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Analise e assinale a classificação correta do termo destacado:
“Alguém tem notícias dele?”
Sujeito Simples;
Pronome pessoal;
Complemento verbal;
Complemento nominal.
Ainda sobre o texto 1, assinale a alternativa correta a respeito dos pronomes presentes no texto:
O pronome “me”, em “Marcela amou-me”, exerce a função de sujeito da oração.
O pronome “dela”, em “me afastar dela”, retoma “a aventura”, funcionando como complemento nominal.
O pronome “ela”, em “que ela exercia”, retoma “Marcela” e exerce a função de sujeito da oração subordinada.
O pronome “se”, em “a razão começava a insinuar-se”, é partícula apassivadora.
O pronome “o”, em “o que antes me parecia irresistível”, é artigo definido, determinando o substantivo “que”.
O pronome "o", em "aprofunda-o com sensações de impotência e isolamento" (final do último parágrafo), retoma o substantivo "vício".
Certo
Errado
No trecho “A culpa é sempre do outro”, a palavra “sempre” é classificada como:
Adjetivo.
Advérbio.
Pronome.
Substantivo.
“A literatura nos(1) ordena os pensamentos, nos(2) fornece chaves imaginárias.” (Lívia Garcia-Roza)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta dos pronomes identificados por números no enunciado.
(1) pronome pessoal completando o sentido do verbo / (2) pronome pessoal com sentido de posse.
(1) pronome possessivo / (2) pronome pessoal com sentido de posse.
(1) pronome possessivo / (2) pronome pessoal completando o sentido do substantivo.
(1) pronome indefinido / (2) pronome indefinido.
(1) pronome pessoal com sentido de posse / (2) pronome pessoal completando o sentido do verbo.
Na passagem “Despertara-a um grito áspero...”, o pronome destacado refere-se à seguinte expressão:
Sinhá Vitória.
ave.
Baleia.
família.
rês perdida.
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:
- Entre ____ e ela, era tudo de bom.
- Para ____, fazer aquilo não era sacrifício.
- Em termos de dedicação, ele é melhor do que ____.
- Para ____ passar no exame, tenho que estudar.
eu – eu – eu – eu
mim – mim – eu – eu
mim – eu – mim – eu
eu – eu – mim – mim
mim – mim – mim – mim
Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA.
Ao dizer “se é que se pode assim denominar” (1º§), o autor sugere que talvez não seja totalmente adequado ou preciso chamar aqueles registros de “interesse histórico”, já que se trata de registros ainda imprecisos, incompletos ou pouco sistemáticos.
No trecho “vamos concluir que este está em recente processo de ocupação” (2º§), o pronome “este” refere-se ao município mencionado no texto.
No trecho “Esses homens uniam as toras formando balsas...” (3º§), a expressão “Esses homens” funciona no texto como mecanismo de coesão referencial que retoma trabalhadores mencionados anteriormente.
No trecho “Até então, só era conhecida a Estrada Velha de Guarapuava” (3º§), o termo “então” introduz a conclusão de um raciocínio.
No trecho “utilizando mão-de-obra argentina e paraguaia” (2º§), a forma verbal “utilizando” introduz o modo ou a circunstância em que ocorria a exploração.
Leia o período:
“Os servidores responderam muito rapidamente às questões da prova.”
Considerando a classificação morfológica tradicional das palavras destacadas, assinale a alternativa correta.
Os é artigo definido; muito é advérbio de intensidade; rapidamente é advérbio de modo.
Os é pronome pessoal; muito é adjetivo; rapidamente é advérbio de tempo.
Os é artigo indefinido; muito é advérbio de modo; rapidamente é adjetivo.
Os é pronome demonstrativo; muito é advérbio de tempo; rapidamente é substantivo.
Os é artigo definido; muito é adjetivo; rapidamente é advérbio de tempo.
Leia:
“Eles gastam muito tempo se conectando com outras pessoas” (3º parágrafo).
