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Em “A Antártida retém cerca de 70% da água doce do mundo.”, o verbo sublinhado está no:
Presente do indicativo.
Presente do subjuntivo.
Pretérito perfeito do indicativo.
Pretérito imperfeito do indicativo.
No TEXTO II, o trecho “Só saímos de lá meia hora”, a forma verbal “saímos” está conjugada na primeira pessoa do
plural do pretérito perfeito do indicativo.
singular do pretérito imperfeito do indicativo.
plural do pretérito mais que perfeito do indicativo.
singular do pretérito imperfeito do subjuntivo.
plural do pretérito perfeito do subjuntivo.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta um verbo conjugado no pretérito perfeito do indicativo:
“Você pode experimentar, por exemplo:”
... “como se isso fosse um consolo para quem está sem grana.”
“Surpreender seu pai que chegou cansado do trabalho com um beijo carinhoso;”...
“...ver quanta coisa bonita existe na natureza para ser apreciada.”
O Novo Acordo Ortográfico lançou diversas dúvidas nos falantes da língua portuguesa e uma delas é o uso de pode e pôde. As palavras são homônimas, ou seja, possuem grafia igual e significados diferentes. A questão envolvendo os termos é o fato do Novo Acordo ter abolido alguns acentos diferenciais. No entanto, o acento circunflexo é utilizado para diferenciar pôde e pode.
No trecho "Este, quando a recebe, não PÔDE deixar de sorrir depois de ler: Que cadeira?", a palavra em destaque é:
Forma do verbo poder no pretérito perfeito do indicativo e é utilizada para indicar uma ação que ocorreu antes de outra ação passada.
Forma do verbo poder no pretérito perfeito do indicativo e é utilizada para indicar uma ação passada habitual.
Forma do verbo poder no pretérito perfeito do subjuntivo e é utilizada para indicar uma ação incerta sobre o fato que se apresenta.
Forma do verbo poder no pretérito imperfeito do indicativo e é utilizada para indicar uma ação passada habitual.
Forma do verbo poder no pretérito perfeito do indicativo e é utilizada para indicar uma ação que teve início e fim no tempo passado.
Leia com atenção a tirinha a seguir e assinale a alternativa correta:

Os verbos “use”, “compre”, “beba”, “coma” e “prove” estão no modo subjuntivo, enquanto o verbo “pensam” está no modo indicativo.
Todos os verbos contidos na tirinha estão no modo indicativo.
Todos os verbos contidos na tirinha estão no modo imperativo.
Os verbos “use”, “compre”, “beba”, “coma” e “prove” estão no modo imperativo, enquanto os verbos “pensam” e “somos” estão no modo subjuntivo.
Os verbos “use”, “compre”, “beba”, “coma” e “prove” estão no modo imperativo, enquanto os verbos “pensam” e “somos” estão no modo indicativo.
Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do trecho a seguir no plural e no pretérito perfeito do indicativo: “há também reclamações de professores sobre bagunças” (l. 08-09).
Haviam também reclamações de professores sobre bagunças.
Havia também reclamações de professores sobre bagunças.
Houveram também reclamações de professores sobre bagunças.
Houve também reclamações de professores sobre bagunças.
Haveriam também reclamações de professores sobre bagunças.
Das formas verbais abaixo qual não está conjugada no presente do indicativo?
Usam.
Conseguem.
Apresentam.
Ficam.
Encontraram.
No início do penúltimo parágrafo, o autor do texto utiliza o verbo “restaurar”. Assinale a alternativa que apresenta o tempo/modo em que tal verbo está conjugado:
presente do indicativo.
pretérito perfeito do indicativo.
pretérito imperfeito do indicativo.
pretérito quase perfeito do indicativo.
futuro de pretérito do indicativo.
Com base na leitura do texto jornalístico, é CORRETO AFIRMAR que a maioria de seus verbos encontram-se no:
Particípio, gerúndio e às vezes, infinitivo, a depender do tempo da narrativa, que inicia-se no pretérito imperfeito do modo subjuntivo e termina no presente do indicativo.
Apenas infinitivo e indicativo nos fatos narrados e futuro do pretérito na conclusão e fatos contemporâneos ao texto.
Pretérito perfeito do modo indicativo para a narrativa de fatos passados e presente simples do modo indicativo para fatos contemporâneos e presente simples do modo subjuntivo para a conclusão.
