quais, sem que houvesse alteração de sentido.
Das assertivas, está(ão) CORRETAS):
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II e III.
Assinale a alternativa em que o item em destaque indica que o sujeito da oração é indeterminado.
“[...] um fenômeno que tem se tornado crucial em nossa cultura [...]”.
“E, se o ataque verbal a alguém [...] é um fenômeno do poder [...]”.
“O ato de xingar até hoje é um ato político, por trás do qual se esconde todo tipo de moralismo.”.
“Enquanto a crítica visa desconstruir ou desmontar seu objeto [...], por meio do xingamento se visa alcançá-lo.”.
“Estudam-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos.”.
“se” (linha 12) por caso
A partícula “se” destacada a seguir, no contexto em que está inserida, exerce função de:
“O diretor e os professores cumprimentaram-se friamente.”
Parte integrante de verbos essencialmente pronominais.
Pronome reflexivo recíproco.
Pronome apassivador.
Partícula expletiva ou de realce.
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I – Na oração: “[...] e condenava-se a barbaridade que das guerras e do terrorismo resulta.”, o pronome “se” é classificado, na norma-padrão, como apassivador
PORQUE
II – o termo “a barbaridade”, posposto ao “se”, é objeto direto.
A respeito das asserções, é correto afirmar que
as duas são falsas.
a primeira é verdadeira, e a segunda é falsa.
a primeira é falsa, e a segunda é verdadeira.
as duas são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
Considere as seguintes ocorrências das palavras QUE e SE no texto:
I. Na linha 11, o SE é pronome reflexivo.
II. Na linha 18, o QUE é um pronome.
III. Na linha 26, o SE é parte integrante do verbo.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
Em “Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada.”, o termo destacado é
um pronome pessoal do caso oblíquo, usado para representar uma pessoa do discurso, no caso, o cortador de piadas.
uma conjunção condicional, já que introduz uma nova condição ao texto, nesse caso, o surgimento do cortador de piadas.
um pronome reflexivo, pois a ação do cortador de piada reflete na ação daquele que estava contando a anedota.
uma conjunção integrante, visto que, sem ela, não é possível unir as orações.
Assinale a alternativa em que o SE, no TEXTO I, não apresente classificação como pronome reflexivo ou parte integrante do verbo.
se falou (linha 8)
imolou-se (linha 1)
se concentraram (linha 3)
se multiplicavam (linha 17)
Considerando os usos do “se” no seguinte excerto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
“Por exemplo, se pessoas sentem que não são merecedoras de bondade ou suspeitam que há algum motivo por trás da bondade, os benefícios da gratidão não se realizarão.”
I. Nas duas ocorrências, o “se” é um pronome que integra o sentido do verbo.
II. Na primeira ocorrência, o “se” tem valor condicional.
III. Na segunda ocorrência, o “se” indica que a oração está na voz passiva.
IV. Nas duas ocorrências, servem para indeterminar os sujeitos verbais.
Apenas I e IV.
Apenas II e IV.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas I e III.
Em “Se fosse uma árvore, você nem teria notado”, a conjunção “se” liga orações estabelecendo entre elas uma ideia
proporcional.
comparativa.
consecutiva.
condicional.
Analise as afirmativas a seguir referentes a elementos responsáveis pela textualidade.
I- Em Mas compreendi, num lampejo: então é isso..., o elemento referencial destacado retoma o que foi citado no primeiro parágrafo, sintetizando-o.
II- No trecho O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar., o elemento referencial destacado retoma a palavra problema.
III- No trecho Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo., o operador argumentativo em destaque estabelece relação de causalidade.
IV- Em Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada., estabelece-se a coesão textual por meio da elipse.
V- No trecho Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas, mas sem demasiada sensatez., a substituição da conjunção mas pela conjunção contudo não alteraria o sentido do texto.
Está correto o que se afirma em
I, IV e V, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, II, III e V, apenas.
Quanto ao emprego do SE, a opção que NÃO atende à modalidade culta da língua portuguesa é:
Se o estilo reflete o homem, o idioma é o espelho da cultura de um povo.
Vive-se bem naquela cidade brasileira fronteiriça.
Guerras se faz com armas, e não com palavras.
Marina e Tania se arrependeram do que fizeram.
Vão-se os amores e ficam-se as dores.
Analise a colocação do pronome “se”, destacado no trecho “A notícia espalhou-se como um acontecimento improvável.”, e assinale a alternativa correta.
O pronome “se” poderia ser utilizado em posição proclítica, “A notícia se espalhou como um acontecimento improvável”, e a frase ainda estaria correta.
Se o verbo “espalhou” estivesse no futuro, “espalhará”, o pronome “se” deveria ser utilizado antes do verbo.
A utilização do pronome “se” após o verbo “espalhou” torna a frase informal.
Caso o pronome “se” fosse utilizado antes do verbo “espalhou”, a frase não atenderia às normas gramaticais.
O uso do pronome “se” após o verbo “espalhou” aproxima-se da fala comum do dia a dia, o que torna a frase inadequada.
Na Língua Portuguesa, a palavra “SE” pode pertencer a várias categorias gramaticais. Tal termo pode, por exemplo, funcionar como partícula apassivadora (ou pronome apassivador) quando, ligado a um verbo transitivo direto, torna a oração passiva. Considerando as informações apresentadas e seu conhecimento sobre o assunto, assinale a alternativa em que “SE” está funcionando como partícula apassivadora.
“No trabalho, percebe-se facilmente o efeito negativo dos aparelhinhos sobre a produtividade.”.
“De símbolo de status, transformaram-se rapidamente em bem de consumo obrigatório (...)”.
“(...) e faz com que todos se sintam como bombeiros sem equipamentos, (...)”.
“Não se trata de combater, tal qual luditas, a tecnologia.”.
“Obviamente, há muito que avançar na atenção à saúde, mas pode-se concluir que o SUS se tornou um patrimônio nacional.” (2º§) O trecho anteriormente destacado apresenta duas ocorrências da partícula “se” acerca das quais está correto o seguinte comentário:
Nas duas ocorrências o “se” pode ser classificado como palavra expletiva ou de realce.
Em “pode-se concluir”, o “se” tem a função de conjunção subordinativa; o mesmo não ocorre com o segundo “se”.
Nas duas ocorrências, o “se” pode ser classificado como substantivo por estar determinado na formação do período.
Em “O SUS se tornou um patrimônio nacional.”, o “se” é reconhecido como pronome oblíquo correspondente à pessoa gramatical do sujeito, o mesmo não ocorre com o primeiro “se”.
“Se não chamo de volta, até se ofendem.”. É correto afirmar sobre as palavras sublinhadas nessa frase:
A primeira é um pronome.
A segunda é uma conjunção.
A primeira é uma conjunção.
Ambas são pronomes.
No excerto “[...] se eu chego às 15:00, eu deveria poder ver TV até às 22:30 [...]”, a partícula ‘se’ indica uma relação sintática e semântica que se classifica como
concessiva.
reflexiva.
condicional.
consecutiva.
aditiva.
Na análise da frase: "Vendem-se ternos", há uma alternativa INCORRETA. Aponte-a:
"se" partícula apassivadora.
sujeito indeterminado.
agente da passiva indeterminado.
a frase é passiva pronominal.