No segmento acima, retirado do Texto I, a palavra grifada classifica-se como
Pronome pessoal do caso reto.
Pronome pessoal do caso oblíquo.
Pronome possessivo.
Pronome demonstrativo.
"Essa é uma história que foi contada e na qual acreditamos por muitos anos. Há uma grande responsabilidade da mídia hegemônica sobre isso, porque ela contou essa história para as pessoas de outras regiões do Brasil e também para nós. Os outros passaram a vida inteira falando dos nossos problemas, mas é hora de falarmos de criatividade, inovação, geração de renda, dignidade, resiliência e adaptação climática a partir dos territórios e das comunidades onde as pessoas vivem".
No trecho, observa-se o uso de diversos pronomes no intuito de articular as ideias e evitar repetições desnecessárias. A respeito desse assunto, analise as sentenças a seguir:
I.O pronome "essa", destacado em duas ocorrências do excerto, tem como referência o conjunto de ideias contido em "os falsos estigmas e o desconhecimento de grande parte da população acerca da Caatinga, sempre atrelado à pobreza, seca e sofrimento". Desse modo, o pronome se refere à narrativa ancorada em falsos estigmas a respeito do povo nordestino, habitante da Caatinga.
II.O pronome "isso" possibilita ao(à) leitor(a) compreender que o falante se refere à história na qual seu povo acreditou por muitos anos, contada pela mídia hegemônica.
III.O referente do pronome pessoal "ela", ao qual ele substitui, é claramente a expressão "grande responsabilidade".
IV.Em sua fala, Carlos Magno estabelece um importante limite entre dois sujeitos centrais naquilo que ele relata: o povo da Caatinga e os outros "povos" externos ao Nordeste. Entre outros recursos utilizados no processo coesivo e de construção dos sentidos, o uso do pronome pessoal "nós", seguido de "outros" e de "nossos", permite ao(à) leitor(a) delimitar esses dois sujeitos.
É correto o que se afirma em:
III, apenas.
I, II, III e IV.
I e III, apenas.
I, II e IV, apenas.
II e IV, apenas.
Assinale a alternativa em que o emprego do pronome destacado se encontra correto.
Traga o papel para mim assinar, por favor.
Entre você e eu não há nenhum problema.
Ela havia falado para mim fazer o pedido.
Não insista, pois é tudo novidade para eu.
Para mim, ficar sem ler é muito difícil.
No Texto II, os pronomes que aparecem na porta são: meu, minha, seu, nossa, tua, vossa. Considerando o emprego dos pronomes possessivos na norma-padrão da língua portuguesa, marque a alternativa CORRETA.
“Meu” e “minha” indicam posse relacionada à primeira pessoa do plural, independentemente do substantivo a que se referem.
“Meu” e “minha” indicam posse relacionada à primeira pessoa do singular, variando em gênero para concordar com o substantivo ao qual se referem.
“Vossa” é um pronome de tratamento que indica posse da segunda pessoa do plural em todos os contextos formais e informais da língua portuguesa contemporânea.
“Seu” e “sua” são pronomes exclusivos da terceira pessoa e jamais podem ser usados para se referir à segunda pessoa do discurso, mesmo em situações de informalidade.
“Nossa” é pronome possessivo de primeira pessoa do singular, pois pode ser usado pelo falante para indicar algo que lhe pertence individualmente.
Analise o poema a seguir, de Fernando Pessoa:
"Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu."
Considerando os mecanismos de coesão presentes no texto, assinale a alternativa CORRETA:
O termo "Tudo" retoma uma informação apresentada anteriormente no poema.
A conjunção "Se" estabelece uma relação de condição entre as ideias expressas nos versos.
O pronome "nele" refere-se à palavra "céu", evitando sua repetição.
A conjunção "Mas" introduz uma ideia de explicação em relação ao verso anterior.
O termo "Quem" funciona como elemento de conclusão do raciocínio apresentado no poema.
