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Com relação ao tema do Texto I, o último parágrafo funciona como:
restrição
advertência
síntese
acréscimo
contradição
... tudo sobrevive em Caymmi ... (3º parágrafo)
O pronome grifado acima
indica a presença de alguns temas, sobretudo ligados às festividades da Bahia, que despertavam a curiosidade de alguns cantores nessa época.
acentua a Importância de Caymml como um famoso compositor do rádio, o meio de divulgação mais conhecido no Rio de Janeiro.
demonstra as influências recebidas por Caymmi de cantores famosos no Rio de Janeiro, que garantiram o sucesso de suas músicas.
refere-se à presença dos diferentes elementos que serviram de inspiração para outros compositores, que também faziam sucesso no rádio.
sintetiza a sequência, que vinha sido apresentada, dos temas referentes à Bahia abordados por Caymmi em suas músicas.
Assinale a opção que melhor resume as idéias principais do texto.
Em Minas Gerais, observa-se uma queda na taxa de crimes violentos, e registram-se as maiores taxas desse tipo de crime nas cidades grandes e seu entorno.
A distribuição espacial da criminalidade violenta no primeiro trimestre de 2008 mantém o padrão observado anteriormente.
A taxa de crimes violentos foi de 32,93 ocorrências por mil habitantes, principalmente na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Cidades como Uberaba, Uberlândia, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Montes Claros, Janaúba e Unaí apresentaram as maiores taxas de queda da violência.
Assinale a alternativa incorreta quanto às afirmações:
Paráfrase não é sinônimo de resumo.
O resumo privilegia a síntese de um texto.
Tanto a paráfrase quanto o resumo devem ser menores do que o texto original.
Paráfrase é a tradução, a confirmação das idéias originais de um texto ou de uma obra.
O autor da paráfrase deve seguir os passos do texto original.
Assinale o trecho que constitui uma síntese adequada ao texto.
A tradição dominante em nossa historiografia conduziu os melhores espíritos a uma espécie de "história oficial" singularmente desprendida de intenções interpretativas e, em particular, muito sujeita a converter os atos declarados e as aspirações ideais conscientes dos agentes históricos em realidade histórica última, tão irredutível quão verdadeira em si mesma. A reação a esse padrão deficiente e deformado de descrição histórica é recente e ainda não conseguiu criar uma perspectiva de interpretação histórica livre de etnocentrismos, criticamente objetiva e aberta a certas categorias analíticas fundamentais. Por isso, aí reina uma confusão conceitual e metodológica prejudicial a qualquer tentativa de investigação macrossociológica.
(Florestan Fernandes, A revolução burguesa no Brasil, in Intérpretes do Brasil, vol. 3, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, p. 1.509)
Os melhores espíritos, sem intenções interpretativas, convertem as aspirações ideais em realidade histórica irredutível. A reação à descrição histórica não conseguiu livrar-se do etnocentrismos nem do prejuízo a qualquer investigação macrossociológica.
A tradição em nossa historiografia preferiu adotar a "história oficial" como realidade histórica. A reação a essa descrição equivocada é recente e ainda não conseguiu criar uma perspectiva mais objetiva, livre de etnocentrismos e teoricamente aberta. Por isso, predomina aí confusão conceitual e metodológica que prejudica a investigação macrossociológica.
A historiografia tradicional conduziu as descrições históricas a uma verdade irredutível. Esse padrão deficiente e deformado é recente e ainda não mudou a perspectiva das categorias analíticas. Assim, a confusão conceitual e metodológica tenta uma investigação macrossociológica.
A tradição historiográfica desprendeu-se de intenções interpretativas e converteu os agentes históricos em verdade irredutível. A reação é recente e ainda não se livrou do etnocentrismo e criou uma perspectiva mais aberta. O predomínio da conceituação na metodologia atrapalha a investigação macrossociológica.
Há uma "história oficial" desprendida de intenções interpretativas, sujeita a converter os agentes históricos em realidade histórica última. A reação é recente, mais objetiva, aberta a certas categorias analíticas. Essas conceituações metodológicas predominam e tentam uma investigação macrossocilógica.
