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Considerando-se as figuras de linguagem, analisar os itens abaixo:
I. “Subir para cima” e “descer para baixo” são exemplos de pleonasmo.
II. A hipérbole é caracterizada pelo exagero.
III. “Rainha dos baixinhos” é um exemplo de metonímia.
IV. “Isso é coisa de gente burra” é um exemplo de perífrase.
Estão CORRETOS:
Somente os itens I, III e IV.
Somente os itens I e II.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, classificando as figuras de linguagem apresentadas no texto.
Coluna 1
1. Hipérbole.
2. Metonímia.
3. Estrangeirismo.
Coluna 2
( ) consumo de álcool (l. 06).
( ) o idoso (l. 25).
( ) internet (l. 11).
( ) bombardeio de informações (l. 15 e 16).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
2 – 1 – 3 – 2.
2 – 2 – 3 – 1.
3 – 1 – 2 – 1.
2 – 1 – 1 – 3.
1 – 2 – 3 – 1.
Analise as afirmativas a seguir:
I. A sinestesia acontece pela associação de sensações por órgãos de sentidos diferentes, como, por exemplo: “Com aqueles olhos frios, disse que não gostava mais da namorada” (a frieza está associada ao tato e não à visão).
II. A hipérbole corresponde ao exagero de uma ideia feito de maneira intencional, como, por exemplo: quase morri de estudar.
III. A metonímia é a omissão de significados de palavras compostas, feita através da substantivação de um verbo no infinitivo. Um exemplo de metonímia pode ser visto em: costumava ler Shakespeare / aprecio a sua voz.
Marque a alternativa CORRETA:
Nenhuma afirmativa está correta.
Apenas uma afirmativa está correta.
Apenas duas afirmativas estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Na linha 29, há o emprego da expressão “Homem do Baú” para referir-se ao apresentador e empresário Silvio Santos. Assinale a alternativa que NÃO apresente a mesma figura de linguagem, a saber, a perífrase.
Passamos o último Natal na Cidade Luz, a capital francesa.
A Cidade Maravilhosa sofreu com as últimas chuvas.
Ando mergulhada em Clarice Lispector.
Ninguém bate o Rei das Selvas.
O Velho Chico atravessa dois estados, Minas e Bahia.
A charge se apoia numa figura de linguagem expressa graficamente que é denominada
ironia.
sinestesia.
hipérbole.
metonímia.
eufemismo.
No Texto 2, encontra-se um uso metonímico empregado duas vezes, em “Na pena de Soares de Souza” e “na pena de pato dos brancos”. Sobre esse uso, pode-se afirmar que ele ocorre a partir da representação lexical do(a)
inventor pelo invento.
produção pelo instrumento.
efeito pela causa.
objetivo pela causa.
ação pelo instrumento.
Froebel percebeu que as crianças pequenas são esponjas, absorvem conhecimento, e isto se dá por meio da “recriação”. Qual figura de linguagem encontramos nessa oração?
Metonímia.
Metáfora.
Perífrase.
Comparação.
Eufemismo.
Em relação às figuras de linguagem, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Metonímia.
(2) Catacrese.
(3) Sinestesia.
( ) Ela lê Mário Quintana.
( ) Ele chutou o pé da mesa.
( ) A voz dele era doce.
2 - 1 - 3.
1 - 3 - 2.
1 - 2 - 3
3 - 2 - 1.
Trecho para as questões 06 e 07
Dos corpos coisificados tudo o que pode virar dinheiro é arrancado, e não há limite, porque já não é preciso ter quando o ser já não é – ou nunca foi. É a coisa-commodity. Depois de esgotados, os corpos são então abandonados, a coisa-coisa, a coisa-lixo, a coisa-dejeto, a coisa-rejeito que cobriu Mariana e Brumadinho.
Nesse trecho, para intensificar sua crítica, a autora manipula intencionalmente o sentido das palavras destacadas, provocando intensificação das ideias. A esse recurso estilístico empregado, dá-se o nome de
metáfora.
personificação.
catacrese.
gradação.
metonímia.
Leia o parágrafo a seguir.
“O livro é mercadoria que se registra nos gêneros de primeira importância. É vital como o oxigênio, como a água, como uma proteína. Devia haver uma lei que obrigasse toda casa a consumir pelo menos cada semana um livro, que nem precisava ser tamanho família, podia ser um livro de bolso mesmo.”
FERREIRA, Jurandir. O livro e seus magníficos chavões. In: Da inquieta substância dos dias. São Paulo: IMS, 1991. p. 353-355.
Ao justificar, no segundo período desse parágrafo, a essencialidade do livro na vida dos cidadãos, o autor se vale da seguinte figura de linguagem:
comparação.
metáfora.
metonímia.
catacrese.
antonomásia.
As palavras no texto podem apresentar um sentido denotativo ou um sentido conotativo; no discurso parlamentar abaixo há uma série de exemplos de linguagem figurada.
