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Analise as afirmações que seguem sobre coesão e coerência textuais, segundo apregoa Koch:
I. Sobre Conhecimento Partilhado, Koch diz que: “Quanto mais explícita for a necessidade de conhecimentos comuns, maior será a necessidade de uso de implícitos no texto, pois o receptor será capaz de suprir as lacunas, por exemplo, através de inferências”.
II. Fatores de Contextualização são aqueles que “ancoram” o texto em uma situação comunicativa determinada.
III. Formas remissivas gramaticais livres são aquelas que acompanham um nome dentro de um grupo nominal e não podem ser utilizadas para fazer remissão, anafórica ou cataforicamente, no universo textual.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Um professor de Português leva para seus alunos de terceira série do nível médio a primeira página de um jornal de grande circulação a fim de ser linguisticamente analisada. Nesse caso, o aspecto de menor importância deve ser
a seleção de notícias em vista do interesse dos leitores.
as estratégias argumentativas de motivação para o leitor.
a valorização das imagens na apresentação das matérias.
o destaque de linguagem culta como o predominante no jornal.
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito das características das diferentes modalidades aplicadas ao uso da língua.
Existem gêneros textuais escritos que permitem uma linguagem informal.
No meio virtual, os gêneros textuais simulam as trocas comunicativas rápidas e dinâmicas de uma interação face a face.
A linguagem informal/coloquial utiliza uma linguagem simples, em geral oralmente. No entanto, uma frase coloquial não pode conter expressões que fogem às regras da gramática.
Contrariamente à oralidade, a língua escrita tende a aproximar-se mais da norma culta, pois é geralmente utilizada em situações formais. Isso exclui das possibilidades de escrita os textos informais, em que a obediência às regras tradicionais impostas não é preocupação.
Uma vez que, em nível nacional, existe uma língua padrão formal, todas as situações de uso da língua exigem que esse padrão seja considerado e utilizado.
“— Eu era um idiota quando me casei com você. — É verdade. O problema é que eu estava tão apaixonada que nem percebi”.
Uma prova de Língua Portuguesa para a 5º ano do Ensino Fundamental apresentava a seguinte atividade sobre esse pequeno diálogo: Transcreva do diálogo acima a fala da mulher. Assinale a opção que apresenta uma crítica adequada à atividade proposta.Indaga sobre conteúdos objetivamente inscritos no texto.
Apela para a análise crítica para busca de respostas.
Sugere atividades puramente mecânicas.
Solicita uma resposta demasiadamente ampla.
Exige conhecimento externo ao texto.
"A língua (no sentido sociolingüístico do termo) não está de antemão pronta, dada como um sistema de que o sujeito se apropria para usá-la segundo suas necessidades específicas do momento da interação, mas que o próprio processo interlocutivo, na atividade de linguagem, a cada vez a (re)constrói." (Geraldi, 1991: 6). Do enunciado dado acima, que coloca o sujeito no centro da ação lingüística, pode-se aferir que:
A linguagem é forma de expressão do pensamento e, como tal, importa ao seu usuário o domínio de um conjunto de regras gramaticais categóricas que determinam como se deve falar e escrever.
A linguagem é forma de comunicação e seu sucesso depende do conhecimento que o emissor e seu(s) receptor(es) possuem do código lingüístico por meio do qual se expressam.
A linguagem é forma de interação e se constrói a todo momento, nas situações de uso da língua.
No ensino da língua, é importante que se considere a gramática, conforme Cegalla (1989), como um meio posto a nosso alcance para disciplinar a linguagem e atingir a forma ideal da expressão oral e escrita.