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A respeito da regência verbal, assinalar a alternativa INCORRETA:
A enfermeira assistiu o doente com tudo o que tinha.
Não lhe assiste este direito.
O presidente assiste em Brasília.
Os amigos assistiam o filme no cinema.
Considerando-se a regência dos verbos, analisar os itens abaixo:
I. Estudantes aspiraram gases nocivos à saúde no experimento da universidade.
II. Após formar-se na universidade, ele aspira a fama em sua carreira profissional.
Os itens I e II estão corretos.
Somente o item I está correto.
Somente o item II está correto.
Os itens I e II estão incorretos.
Qual é a alternativa em que a regência verbal está em conformidade com a norma culta da língua portuguesa?
Todos nós fomos no cinema ontem naquela tarde de calor.
Vocês preferem mais doces do que verduras e frutas.
Criar impérios a partir do nada implica inovação e paixão pelo risco.
O Banco do Brasil informou os mutuários que não haverá prorrogação de prazos.
Considerando-se as normas de regência, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Quando ele aspira ao ar gelado da montanha, doem os pulmões.
( ) Vamos assistir o novo filme que acabou de estrear?
( ) Eu me esqueci das chaves.
E - C - C.
C - C - C.
E - E - C.
C - E - E.
E - C - E.
Está plenamente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
Está na remota Revolução Cognitiva a origem de uma escalada progressista de que os nossos ancestrais não podiam se dar conta.
As riquezas em que faz alusão o autor do texto, no primeiro parágrafo, dizem respeito aos últimos 500 anos.
Há no homem capacidades inventivas às quais ele não se dá conta senão quando passa a necessitar delas
O progresso da civilização, de cujo a humanidade tanto aspira, é questionado pelo autor ao final do texto.
A falta de perguntas sobre a nossa felicidade, em cuja importância sequer suspeitamos, é uma falha dos nossos projetos.
A frase do primeiro quadrinho está reescrita com o sentido preservado e com a regência correta, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
Viver resume-se de uma arte.
Viver constitui-se em uma arte.
Viver traduz-se para uma arte.
Viver compõe-se a uma arte.
Viver identifica-se sobre uma arte.
Quanto à regência verbal, todas as alternativas estão corretas, EXCETO em:
Esqueci de todos os argumentos do naturalista.
Todo esforço implica reação favorável a ele.
Não me lembro desse fato tão impressionante.
Custa-nos crer que tenha conseguido voar.
A vizinhança assistiu ao voo emocionada.
Assinale a alternativa em que a regência verbal está de acordo com a norma culta dentro do contexto:
(Adaptado de https://portal.fiocruz.br/politicas-publicas-e-modelos-deatencao-saude. Acesso em 9 de maio de 2019)
A política pública deve ser construída a partir da participação direta ou indireta da sociedade civil, visando a assegurar um direto a determinado serviço, ação ou programa.
As políticas públicas, por definição, são conjuntos de programas, ações e decisões tomadas pelos governos nacional, estadual ou municipal que afetam a todos os cidadãos.
Os modelos de atenção e gestão à saúde aspiram representar a forma de organização do sistema de saúde e suas práticas.
Neste contexto, o programa tem como missão apoiar à inovação e o desenvolvimento tecnológico em saúde pública.
TEXTO PARA A QUESTÃO 3
Surdos: os bilíngues bimodais
Em 26 de setembro foi comemorado o Dia Nacional do Surdo (Lei nº 11.796/2008). Esse dia foi escolhido como homenagem à data de criação, no Rio de Janeiro, da primeira Escola de Surdos do Brasil, hoje conhecida como Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).
A história de criação do INES se confunde com a história de criação da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Aliás aproveitamos para explicar que Libras é uma língua e não uma linguagem. Porque é um idioma oficial, reconhecido por lei federal (Lei nº 10.436/2002) e contém estrutura e regras próprias - tendo sido regulamentada desde 2010 a profissão de tradutor e intérprete de Libras.
