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Na frase "Por isso uma força me leva a cantar", a expressão "por isso" estabelece uma relação de:
Oposição.
Concessão.
Causalidade.
Explicação.
Texto para a questão 57

http://amazoniaprotege.mpf.mp.br/campanha
Considerando a importância do Amazônia Protege para a sociedade, é essencial que muitas pessoas conheçam o projeto e se envolvam na questão da preservação desse patrimônio nacional. Nesse cartaz foi empregada a estratégia persuasiva para convencimento dos interlocutores, qual seja
comoção.
tentação.
sedução.
intimidação.
insatisfação.
“O estudo dos textos argumentativos ocupa um lugar importante no ensino de textos. Isso parece amplamente justificado, porque é essencial dominar a argumentação antes de entrar na vida adulta. De um lado, isso permite não se deixar influenciar de maneira inconsciente por aqueles que dominam a argumentação, sejam eles políticos ou publicitários, por exemplo. De outro lado, saber argumentar permite fazer-se entender e realizar seus desejos. Assim, entre dois candidatos a um emprego, se os perfis são idênticos, aquele que sabe argumentar será certamente favorecido.”
Sobre o fragmento argumentativo acima, é correto afirmar que:
a tese do texto é a de que se deve aprender argumentação antes de entrar-se na vida adulta;
o primeiro período do texto mostra a opinião do argumentador sobre o tema discutido;
ao citar políticos e publicitários, o argumentador aponta pessoas que desonestamente manipulam argumentos;
o argumentador limita-se a citar exemplos, substituindo os argumentos por eles;
o público-alvo do texto acima é, prioritariamente, os candidatos a alguma entrevista de emprego.
A linguagem persuasiva usada no texto está bem evidente pelo:
Uso excessivo de elementos coesivos conjuntivos.
Uso de verbos de terceira conjugação no modo subjuntivo.
Uso dos verbos no modo imperativo.
Uso de termos variáveis e invariáveis.
O objetivo persuasivo do texto é observado principalmente na linguagem da seguinte frase:
“40% dos entrevistados dizem ter produzido mais do que no período pré-pandêmico.” 9º§
“O estresse pós-traumático, o transtorno obsessivo compulsivo, depressão, ansiedade [...] tendem a aparecer.” 8º§
“Os pesquisadores entrevistaram 15 mil pessoas, em meados de 2021, em diversos países do mundo.” 2º§
“Ela causa problemas como insônia, dificuldade de concentração, irritabilidade e sintomas físicos [...].” 12º§
“Estes dados nos obrigam a olhar a saúde de forma integral (física, mental e até mesmo espiritual) [...].” 11º§
Considerando a estrutura e a construção da argumentação em “Por que ler os Clássicos”, é adequado o que se afirma em:
O autor utiliza-se de estratégias linguísticas diversas, como linguagem coloquial, expressões conotativas, verbos e pronomes predominantemente em terceira pessoa.
O autor emprega predominantemente a primeira pessoa do plural, com indícios de subjetividade, discutindo a importância de ler os clássicos.
O texto é construído de forma impessoal, com clareza e objetividade, sem a interferência de aspectos subjetivos do autor, no decorrer de toda a narração.
O texto, por meio de uma linguagem persuasiva e denotativa, revela um apelo sentimental para ações de leitura e de apreciação dos clássicos literários.
O texto é um relato de experiência com base em reflexões do autor que objetivam inspirar e incentivar o leitor para a leitura de obras literárias.

(Disponívelem:https://www.google.com/searchq=lembra+de+quando+eu+nasci+n%C3%A3o+conseguia&tbm=isch&safe=vss&chips=q:lembra+de+quando+eu+nasci+n%C3%A3o+conseguia,online_chips:calvin:83dQhEAClpo%3D&rlz=1C1GCEA_enBR992BR992&hl=ptBR&sa=X&ved=2ahUKEwiGj5Lgqpn6AhVhM7kGHUGgBcUQ4lYoBnoECAEQKw&biw=1903&bih= 69#imgrc=xjjk2VWNENJmvM.)
Pode-se afirmar que a tirinha anterior apresenta como elemento textual igualmente presente no texto “A rainha está morta: e agora?”
Discurso paradoxal.
Discurso argumentativo cujo objetivo está definido.
Narração como estratégia para envolver o interlocutor.
Persuasão por meio de linguagem predominantemente conotativa.
A argumentação desenvolvida no texto está orientada no sentido de persuadir o leitor a concluir que:
a astrologia não é uma ciência, mas uma forma diversa de conhecimento, e como tal deve ser reconhecida.
o dogmatismo dos cientistas conduz a erros de avaliação, o que faz com que a ciência entre em conflito com a religião.
a distinção entre as diversas formas de conhecimento está fundada no método, que torna improvável o erro em ciência.
em ciência não existe o dono da verdade: todas as hipóteses são submetidas a exame rigoroso destinado a aprová-las.