Pretérito imperfeito do modo indicativo para a narrativa de fatos passados e presente do subjuntivo para a conclusão e fatos contemporâneos.
Assinale a alternativa CORRETA na qual o verbo sublinhado está conjugado no pretérito perfeito do indicativo:
“Que eu voltarei, viu”
“Morreu de sede meu alazão”
“Guarda contigo meu coração”
Nenhuma das alternativas.
“Os homens passaram a escolher sobrenomes ...” Assinale a alternativa CORRETA na qual o verbo sublinhado encontra-se no futuro do pretérito do indicativo:
“Os homens passariam a escolher sobrenomes ...”
“Os homens passarão a escolher sobrenomes ...”
“Os homens passam a escolher sobrenomes ...”
“Os homens passavam a escolher sobrenomes ...”
Marque a alternativa com análise CORRETA.
A frase: "Posso dar-te muito mais" equivale à ideia: "Posso dar muito mais a ti".
Na expressão: "fardos bons ou ruins", temos um substantivo, dois adjetivos e uma conjunção.
O verbo: "Carreguei" enuncia ideia conclusa no pretérito perfeito do modo indicativo.
Todas as alternativas estão corretas.
Acerca da conjugação dos verbos regulares e irregulares, analise as assertivas.
I. Em Dir-se-ia que, vassalo e tributário desse rei das águas (l.9-10), o verbo está conjugado no futuro do pretérito do indicativo, utilizando a modalidade de colocação pronominal denominada mesóclise.
II. Em A vegetação nessas paragens ostentava outrora todo o seu luxo e vigor (l.31-32), o verbo está conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, mesma conjugação do verbo empregado em Tudo era grande e pomposo (l.36).
III. Em e a civilização não tivera tempo de penetrar o interior (l.43), o verbo está conjugado no pretérito perfeito do indicativo.
IV. Em florestas virgens se estendiam ao longo das margens do rio, que corria no meio das arcarias de verdura (l.32-34), ambos os verbos estão conjugados no pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Apenas a assertiva I está correta.
Apenas as assertivas I, II e III estão corretas.
Apenas as assertivas III e IV estão incorretas.
Apenas a assertiva III está incorreta.
Todas as assertivas estão corretas.
Com relação aos verbos do texto, assinale a alternativa que apresenta um verbo conjugado no futuro do presente do indicativo e um no pretérito perfeito do indicativo, respectivamente.
sabes (I.18); . cabem (I.3).
esperava (I.14); Viste (I.21).
estale (I.24); exponho (I.7).
criaremos (I.35); foram (I.25).
No fragmento acima, as formas verbais tentemos, acontecem e possamos estão flexionadas, respectivamente, nos seguintes tempos e modos verbais:
Presente do indicativo – pretérito perfeito do indicativo – futuro do subjuntivo.
Presente do subjuntivo – presente do indicativo – presente do subjuntivo.
Futuro do subjuntivo – pretérito imperfeito do indicativo – futuro do presente do indicativo.
Presente do subjuntivo – pretérito imperfeito do subjuntivo – presente do indicativo.
Presente do indicativo – presente do subjuntivo – presente do indicativo.
Considere a frase:
Ele cresceu em um orfanato e trabalhou muito para conquistar o que desejava. Nunca teve tempo para namorar até o dia em que conheceu Sarah.
O autor usou as formas verbais "cresceu", "trabalhou" e "conheceu", que pertencem ao pretérito perfeito do indicativo, porque esse tempo verbal lhe permitiu apresentar, na narrativa, fatos:
Passados que eram vistos como duvidosos e hipotéticos.
Passados que ocorreram em um momento anterior ao atual e que foi totalmente terminado.
Relacionados a um futuro incerto e imprevisível para as personagens.
Passados que se repetiam e eram habituais para as personagens.
O HÍFEN NO DIVÃ
(1º§) Sempre fui incompreendido. Apesar de ser tão importante fui, muitas vezes, desprezado. Mesmo quando tinha que unir palavras que não poderiam prescindir de mim. Poucas pessoas prestavam atenção às regras. Colocavam-me a seu bel-prazer, achando que estavam até mesmo me fazendo um favor. Isso foi me causando desde um delírio de grandeza até um complexo muito forte de inferioridade. Tentei a indiferença, a prepotência, formas de me proteger. Passei a considerar ignorantes todos aqueles que me desprezavam conscientemente ou não.
