Questões de Concurso sobre Substituição de verbos por advérbios e vice-versa

 
 
Disciplina
Assunto 1
Banca
Instituição
Cargo
Ano
Carreira
Área de formação
Escolaridade
Dificuldade
 
Comentários:
Professores
Alunos
Meus Comentários
Vídeo
 
Minhas questões:
Resolvidas
Não resolvidas
Certas
Erradas
 
Tipo de questão:
Certo e errado
Múltipla escolha
Incluir questões:
Anuladas
Desatualizadas
 
Questões:
Todas as questões
 
Filtro simplificado
 
Questões
Todas as questões
 
16 questões encontradas
Questões por página
20
Mais recentes
 

Para que a primeira frase do texto continue expressando uma dúvida, o advérbio “talvez” (l. 01) somente pode ser substituído por:


A

Efetivamente.


B

Excessivamente.


C

Simultaneamente.


D

Permanentemente.


E

Provavelmente.

Em todas as opções abaixo ocorre a presença do advérbio “não” seguido de verbo.


Assinale a frase em que foi feita adequadamente a substituição do termo sublinhado por um só verbo.


A

O TSE não permite a entrada de celulares na cabine de votação / proíbe.


B

O cliente não seguiu as recomendações do advogado / abandonou.


C

A Prefeitura não liberou os documentos para a nova construção / interditou.


D

O aluno não respondeu à professora / contestou.


E

Não acreditamos nas promessas de políticos / recusamos.

Mesmo usando ciência e estatística como base” (6º parágrafo). Mantém-se o sentido original do trecho destacado em:


A

Já que tenha usado


B

Para que tenha usado


C

Ainda que tenha usado


D

Tanto que tenha usado

A correção gramatical e os sentidos do texto CG1A1-I seriam mantidos se o gerúndio “objetivando” (primeiro período do segundo parágrafo) fosse substituído por


A

com o objetivo de.


B

que objetiva.


C

os quais objetivam.


D

às quais objetivam.


E

onde o objetivo é.

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, analise as afirmativas.


I- Na linha 1, a expressão tão poderosa quanto indica um comparativo de igualdade.

II- A palavra Afinal, na linha 2, é uma preposição que pode ser substituída por Finalmente.

III- Com o uso dos pronomes você, nossa e nossos, o autor intende maior aproximação com o leitor.

IV- A locução adverbial Não à toa (linha 6) significa que não foi ao acaso, ao léu.


Estão corretas as afirmativas


A

I, III e IV, apenas.


B

I e IV, apenas.


C

II e III, apenas.


D

I, II, III e IV.


E

II e IV, apenas.

O sentido e a correção gramatical do texto CB1A1-I seriam preservados caso a locução Apesar de, empregada no trecho “Apesar desses desincentivos aparentes” (primeiro parágrafo), fosse substituída por


A

Embora.


B

Ainda que


C

Não obstante.


D

Mesmo se.

Assinale a alternativa em que o termo entre parênteses substitui corretamente a expressão.


A

chegar ao principal polo varejista de rua (chegá-lo)


B

recebem 350 mil pessoas (recebem-as)


C

prefere comprar em Osasco (prefere comprar-lhe)


D

distribuem sacolinha plástica (distribuem-na)


E

supre demandas (supre-lhes)

O símbolo que está em negrito na linha 24 (Δ) pode ser substituído por qual sinal de pontuação, de forma a manter a correta estrutura e escrita do texto?


A

Vírgula.


B

Ponto final.


C

Ponto de exclamação.


D

Ponto de interrogação.


E

Travessão.

O Escriba

Conhecida também pelo pernóstico apelido de Sorbonne, a Escola Superior de Guerra era produto de um sincero interesse da cúpula militar pelo aprimoramento intelectual dos oficiais superiores, mas também de um desejo dos ministros de manter longe dos comandos de tropa e de posições importantes no Estado-Maior os oficiais de muita capacidade e pouca confiança. Enquanto se puniam com transferências para circunscrições de recrutamento os coronéis chucros ou extremados, a oposição militar bem-educada ganhava escrivaninhas na ESG, cuja primeira virtude era a localização: no Rio de Janeiro, debruçada sobre a praia da Urca. Em 1953, somando-se os estagiários ao seu quadro de pessoal, a ESG dava o que fazer a doze generais, três almirantes, dois brigadeiros, 33 coronéis e onze capitães-de-mar-e-guerra, efetivo equivalente a mais que o dobro dos coronéis e generais que foram para a guerra.

Desde 1950 a escola juntava por volta de setenta civis e militares num curso de um ano, verdadeira maratona de palestras e estudos em torno dos problemas nacionais. Essa convivência de oficiais, burocratas e parlamentares era experiência inédita, mas seria exagero dizer que nos seus primeiros dez anos de vida a ESG aglutinou uma amostra da elite nacional. O número de estagiários sem ligação funcional com o Estado dificilmente alcançava um terço das turmas. A seleção dos 483 militares que fizeram qualquer tipo de curso na ESG entre 1950 e 1959 deu-se sem dúvida no estrato superior da oficialidade. Dois chegaram à Presidência da República (Geisel e Castello Branco), 23 ao ministério, e, deles, seis chefiaram o Exército. Com os 335 civis que passaram pela escola no mesmo período, o resultado foi outro. Só quatro chegaram ao

ministério. Um deles, Tancredo Neves, pode ser computado como se tivesse chegado à Presidência.