As crianças surdas adquirem a língua de sinais de forma natural e espontânea. Enquanto o acesso à língua portuguesa acontece formalmente. Esses fatos tornam a língua de sinais imprescindível ao desenvolvimento de uma linguagem para a criança surda. Porque línguas de sinais e línguas faladas são línguas em modalidades diferentes, assim, pode-se dizer que os surdos são bilíngues bimodais.
O termo 'bilíngue bimodal' foi usado mais recentemente por pesquisadores que lidaram com crianças e adultos ouvintes com uma língua de sinais e uma língua falada. Não obstante o reconhecimento da condição bilíngue dos surdos ter existido na educação das pessoas com perdas auditivas há muito mais tempo.
É importante que as crianças surdas, além do aprendizado da língua de sinais, sejam também alfabetizadas na língua portuguesa, pois que é justamente essa última, sua segunda língua, que vai ser usada com função social interativa, como elemento de comunicação escrita através das redes sociais por exemplo.
A língua portuguesa será usada ainda para ler notícias, fazer consultas, escrever para alguém ou ler as mensagens que receber, ao mesmo tempo em que usam a língua de sinais para conversar e, em algumas situações, até ler textos em sinais. Assim, os surdos podem ser considerados bilíngues bimodais, pois a modalidade da escrita, apesar de também ser visual, é gráfica, o que a diferencia da modalidade gestual-visual.
Ser bilíngue bimodal apresenta uma série de vantagens, pois além das pessoas estarem diante de duas identidades linguísticas diferentes que propicia vantagens de ordem sociocultural, tem-se ainda vantagens como: você pode falar à distância; enquanto mastiga; através de portas de vidro; em ambientes com muito barulho, como em discotecas e pode falar até debaixo d'água, além de valorizar o seu currículo e tornar a sociedade mais inclusiva, ou seja, vale a pena ser bilíngue bimodal.
Geraldo Nogueira.
Subsecretário da Pessoa com Deficiência do Município do Rio de
Janeiro
Agência O Dia.
Texto disponível em: https://odia.ig.com.br/opiniao/2018/11/5589537-
surdos-os-bilingues-bimodais.html. Acesso em: 01 de novembro
de 2018.
Considerando a sintaxe de concordância e regência, qual dos períodos abaixo NÃO está de acordo com a norma culta da Língua Portuguesa.
Em 26 de setembro foi comemorado o Dia Nacional do Surdo (Lei nº11.796/2008). Esse dia foi escolhido como homenagem à data de criação, no Rio de Janeiro, da primeira Escola de Surdos do Brasil, hoje conhecida como Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).
A história de criação do INES se confunde com a história de criação da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Aliás aproveitamos para explicar que Libras é uma língua e não uma linguagem. Porque é um idioma oficial, reconhecido por lei federal (Lei nº 10.436/2002) e contém estrutura e regras próprias - tendo sido regulamentada desde 2010 a profissão de tradutor e intérprete de Libras.
Ser bilíngue bimodal apresenta uma série de vantagens, pois além das pessoas estarem diante de duas identidades linguísticas diferentes que propicia vantagens de ordem sociocultural, tem-se ainda vantagens como: você pode falar à distância; enquanto mastiga; através de portas de vidro; em ambientes com muito barulho, como em discotecas e pode falar até debaixo d'água, além de valorizar o seu currículo e tornar a sociedade mais inclusiva, ou seja, vale a pena ser bilíngue bimodal.
As crianças surdas adquirem a língua de sinais de forma natural e espontânea. Enquanto o acesso à língua portuguesa acontece formalmente. Esses fatos tornam a língua de sinais imprescindível ao desenvolvimento de uma linguagem para a criança surda. Porque línguas de sinais e línguas faladas são línguas em modalidades diferentes, assim, pode-se dizer que os surdos são bilíngues bimodais.
Assim, os surdos podem ser considerados bilíngues bimodais, pois a modalidade da escrita, apesar de também ser visual, é gráfica, o que a diferencia da modalidade gestual-visual.
Atendendo à norma-padrão da língua, no que se refere à regência verbal, a expressão que deve substituir a destacada em – Não se apercebendo de que se tratava apenas de um reflexo... (1o parágrafo) – é:
Ignorando que
Ignorando de que
Ignorando em que
Ignorando sobre que
Ignorando a que