Observe o trecho:
“Talvez uma cidade verdadeiramente desenvolvida não seja aquela que permanece acordada o tempo inteiro, mas aquela que sabe equilibrar movimento e pausa, produção e descanso, atividade e silêncio.”
A organização sintática desse período contribui diretamente para a construção do argumento defendido pelo autor. O emprego da conjunção destacada estabelece uma relação específica entre as ideias, enquanto o pronome relativo contribui para a articulação entre os termos da oração.
Considerando as relações de coordenação e subordinação, o emprego das conjunções, dos pronomes relativos e a pontuação, assinale a alternativa CORRETA.
A conjunção “mas” estabelece uma relação de oposição/contraste entre as ideias apresentadas, enquanto “que” introduz uma oração subordinada adjetiva relacionada ao termo “aquela”.
A conjunção “mas” estabelece uma relação de causa, enquanto o pronome “que” exerce exclusivamente a função de conjunção integrante.
A conjunção “mas” poderia ser retirada sem qualquer alteração na relação de sentido entre as orações, pois sua função é apenas estética.
As vírgulas empregadas antes de “mas” e depois de “pausa” são incorretas, pois orações coordenadas e elementos enumerados devem ser obrigatoriamente separados apenas por ponto final.
Em “Entreguei-lhe o documento ontem”, o pronome “lhe” é:
Reto reflexivo
Oblíquo tônico
Demonstrativo
Oblíquo átono
NDA
"A verdade é que o meu fim não foi este, o de contar a minha vida, mas o de ver se a podia contar. [...] Não há nada que se compare ao prazer de ver que a gente está escrevendo uma coisa, e que essa coisa é a que se queria escrever."
(ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. Rio de Janeiro: Garnier, 1899).
Considerando o papel dos pronomes destacados na organização da estrutura coesiva do texto machadiano, assinale a alternativa que apresenta a análise correta:
O pronome "este" exerce função anafórica, uma vez que retoma o conceito de "verdade" enunciado na abertura do período, consolidando o tópico frasal.
O vocábulo "este" funciona como um recurso catafórico, pois antecipa o segmento explicativo "o de contar a minha vida", que delimita o objeto da negação do narrador.
O pronome "essa" possui natureza catafórica, visto que projeta o interesse do leitor para a definição de "prazer" que será desenvolvida no capítulo subsequente.
Ambos os pronomes ("este" e "essa") operam como dêiticos de base espacial, indicando a proximidade física do narrador em relação ao manuscrito original da obra.
No trecho “Com isso todos os governantes precisam prestar conta […]”, observa-se a presença de
um pronome demonstrativo e um pronome adjetivo, respectivamente.
um pronome possessivo e um pronome indefinido, respectivamente.
dois pronomes indefinidos.
dois pronomes relativos.
um pronome substantivo e um pronome relativo, respectivamente.
Assinale a alternativa que apresenta um enunciado totalmente correto em relação ao emprego dos pronomes.
Tudo está acertado entre você e eu, e a partir de então podemos voltar a ser amigos.
Por favor, traga um livro para mim ler assim que eu tiver um tempinho.
Entre mim e você não havia muita coisa a ser discutida.
Entre você trabalhar e mim descansar, prefiro a segunda opção.
Tudo aquilo era muita novidade para eu.
No trecho Esse crescimento, segundo especialistas, pode ser associado a investimentos robustos do governo federal, a expressão destacada retoma uma informação anteriormente apresentada no texto. Nesse emprego, o pronome Esse contribui para a coesão textual ao:
Antecipar uma informação que ainda será explicitada na sequência do período.
Retomar o marco histórico de ampliação do acesso a creches mencionado antes.
Substituir integralmente o termo governo federal, evitando repetição nominal.
Indicar, de modo indefinido, qualquer avanço futuro na educação infantil.
Introduzir uma informação sem vínculo direto com a progressão temática do texto.