A expressão "o tema" (L.3) resume a idéia de outras expressões do texto, com as quais forma uma cadeia coesiva: "A idéia de que o mundo vai acabar algum dia" (L.1), "o final dos tempos" (L.3) e "previsões escatológicas" (L.16-17).
Você já pensou como é importante saber falar?
Falando, a gente pode explicar o que quer, o que pensa, o que sente.
Muitos, muitos anos atrás, o antepassado do homem não falava. Ele se comunicava com os outros, por gestos, por berros, por grunhidos.
Não se sabe bem quando, onde ou como, esse antepassado do homem começou a se modificar.
E pouco a pouco foi se tornando um animal diferente.
Uma das coisas mais importantes que aconteceram com ele foi aprender a falar.
O que será que as pessoas falaram primeiro? Nós nunca vamos saber disso com certeza, mas podemos afirmar que essa invenção foi um grande sucesso ...
(Ruth Rocha e Otávio Roth. O livro das línguas. São Paulo, Comp.
Melhoramentos, 1992, p. 4-7. Fragmento adaptado).
A idéia que mais se destaca no texto é a idéia de que:
os homens também se comunicam por gestos e grunhidos.
os antepassados do homem não usavam a linguagem verbal.
as pessoas devem explicar o que pensam e sentem.
a linguagem foi uma grande invenção da humanidade.
não temos idéia acerca de onde surgiram as primeiras línguas.
A idéia central do texto assim poderia ser expressa: há regiões no Brasil, principalmente na Amazônia, cuja ocupação é reservada às Forças Armadas, a quem cabe a segurança nacional.
Segundo a argumentação do texto, a expressão "as novas tecnologias" L.15-16) resume três "pragas" especificadas anteriormente, "cujas raízes crescem sem parar" (L.12-13).
Certo
Errado
Na ordem em que se apresentam, as idéias contidas no texto podem ser resumidas adequadamente em
I. o aprendizado da expressão literária; II. a linguagem virtual; III. a linguagem audiovisual.
I. desaparecimento da mídia impressa; II. aparecimento da mídia eletrônica; III. o significado da linguagem virtual para o aprendizado do escrito.
I. aparecimento da linguagem audiovisual; II. a importância da linguagem verbal; III. o significado da linguagem virtual para a comunicação impressa.
I. a importância da linguagem audiovisual; II. desaparecimento da mídia impressa; III. a importância da linguagem verbal.
I. a importância da linguagem verbal; II. a linguagem audiovisual; III. o significado da linguagem virtual para a comunicação impressa.
O título do texto indica seu principal assunto, que se resume na seguinte afirmação:
A Divina Providência só ampara aqueles que buscam os meios da Justiça.
A vida moderna exige maior resignação das sofridas classes populares.
São cada vez mais numerosos os que recorrem aos meios da Justiça.
É cada vez mais significativo o número dos legisladores e agentes do Direito.
Só haverá plena justiça social depois de uma ampla reforma dos códigos.
Na ordem em que se apresenta, o conteúdo dos parágrafos pode ser resumido adequadamente em
I e II. primórdios da prática da caça de baleias; III e IV. medidas para proibição dessa atividade.
I. primórdios da prática da caça de baleias; II. alteração das técnicas de abate; III. extinção das espécies azul, franca e jubarte; IV. proibição da caça às baleias pelo Brasil.
I, II e III. evolução das técnicas de caça às baleias; IV. medidas de proteção às diferentes espécies.
I e II. evolução das técnicas de caça às baleias; III e IV. proibição da caça comercial das baleias.
I e II. evolução das técnicas de caça às baleias; III e IV. relação entre essas técnicas e a sobrevivência das diferentes espécies de baleias.
Marque o item que expressa o tema central desse texto.
Se a data da Abolição marcará no Brasil o fim do predomínio agrário, o quadro político instituído no ano seguinte quer responder à conveniência de um
Existe um elo secreto estabelecendo entre esses dois acontecimentos e numerosos outros uma revolução lenta, mas segura e concertada, a única que, rigorosamente, temos experimentado em toda a nossa vida nacional.