(2º§) Minha crise de identidade me levou ao analista. Aliás, pseudo analista. Faço questão de separar essas duas palavras, para mostrar a diferença entre o falso e o legítimo. Não me conformo com a nova ortografia. Estou numa crise existencial ao extremo. Vejo palavras bem à vontade sem a minha presença.
(3º§) Tenho observado pessoas confusas querendo simplesmente me extinguir como fizeram com o trema. Sei que ele foi perdendo importância no nosso país, mas pode se refugiar na Alemanha. Pedi ajuda à reticência, dizendo que ela poderia ser a próxima. Nem me ouviu. Considera-se muito importante, num mundo onde muitos evitam dizer tudo o que pensam. Afirma que é necessária, jamais será extinta, pois existem até mesmo pessoas reticentes, mesmo sem a presença dos três pontos.
(4º§) Tentam simplificar o meu caso, dizendo, muitas vezes, que vale a regra anterior. Como se todos conhecessem e soubessem aplicar regras. Ao invés de simplificar, complicaram tudo. E eu fico vagando entre algumas palavras e querendo permanecer entre outras que não me aceitam mais. O pseudo analista disse que preciso me adaptar. Simplesmente assim. Adaptação. Como se fosse fácil. Pensei que me entenderia, que estaria ao meu lado, lutando por minha posição. Não, acho que está a serviço da Academia Brasileira de Letras.
(5º§) Agora, estou também com mania de perseguição. Completamente perdido. As pessoas evitam palavras antes separadas por mim, por não saberem mais como escrevê-las.
(6º§) Sinto-me abandonado, desprezado, humilhado, vejo palavras deformadas, como: motosserra, autoestima, antirracismo, antissocial, ultrassom. Permaneço entre as cores (azul-marinho, azul-esverdeado, por exemplo), no guarda-roupa (que deprimente), mas não me conformo.
(7º§) Pedi ajuda ao ponto e vírgula para a minha causa. Ele não se importa de não ser bem usado. O acento indicativo de crase simplesmente me ignorou. Tem vários casos e a certeza de que, sendo polêmico, enquanto existirem concursos e vestibulares estará garantido.
(8º§) Preciso encontrar um analista que me entenda, saiba realmente como me sinto. Talvez eu fique morando no seu divã (mesmo que não haja lugar para mim nessa palavra).
(Geni Oliveira - Professora aposentada e escritora.) - (Adaptado)
Sobre os componentes textuais, marque a alternativa INCORRETA.
O (6º§) inicia com verbo de terceira conjugação no pretérito perfeito do modo indicativo e pronome enclítico, enunciando mais descontentamento do hífen, desta vez por abandono, desprezo e humilhação.
No (2º§), há elementos que comprovam que o hífen buscou ajuda de profissional para tratá-lo de algo que mexeu com seu psiquismo.
No (3º§), a voz do texto emite opinião sobre suas próprias observações.
O (4º§) inicia com sujeito indetermina, enquanto o (3º§) inicia com sujeito elíptico, mas que se pode determinar pela desinência verbal de primeira pessoa do singular.
Tanto no (4º§) quanto no (5º§) já se percebe a mudança radical de humor do hífen, podendo-se comprovar pelo uso de pronomes indefinidos.
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Tem presente de montão
no estoque do nosso coração
e não custa um tostão!
A hora é agora!
Enfeite seu interior!
Sejas diferente!
Sejas reluzente!
Cora Coralina
No trecho “Sejas diferente!/Sejas reluzente!”, o verbo destacado está no seguinte tempo verbal:
Presente do Indicativo.
Presente do Subjuntivo.
Imperativo Afirmativo.
Pretérito Imperfeito do Subjuntivo.
Futuro do Subjuntivo.
Marque a alternativa que identifica corretamente o tempo e o modo em que está o verbo do trecho: "cujas correntes ocultas não levam destroços".
Pretérito perfeito do modo indicativo.
Presente do modo indicativo.
Presente do modo subjuntivo.
Pretérito imperfeito do modo indicativo.
O verbo estavam (l.12) está flexionado em qual tempo do modo indicativo?
Pretérito perfeito.
Pretérito imperfeito.
Pretérito mais-que-perfeito.
Futuro do presente.