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De acordo com a norma, o pronome sublinhado deve estar, obrigatoriamente, em próclise no enunciado
Quase todos eles mostravam garotas que pra alcançar o sucesso se submetiam a mudanças físicas e de comportamento (linhas 20 a 22).
Tiravam os óculos, o aparelho ortodôntico, mudavam as roupas, os cabelos e perdiam alguns quilos para se sentirem realizadas e felizes (linhas 22 a 24).
Você se reconstrói, se transforma e encontra aquele boy lindo dos sonhos, conquista o emprego desejado, se torna uma das pessoas mais populares do seu grupo (linhas 28 a 30).
Você se reconstrói, se transforma e encontra aquele boy lindo dos sonhos, conquista o emprego desejado, se torna uma das pessoas mais populares do seu grupo (linhas 28 a 30).
E eu sei que muitas das pessoas que lerão este texto também se sentem, sejam elas mulheres ou homens ou sem gênero (linhas 55 a 57).
A substituição de “quando” (linha 26) por se manteria a correção gramatical do texto e sua coerência.
Certo
Errado
No último parágrafo do texto, a partícula “se”, em “Fala-se já de bombas eletrônicas”, indica que o sujeito da oração é indeterminado.
Certo
Errado
Na oração “as cidades devem posicionar-se de forma diferente no novo milênio” (último período do texto), conclui-se do emprego do vocábulo “se” que a oração está na voz passiva, isto é, a locução “devem posicionar-se” é, sintática e semanticamente, equivalente a devem ser posicionadas.
Certo
Errado
Em relação ao item destacado em “[...] três colegas que se formaram em medicina [...]”, assinale a alternativa correta.
Ele não pode ser omitido sem que isso gere prejuízo sintático ou semântico ao excerto.
Trata-se de uma partícula apassivadora.
Trata-se de um pronome tônico.
Trata-se de um índice de indeterminação do sujeito.
Trata-se de um pronome que se refere à segunda pessoa do singular.
Observe o trecho:
“Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação se espalhará pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas.” (§5)
Assinale a opção que apresenta outra possibilidade de colocação do pronome oblíquo destacado no trecho, segundo as normas gramaticais vigentes.
Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação espalhará-se pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas.
Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação espalharás-se pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas.
Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação espalharasse pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas.
Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação espalhar-se-á pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas.
Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação espalha-se-á pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas.
São duas crises sociais que se alimentam... (L.26-27)
A posição do pronome no segmento acima se justifica porque
o verbo só admite a próclise.
na construção, a única opção é a mesóclise.
não há fator de ênclise.
a ênclise é inadequada na língua portuguesa.
o pronome relativo é fator de próclise.
Considere o trecho do 5o parágrafo do texto
... e depois o sorriso malandro e aliviado porque “ninguém” se zangou....
O vocábulo destacado foi empregado com a mesma função encontrada em:
Não me importa se ela foi demitida do trabalho.
Os garotos machucaram-se jogando bola.
Aprovou-se a nova legislação.
Se chegarmos atrasados não poderemos entrar.
Estou analisando se devo aceitar a proposta.
"Louve-se a insistência dos comerciantes..."
A partícula "se" destacada no fragmento tem igual classificação em:
compra-se ingresso para o jogo.
gosta-se muito de doces caseiros.
desconfia-se de pessoas arrogantes.
chegou-se ao extremo da situação.
Assinale a opção correta em relação a aspectos linguísticos do texto CG2A1-I.
No primeiro parágrafo, o emprego da partícula “se”, tanto em “que se entrelaçam” quanto em “Fala-se”, indica que o sujeito dessas orações é indeterminado.
No segmento “engloba valores inerentes ao ser humano” (primeiro parágrafo), o emprego da preposição a, em “ao”, justifica-se pela regência do verbo englobar.
Em “É possível” (terceiro parágrafo), a flexão tanto da forma verbal quanto do adjetivo no singular justifica-se pelo fato de o sujeito dessa oração ser a oração imediatamente subsequente.
A substituição da expressão “desde a Antiguidade” (penúltimo período do primeiro parágrafo) por à começar da Antiguidade não prejudicaria a correção gramatical do texto.
No segmento “mais ele se afasta de nós” (segundo período do terceiro parágrafo), o termo “mais” introduz uma oração coordenada de sentido adversativo.