Processa-se, é certo, sem o grande alarde de algumas convulsões de superfície, que os historiadores exageram freqüentemente em seu zelo, minucioso e fácil, de compendiar as transformações exteriores da existência dos povos.
Perto dessa revolução, a maioria de nossas agitações do período republicano, como as suas similares das nações da América espanhola, parecem desvios na trajetória da vida política legal do Estado comparáveis a essas antigas "revoluções palacianas",
tão familiares aos conhecedores da história européia.
(Sérgio Buarque de Holanda)
A frase Infrações no território brasileiro pode ser colocada como título desse texto, uma vez que resume a idéia principal nele abordada.
No primeiro parágrafo, a idéia central pode ser resumida da seguinte forma: é necessário dar bens de subsistência para quem já se encontra em situação de miséria extrema.
Primeiro parágrafo: A inocência divina evidenciou-se aos olhos dos seus julgadores, mas nenhum estendeu-lhe a proteção da toga, o que nos leva a crer que não existem tribunais suficientes para abrigar o direito, quando o dever de ser justo ausenta-se da consciência dos magistrados.
Um título adequado ao texto e que resume sua idéia central é: As eleições e o papel da assembléia geral constituinte.
Perpassa uma visão dualista do comportamento humano em todo o texto e o título resume a ideologia subjacente: os bons merecem sorte.
Atenção: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto que segue.
Guerra na televisão
O cinismo é uma das armas dos humoristas. No dia em que começou a invasão do Iraque, um deles escreveu em sua coluna de jornal que ia comprar um balde de pipocas, sintonizar a TV num canal internacional e esticar as pernas no sofá. O pior é que esse tipo de cinismo não é de responsabilidade exclusiva do humorista do jornal, mas do próprio tipo de transmissão: os telespectadores se deparam não exatamente com as atrocidades da guerra, mas com uma espécie de cenário de videogame, com clarões e explosões na panorâmica noturna de uma cidade fantasmagórica. As emissoras fazem da cobertura da guerra um espetáculo para grande audiência.
Poupado das visões particularizadas dos corpos atingidos, das expressões de dor, dos inúmeros rostos dos mortos e feridos, o telespectador é induzido a uma percepção asséptica de cada bombardeio, como num combate puramente virtual. Some-se a isso o tempo que gastam os canais de TV na descrição dos armamentos, no preço de cada operação, nas estatísticas de todo tipo, nas análises dos especialistas – e praticamente nada sobra de espaço para o que realmente deveria contar: a trágica experiência humana dos envolvidos.
Muitos dos próprios jornalistas – sobretudo os que estão mais próximos das cenas de combate – procuram desfazer essa banalização da violência com relatos realistas e dramáticos. Mas suas palavras, sendo apenas palavras, não eliminam o efeito das imagens "higienizadas" da guerra, captadas por câmeras fixas, acionadas por controle remoto. Não é estranho que nos filmes de ficção mais violentos se exibam os detalhes mais miúdos e sórdidos, ao passo que no telejornalismo a barbárie ganha o aspecto aceitável de uma grande cena ficcional?
(Severiano Linhares, inédito)
A idéia fundamental desenvolvida no texto está corretamente resumida em:
Deve-se ao cinismo dos humoristas o fato de que as imagens da guerra percam toda a gravidade que lhes é inerente.
As transmissões ao vivo das cenas de guerra se fazem de modo a retirar das imagens o impacto da violência que se abate sobre os envolvidos.
É a violência dos filmes de ficção que torna insignificante a brutalidade amplamente propagada nas cenas de guerra dos telejornais.
Alguns jornalistas preferem, em vez de se valer das palavras, dar toda a ênfase à documentação fotográfica que realizam no local da conflagração.
Quando mostram os detalhes de uma batalha sangrenta, as reportagens acabam por dar mais ênfase aos dramas subjetivos que à tragédia real.