“Senhores deputados: o projeto que nos foi apresentado é uma colcha de retalhos feita a partir de projetos anteriores e, portanto, sem nada que nos leve a aprová-lo. Um desses retalhos propõe a criação de um fundo para combater a fome, mas não indica como obter o dinheiro para isso; outro retalho mostra uma infinidade de problemas no interior do Brasil, que existem há milênios, mas que estão sendo enfrentados pela administração atual; a verdade é que há muitos problemas, mas as soluções são difíceis...”.
O segmento destacado que exemplifica uma metonímia, é:
“...o projeto que nos foi apresentado é uma colcha de retalhos feita a partir de projetos anteriores...”.
“...mas não indica como obter o dinheiro para isso”.
“...mas que estão sendo enfrentados pela administração atual”.
“Um desses retalhos propõe a criação de um fundo...”.
“...a verdade é que há muitos problemas, mas as soluções são difíceis...”.
A metonímia é um tipo de linguagem figurada que possui diferentes modelos; um desses modelos é o emprego de um termo abstrato por um concreto ou vice-versa.
Assinale a opção em que o termo sublinhado exemplifica o emprego de um termo abstrato por um concreto.
Na abastança, é impossível compreender as lutas da miséria.
Vaidade é o orgulho dos outros.
Quantos sofrimentos nos custaram os males que nunca ocorreram.
Um pedaço de pão comido com paz é melhor do que um banquete comido com ansiedade.
Conhecimento é o antídoto do medo.
O eu lírico recorre à figura de linguagem denominada metonímia em:
“O lugar onde a gente morava quase só tinha bicho” (verso 1)
“Ela tocava para nós Vivaldi.” (verso 42)
“A gente se sentia como um pedaço de formiga perdida” (verso 23)
“Ah, o pai! O pai vaquejava e vaquejava.” (verso 12)
“A mãe aflitíssima estava.” (verso 37)
Sobre figuras de linguagem, de acordo com Bechara, avalie as definições descritas associando a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Metáfora: translação de significado motivada pelo emprego em solidariedades, em que os termos implicados pertencem a classes diferentes, mas pela combinação se percebem como assimilados.
2. Metonímia: translação de significado pela proximidade de ideias.
3. Catacrese: translação do significado por esquecimento do significado original.
4. Eufemismo: translação de sentido pela suavização da ideia.
Coluna 2
( ) Encontrar um ‘teto amigo’.
( ) Entregar a alma a Deus.
( ) Panaceia universal.
( ) Doces sonhos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 2 – 3 – 4.
4 – 3 – 2 – 1.
2 – 4 – 3 – 1.
3 – 2 – 1 – 4.
2 – 1 – 4 – 3.
Na frase, “a luta por um modelo de atendimento e serviço gratuito para toda população começou ainda nos anos 70.”, qual figura de linguagem se verifica?
Perífrase.
Sinestesia.
Metonímia.
Comparação
Metáfora.
Leia o fragmento do poema de Carlos Drummond de Andrade:
O bonde passa cheio de pernas
Pernas brancas pretas amarelas
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração
Porém meus olhos
Não perguntam nada
Na linguagem literária é frequente o emprego das figuras de linguagem. Nos dois primeiros versos do trecho destacado anteriormente, podemos observar que o poeta modernista emprega com maestria a figura que:
Indica uma relação com o todo, de um termo em lugar de outro.
Estabelece a aproximação de palavras que têm o sentido oposto.
Remete à comparação implícita, em que a conotação sobrepõe a denotação.
Utiliza uma expressão menos rude em lugar de outra que provocaria sentido desagradável.
Assinale a figura de linguagem que está representada pela palavra em destaque na seguinte oração do texto: ”Como resultado, Nataliya e seus colegas remanescentes assumiram vários papéis.”
Metonímia.
Metáfora.
Comparação.
Perífrase.
Eufemismo.
Expressões do tipo "li Jorge Amado", "comprei um Ford", "ingeri uma lata de suco", são exemplos de:
Anacoluto.
Polissíndeto.
Metonímia.
Paradoxo.
A figura de linguagem predominante no verso "O rio de minha terra é um deus estranho” é a
metonímia.
metáfora.
hipérbole.
comparação.
personificação.
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, identificando as figuras de linguagem apresentadas.
I. Metonímia (substituição de um termo por outro, existindo entre eles uma ligação de sentido).
II. Prosopopeia (atribuição a seres inanimados ou irracionais de características humanas).
III. Sinestesia é o recurso estilístico no qual se utilizam palavras e expressões associadas às diferentes sensações percebidas pelo corpo humano.
IV. Metáfora (comparação implícita entre dois elementos).
V. Pleonasmo (repetição de uma ideia expressa na frase).
( ) Julia tinha um cheiro doce característico. Lembrava a baunilha fresca.
( ) O desentendimento entre eles é apenas a ponta do iceberg.
( ) Use a cabeça e pare de depender dos outros.
( ) “Detalhes tão pequenos de nós dois”.
( ) A bomba atômica é triste, coisa mais triste não há / Quando cai, cai sem vontade.”
Assinale a alternativa que apresenta, de cima para baixo, a resposta correta.
IV – I – II – III – V.
I – II – IV – III – V.
III– IV – I – V – II.
I – II – V -III – I- IV.
III – II- V – I – IV.