Na sentença: “Compôs-se um novo poema parnasiano.” A palavra “se” desempenha qual função?
pronome reflexivo.
construção de voz passiva.
construção de sujeito indeterminado.
conjunção subordinativa condicional.
Retome a leitura desse fragmento: “Ansiando por se tornar independente, Franklin, quase sem dinheiro, mudou-se para a Filadelfia e logo encontrou um emprego como impressor”. A partir das definições apresentadas, assinale a alternativa que traz o uso correto do ‘se’ em destaque.
Pronome reflexivo recíproco como objeto direto: o “se” equivalerá a “um ao outro, uma à outra”.
O pronome “se” indica a reflexibilidade da ação: a ação recai sobre o sujeito, enunciado agora no pronome reflexivo “se”.
Parte integrante de verbos essencialmente pronominais: o “se” não apresentará função sintática.
Partícula expletiva ocorre como um elemento de realce. Neste caso, pode ser substituído por ‘tanto quanto’ sem prejuízo gramatical.
No primeiro parágrafo, o termo “Se”, no período “Se, na área ... caráter pejorativo.”, é empregado para mostrar aceitação, pelo autor do texto, dos significados atribuídos à palavra “manipular”.
Certo
Errado
Marque o que não se comprova no período: "As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se¹ o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se² comunicar dentro dos limites de sua idade".
Na expressão: "sua idade" - temos pronome dissílabo paroxítono concordando em gênero e número com o substantivo trissílabo paroxítono.
O "se¹" de número 1 enuncia ideia condicional, o "se²" é pronome oblíquo com função sintática de objeto direto.
A expressão: "souber raciocinar" exemplifica tempo composto formado por verbos de segunda conjugação.
As duas vírgulas iniciais separam oração reduzida de gerúndio entre o sujeito e o predicado.
No trecho: "se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade". - temos orações duas coordenadas assindéticas e uma coordenada sindética.
O segmento em análise apresenta três ocorrências de uso do termo “se”; quanto ao emprego em “se volta”, “se defender” e “torna-se” pode-se afirmar que:
São complementos verbais indiretos, já que todos são precedidos de preposição, obrigatoriamente.
Pertencem à mesma classe de palavras e sua função contribui para a construção da coerência textual.
Não é possível determinar com clareza o agente de cada ação que acompanha o termo “se” em destaque.
Por se tratar, em todos os casos, de palavra de realce, pode ser retirada da oração sem que haja qualquer prejuízo quanto ao sentido do fragmento.
Observe a função assumida pelo elemento “se” no trecho “É preciso estar atento às necessidades e às particularidades de cada situação, para que se possa responder à altura, de maneira rápida e eficiente”, e assinale a alternativa em que esse elemento assume tem a mesma função:
“É preciso um pensamento voltado para a economia de escala, capaz de dimensionar a estrutura de atendimento como se fosse uma esquadra naval...”
“A telemedicina tem se mostrado particularmente eficaz em cidades pequenas ou em regiões mais distantes do Brasil, onde é impossível ter a presença de todas as especialidades médicas.”
“Estruturas móveis já se mostraram excelente recurso em situações nas quais há aumento inesperado de casos, como no surto infeccioso provocado pelo coronavírus.”
“Se tudo correr como se anuncia, teremos à nossa disposição uma medicina mais moderna, mais acessível e mais eficaz.”
A partícula “que” destacada foi emprega como partícula expletiva ou de realce na seguinte alternativa:
“O padre atirou, mas parece que desta vez que errou o tiro.” (Mário Barreto)
Quê! Já são dez horas da noite!
Ainda há muito que fazer para levantar a casa.
Que felicidade tremenda sentia no peito o nosso personagem.
No excerto “(...) e se comprazia com sua índole intransigente de artista; (...)” (5º parágrafo), levando-se em consideração essa ocorrência textual, o vocábulo “SE” assume a função de um(a):
partícula expletiva;
parte integrante do verbo;
índice de indeterminação do sujeito;
conjunção subordinativa adverbial condicional;
pronome apassivador.
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
ÉTICA E CIDADANIA: elementos para uma reflexão
A ética é a casa do homem, diziam os primeiros filósofos gregos no século VI a. C.
Ética surge do grego ethos, que significa "modo de ser" ou "caráter". Para eles, o ethos agia e acolhia os indivíduos-cidadãos, aqueles responsáveis pelos destinos da polis (cidade). Nesta permanência, os homens sentiam-se em segurança. Isto significa que, vivendo de acordo com as leis, os cidadãos poderiam tornar a sociedade melhor e também encontrar nela seu cuidado.