A escola funcionava num clima grandiloquente e autocongratulatório. Suas primeiras turmas incluíam oficiais sinceramente convencidos de que participavam de um mutirão intelectual que repensava o Brasil. Havia neles um verdadeiro sentido de missão. “Nenhum de nós sabia nada e queríamos que alguém nos desse ideias”, contaria mais tarde o general Antônio Carlos Muricy. Ainda assim, a ESG não produziria uma só ideia ao mesmo tempo certa e nova. Seus fundadores empilharam conceitos redundantes, como Planejamento da Segurança Nacional, e impenetráveis, como o Conceito Estratégico Nacional, atrás dos quais se escondia uma metafísica do poder estranha à ordem e às instituições democráticas, aos sistemas partidários e aos mecanismos eleitorais. Carlos Lacerda chamava-a de “escola do blá-blá-blá”. Com o tempo edificou-se a mitologia de que a Sorbonne foi laboratório de aperfeiçoamento da elite nacional e sacrário ideológico do regime de 1964. Parte da cúpula militar que a criou, no entanto, haveria de tomá-la como mau exemplo tanto pela fauna como pela flora. “Cuidado com os picaretas. Veja a ESG”, advertiu Geisel a um amigo. As famosas apostilas de capa cinza eram documentos irrelevantes para o general: “Podem ir para o lixo, pois as turmas e os grupos são muito díspares”.

Fundada na premissa de que o subdesenvolvimento brasileiro era produto da falta de articulação e competência de sua elite, a ESG se propunha a sistematizar o debate dos problemas do país. Oferecia-se também como centro de estudos para uma crise universal muito mais ameaçadora e urgente. Em maio de 1949 a escola ainda não estava legalmente organizada, mas seu comandante, o general Oswaldo Cordeiro de Farias, advertia: “Precisamos preparar-nos para a eventualidade da terceira guerra mundial, o que é uma consequência do panorama internacional, uma política de autodefesa, um imperativo de nossa soberania e do nosso espírito

de sobrevivência. Viver despreocupado deste problema, num mundo que não se entende, é ter mentalidade suicida”.

Esse mundo vivia sob a influência de duas expressões: Cortina de Ferro e Guerra Fria.

A primeira fora mais uma expressão genial do ex-primeiro-ministro inglês Winston Churchill. Em março de 1946, discursando na pequena cidade de Fulton, nos Estados Unidos, ele denunciou: “De Stettin, no Báltico, a Trieste no Adriático, uma cortina de ferro caiu sobre o Continente. Atrás dessa linha, todas as capitais dos velhos Estados da Europa Central, Varsóvia, Berlim, Praga, Viena, Budapest, Belgrado, Bucarest e Sofia, todas essas famosas cidades, bem como as populações que as circundam, estão submetidas não só à influência soviética, mas a um grande e crescente controle por Moscou”.

A segunda fora produto da memória do jornalista americano Walter Lippmann. Ao dar título a uma coletânea de artigos dos últimos meses de 1947, ele recorreu à expressão francesa usada em 39 para designar a política de intimidação de Hitler na Europa, “la guerre froide”.


(GASPARI, E. A ditadura derrotada. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 121-124).



Assinale a alternativa em que a substituição da palavra destacada pela palavra entre parênteses mantém a correção gramatical e os sentidos do texto:



A

“Conhecida também pelo PERNÓSTICO (modesto) apelido de Sorbonne, a Escola Superior de Guerra era produto de um sincero interesse da cúpula militar [...]”


B

“[...] oficiais sinceramente convencidos de que participavam de um MUTIRÃO (colegiado) intelectual que repensava o Brasil.”


C

Seus fundadores empilharam conceitos REDUNDANTES (contraditórios), como Planejamento da Segurança Nacional, e impenetráveis [...]”


D

“Precisamos preparar-nos para a eventualidade da terceira guerra mundial, o que é uma conseqüência do PANORAMA (cenário) internacional [...]”

Na fala do homem – Aqui no meu quintal ninguém mexe! – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por


A

permanece.


B

entra.


C

fica.


D

aparece.


E

toca.

Considerando-se o significado das palavras no contexto apresentado, é correto afirmar que os vocábulos destacados poderiam ser substituídos pelos termos sugeridos, com EXCEÇÃO de:


A

Absoluta (2º§) – plena.


B

Chocante (2º§) – impactante.


C

Assimetria (3º§) – integração.


D

Vulneráveis (3º§) – suscetíveis.

Considere as seguintes propostas de substituição de palavras do texto, assinalando com 1 aquelas que manteriam o significado do texto e com 2, aquelas que o alterariam.


( ) especialmente {\. 10) por principalmente

( ) puramente {\. 11) por nitidamente

( ) seguinte {\. 13) por subsequente

( ) como (I. 15) por enquanto


A seqüência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é



A

2 - 1 - 2 - 2 .


B

1 - 2 - 1 - 1.


C

2 - 1 - 1 - 2.


D

1 - 1 - 2 - 1.


E

1 - 2 - 2 - 1.

Assinale a alternativa INCORRETA quanto à substituição, no texto, da primeira palavra pela segunda.


A

estéril (16) = improdutivo


B

onde (5) = em que


C

ancorada (18) = apoiada


D

vocação (8) = preferência

 
 
Gerar simulado