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Leia:
Ernesto não estava bem. Um sentimento de profunda angústia torturava-lhe naquele turbilhão de pensamentos incessantes. Um adeus definitivo não o tornaria menos sofredor, mas ele precisava resolver o seu drama intenso, que o consumia no cotidiano e lhe deixava o sabor amargo do desprezo.
Um dos pronomes oblíquos destacados no texto está incorretamente empregado. Qual?
O primeiro.
O segundo.
O terceiro.
O quarto.
Assinale a alternativa na qual o pronome oblíquo átono esteja empregado em desacordo com as normas gramaticais.
“sucediam-se as vaias e os palavrões.” (1º§).
“A menina fitava-o com o olhos cheios de lágrimas.” (2º§).
“Algo rompeu-se dentro dele” (2º§).
“passaram a incentivá-lo.” (2º§).
Considere as afirmativas abaixo.
I. Em “Hoje, o direito à candidatura e à eleição, o direito a ser votada, nos mostra um outro mundo possível.” (6º§), o segmento grifado pode ser corretamente substituído por “mostra a nós”.
II. Em “Mesmo assim, há questões básicas relativas ao que chamamos de sociedade patriarcal às quais ninguém pode se furtar. ” (4º§) a expressão “ao que” pode ser substituída por “aquilo” preservando-se a correção linguística.
III. Em “Na ausência de questionamento, o machismo aparece como culto da ignorância útil na manutenção da dominação que depende do confinamento das mulheres na esfera da vida doméstica para que se mantenham longe do poder. ” (5º§) a expressão grifada pode ser substituída pelo termo “dependente” mantendo-se a correção semântica de acordo com o texto original.
Estão corretas:
I, II e III.
I e II apenas.
I e III apenas.
II e III apenas.
No trecho “Mas qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre”, o uso dos termos TUA e TE se refere a:
primeira pessoa do singular, e representa, no texto, o próprio autor.
segunda pessoa do singular, e representa, no texto, Janjão.
terceira pessoa do singular, e representa, no texto, o leitor.
segunda pessoa do plural, e representa, no texto, o pai de Janjão.
Marque a alternativa correta quanto ao emprego dos pronomes eu e mim:
Entre eu e você, não existe segredos.
Esse carro é para mim levar para a oficina.
Quando eu puder vou comprar um apartamento.
Se é para mim fazer agora, não tem jeito.
No trecho “[...] que, por sua vez, a ouvira dos sacerdotes da cidade egípcia de Sais.”, o termo “a” é um pronome pessoal do caso oblíquo, no feminino singular, objeto direto do verbo “ouvira” e que tem como antecedente “história”.
Certo
Errado
O comentário associado apropriadamente à frase indicada é o que se encontra em:
Depois da interferência de alguém da plateia, retomou a palavra e voltou a falar. / Presença de repetição como recurso estilístico, de valorização da ideia.
A cuidadosa descriminação dos itens que compõem o acervo garantirá que nenhuma tela será extraviada. / Há incoerência no enunciado.
Às pessoas invejosas falta-lhes amor próprio. / O pronome oblíquo está empregado com valor de possessivo.
Vossa Excelência deve estar orgulhoso da homenagem recebida. / O adjetivo destacado concorda não com a forma gramatical da expressão, mas com o ser a que remete; no caso, esse fenômeno incide sobre concordância de número.
Sendo sempre o último a se pronunciar, o presidente da mesa elogiou a iniciativa do jovem ao assumir de imediato a tribuna. / Frase cuja ambiguidade é facilmente superada pelo contexto.
Em “Podemos chamá-las também de palavras complicadas e palavras simples”, o pronome oblíquo em negrito substitui o termo:
“palavras comuns e palavras raras”.
“palavras difíceis.
“palavras complicadas e palavras simples”.
“palavras difíceis e palavras fáceis”.
“palavras fáceis”.