O ethos reflete a palavra mos (moris) da língua latina, da qual se origina o termo moral. Ética e moral são, do ponto de vista etimológico, sinônimos. Todavia, hoje podemos assegurar uma diferença entre um e outro, porque a ética se estrutura como uma parte da filosofia que trata da moral ou da moralidade do ser humano. Isto é, a moral se apresenta nos dias de hoje como um objeto da ética.
Desde os gregos, a educação se caracteriza como um elemento fundamental para a constituição da sociabilidade. Dessa forma, a educação iria se estabelecer como um importante instrumento para o desenvolvimento moral da pessoa. Isto porque, na sociedade da polis, as virtudes que elucidam a perfeição moral dos responsáveis sociais poderiam ser transmitidas por meio dos ensinamentos. A educação estaria, pois, no suporte da organização do indivíduo bom e do cidadão exemplar.
A formação do cidadão em suas particularidades projeta também a formação do animal político, como dizia Aristóteles. A ética não apenas representa o equipamento fundamental para a instauração de um viver em conjunto, como serve de base à construção do espaço da política. Disso se entende que, para os gregos, ética e política são instâncias indissociáveis, realidades que se adicionam. A necessidade de cada homem respeitar os hábitos e os preceitos da sociedade revela a importância que a ética tem em suas vidas.
Nesta ocasião, observamos que os melhores filósofos gregos elaboraram o conceito conforme o qual nenhuma comunidade humana pode sobreviver sem o mínimo de regras e padrões de conduta, isto é, sem um código de norma. Tal regulamento recebe os ensinamentos que orientam a nossa ação e dizem como devemos nos comportar no mundo e, principalmente, agir em face do outro.
A moral trata, deste modo, da atitude do homem, da relação entre sua vontade e o compromisso de seguir uma diretriz, do que é o bem e de onde vem o mal, do que é certo e errado, da liberdade e da obrigação de cuidar do próximo. As regras morais mostram que nossas ações resultam em repercussões na coletividade, portanto, cada homem deve zelar por suas atitudes.
Como o homem é, ao mesmo tempo, natureza e liberdade, a ética auxiliaria para regular as vontades humanas e controlá-las por meio do uso da razão (logos). Ela surge quando o homem supera a sua natureza instintiva e se torna membro de uma coletividade controlada por leis racionais. Apesar disso os processos históricos constatam que tais leis mudam, quer dizer, a realidade moral.
Numa sociedade justa torna-se possível criar um clima de solidariedade e entendimento recíproco entre os indivíduos. Na medida em que a justiça deixa de ser praticada, os indivíduos ficam expostos à violência, à hostilidade e à guerra. A lei é, antes de qualquer coisa, um valor moral, isto é, um valor que diz respeito aos princípios morais. Estes nos ensinam que a justiça é a principal utilidade da vida em sociedade. A equidade não é algo que exclusivamente se pratica nos tribunais, nos juizados, nos fóruns judiciários, mas deve existir no dia a dia de todos nós. Praticar a lei significa favorecer a paz e respeitar as normas morais.
Assim sendo, não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz se não lutarmos para minimizar as injustiças sociais efetivas na nossa sociedade. A paz é, pois, peça da justiça. A lei é uma qualidade que deve ser praticada por todo sujeito moral. A ética e a cidadania são o caminho para a vida, indicado pela paz, pelo respeito mútuo, pela independência, pela justiça, pela tolerância, pela valorização do homem.
(meuartigo.brasilescola.uol.com.br/atualidades)
No trecho, no último parágrafo, “...não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz, se não lutarmos para minimizarmos as injustiças sociais...” os termos em destaques pertencem, respectivamente, às seguintes categorias gramaticais:
palavra expletiva/pronome apassivador.
palavra de realce/conjunção coordenada.
pronome apassivador/conjunção subordinada.
pronome integrante do verbo/pronome reflexivo.
Índice de indeterminação do sujeito/conjunção subordinada.
Analise as assertivas abaixo quanto às expressões presentes no texto.
I. logo que, à linha 7, apresenta um sentido de temporalidade.
II. A partícula se, à linha 30, configura-se como uma conjunção e expressa um valor de condição.
III. em que, à linha 2, poderia ser substituído por pelos quais, sem que houvesse alteração de sentido.
Das assertivas, está(ão) CORRETAS):
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II e III.