Considerando a estrutura morfossintática do período, na oração “‘ninguém pode feri-lo sem seu consentimento’” (linhas 5 e 6), os vocábulos sublinhados classificam-se, morfologicamente, como pronome
interrogativo, conjunção, preposição e pronome demonstrativo.
relativo, preposição, advérbio e pronome possessivo.
demonstrativo, pronome relativo, conjunção e advérbio.
pessoal reto, artigo, conjunção e pronome relativo.
indefinido, pronome pessoal oblíquo, preposição e pronome possessivo.
Considere as sentenças abaixo.
I - O infrator prefere pagara multa a perder o documento de habilitação.
II - Anotou os dados de quem presenciou o crime.
III- O relatório comunica as demandas aos gestores.
Se substituíssemos as palavras sublinhadas por pronomes oblíquos, qual das alternativas apresentaria todas as sentenças gramaticalmente corretas?
I - O infrator prefere pagar a multa a perder-lhe.
II - Anotou os dados de quem presenciou-o.
III - O relatório comunica a eles as demandas.
I - O infrator prefere pagar a multa a perdê-lo.
II - Anotou os dados de quem o presenciou.
III - O relatório comunica-lhes as demandas.
I - O infrator prefere pagar a multa a perder ele.
II - Anotou os dados de quem presenciou ele.
III - O relatório comunica-os as demandas.
I - O infrator prefere pagar a multa a perder-no.
II - Anotou os dados de quem o presenciou.
II - O relatório comunica-lhe as demandas.
I- O infrator prefere pagar a multa a perder-lo.
II - Anotou os dados de quem presenciou-no.
III - O relatório comunica-os as demandas.
Leia:
Meteroro (Sorocaba)
Te dei o Sol
Te dei o Mar
Pra ganhar seu coração
Você é raio de saudade
Meteoro da paixão
Explosão de sentimentos que eu não pude acreditar
Aaaahh...
Como é bom poder te amar [...]
O trecho da canção de autoria de Sorocaba, que ficou famosa na voz de Luan Santana, está escrito em linguagem coloquial. Quanto ao uso dos pronomes oblíquos, marque a alternativa correta.
Se o autor tivesse optado pelo uso do pronome de acordo com a gramática normativa, e, desse modo, tivesse realizado a colocação do pronome oblíquo após as formas verbais com que se inicia os dois versos do início da canção, seria possível interpretações diferentes das apresentadas por conta de cacofonia (união sonora de sílabas que provoca estranheza auditiva).
O fato de o texto trazer pronomes oblíquos em vez de retos acentua a ideia de precisão ao escrever de acordo com as normas estabelecidas pela gramática normativa, pois os oblíquos, de uso mais elaborado que os retos, garantem mais legibilidade ao texto escrito ou falado.
A opção pelo uso de pronomes oblíquos é um indício das tentativas do autor de gerar duplo sentido em seus enunciados, uma vez que nos dois primeiros versos houve ajuste preciso ao que se determina nas gramáticas de língua portuguesa.
Os pronomes oblíquos presentes no trecho da canção visam promover elegância e estilo, uma vez que estão estritamente de acordo com o que se preconiza nas gramáticas normativas.
Quanto ao uso do EU/MIM, a alternativa correta é:
-
I- “Mãe! Frite um ovo para mim comer!”
II- “O que for pra mim dizer, eu digo.”
III- “Alguém, por favor, abra a porta para mim!”
Apenas a I.
Apenas a II.
Apenas a III.
Todas estão corretas.
Todas estão erradas.
A respeito dos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens que se seguem.
I O vocábulo “O”, que inicia o texto, poderia ser corretamente substituído por Aquilo.
II A inserção da forma verbal É no início do quarto parágrafo manteria a correção do texto se a palavra “Óbvio” (linha 13) fosse grafada com inicial minúscula.
III O pronome “lhe” tem o mesmo referente em ambas as ocorrências no quarto parágrafo.
Assinale a alternativa correta.
Apenas o item I está certo.
Apenas o item II está certo.
Apenas o item III está certo.
Apenas os itens I e II estão certos.
Todos os itens estão certos.