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Assinale a alternativa que indica a classificação do sujeito da forma verbal “contamos” no trecho a seguir: “contamos com dispositivos de fácil ace...o, como tabletes, smartphones e internet”.
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito indeterminado.
Sujeito oculto (desinencial).
Oração sem sujeito.
No período “Convém que a primeira frase seja cintilante.” (5º§), o verbo destacado constitui a oração principal. Pode-se afirmar que está flexionado na terceira pessoa do singular e que seu sujeito é:
desinencial.
indeterminado.
oracional.
inexistente.
composto.
A respeito da concordância verbal no texto CB1A1, assinale a opção correta.
Na primeira oração do primeiro período do terceiro parágrafo, a flexão da forma verbal “verificou-se” na terceira pessoa do singular justifica-se pelo fato de o sujeito dessa oração ser indeterminado.
Estaria mantida a correção gramatical do primeiro parágrafo caso a forma verbal “aparentam” estivesse flexionada na terceira pessoa do singular, dada a possibilidade de concordância do verbo com a oração “ser as principais evidências da ação protetiva da atividade física contra doenças crônicas”.
Estaria mantida a correção gramatical do segundo período do segundo parágrafo caso a forma verbal “produz” estivesse flexionada na terceira pessoa do plural dada a possibilidade de concordância com “caminhadas regulares”, que é seu antecedente mais próximo.
No segundo período do segundo parágrafo, a substituição de “Há” por Existem não prejudicaria a correção gramatical do texto visto que os verbos haver e existir são sinônimos no contexto.
“A escritora Annie Ernaux foi a escolhida para receber o Prêmio Nobel de Literatura de 2022 por sua “coragem e acuidade clínica para descortinar as raízes, os estranhamentos e os constrangimentos coletivos da memória pessoal” e por refletir sobre “uma vida marcada por grandes disparidades de gênero, linguagem e classe”, segundo comunicado da Real Academia de Ciências da Suécia. Professora universitária aposentada de literatura, a francesa é a 17ª mulher e a primeira de seus país a conquistar o reconhecimento. Escreveu cerca de 20 livros. Quatro deles foram publicados no Brasil pela Fósforo Editora. Recentemente, a autora teve sua participação confirmada na 20ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, que este ano acontece entre os dias 23 e 27 de novembro. [...]”
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QUEIROZ, Christina. Nobel de Literatura premia francesa Annie Ernaux. Pesquisa Fapesp, 6 de outubro de 2022. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/nobel-de-literatura-premia-francesaannie-ernaux/.
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Qual das alternativas abaixo identifica corretamente o tipo de sujeito da oração em destaque nesse trecho?
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito oculto ou elíptico.
Sujeito indeterminado.
Sujeito inexistente.
Assinale a alternativa onde temos uma oração com sujeito indeterminado.
Há razões para evitarmos a viagem.
Está frio.
Não se luta sem causa.
Estava trovejando quando ela saiu.
"Ninguém fura fila para chegar à seleção brasileira de futebol..." Na passagem em destaque, o termo sublinhado exerce função sintática de sujeito:
simples.
inexistente.
composto.
indeterminado.
Na oração A rua tá cheia de poças de lama, no primeiro quadrinho, o sujeito é classificado como:
Sujeito composto.
Sujeito indeterminado.
Sujeito inexistente.
Sujeito simples.
Sujeito desinencial.
Na linha 4, a flexão da forma verbal “foram” na terceira pessoa do plural justifica-se por ser indeterminado o sujeito da oração, não havendo referente ao qual se possa atribuir a noção verbal.
Certo
Errado
Leia a crônica.
A Navegação da Casa
Muitos invernos rudes já viveu esta casa. E os que a habitaram através dos tempos lutaram longamente contra o frio entre essas paredes que hoje abrigam um triste senhor do Brasil.
(…)
Hesitei longamente, dentro da casa gelada; qual daqueles aparelhos usaria? O mais belo, revestido de porcelana, não funcionava, e talvez nunca tivesse funcionado; era apenas um enfeite no ângulo de um quarto; investiguei lentamente os outros, abrindo tampas enferrujadas e contemplando cinzas antigas dentro de seus bojos escuros. Além do sistema geral da casa – esse eu logo pus de lado, porque comporta ligações que não merecem fé e termômetros encardidos ao lado de pequenas caixas misteriosas – havia vários pequenos sistemas locais. Chegaram uns amigos que se divertiram em me ver assim perplexo. Dei conhaque para aquecê-los, uma jovem se pôs a cantar na guitarra, mas continuei minha perquirição melancólica. Foi então que me veio a ideia mais simples: afastei todos os aparelhos e abri, em cada sala, as velhas lareiras. Umas com trempe, outras sem trempe, a todas enchi de lenha e pus fogo, vigiando sempre para ver se as chaminés funcionavam, jogando jornais, gravetos e tacos e toros, lutando contra a fumaceira, mas venci.
Todos tiveram o mesmo sentimento: apagar as luzes. Então eu passeava de sala em sala como um velho capitão, vigiando meus fogos que lançavam revérberos nos móveis e paredes, cuidando carinhosamente das chamas como se fossem grandes flores ardentes, mas delicadas que iam crescendo graças ao meu amor. Lá fora o vento fustigava a chuva, na praça mal iluminada; e vi, junto à luz triste de um poste, passarem flocos brancos que se perdiam na escuridão. Essa neve não caía do céu; eram as pequenas flores de uma árvore imensa que voavam naquela noite de inverno, sob a tortura do vento.
Detenho-me diante de uma lareira e olho o fogo. É gordo e vermelho, como nas pinturas antigas; remexo as brasas com o ferro, baixo um pouco a tampa de metal e então ele chia com mais força, estala, raiveja, grunhe. Abro: mais intensos clarões vermelhos lambem o grande quarto e a grande cômoda velha parece se regozijar ao receber a luz desse honesto fogo. Há chamas douradas, pinceladas azuis, brasas rubras e outras cor-de-rosa, numa delicadeza de guache. Lá no alto, todas as minhas chaminés devem estar fumegando com seus penachos brancos na noite escura; não é a lenha do fogo, é toda a minha fragata velha que estala de popa a proa, e vai partir no mar de chuva. Dentro, leva cálidos corações.
Então, nesse belo momento humano, sentimos o quanto somos bichos. Somos bons bichos que nos chegamos ao fogo, os olhos luzindo; bebemos o vinho da Borgonha e comemos pão. Meus bons fantasmas voltam a se misturarem aos presentes […]
(Rubem Braga. Excerto)
Assinale a alternativa correta, com base no texto.
A primeira frase do texto apresenta um sujeito simples: “esta casa”, assim como um adjunto adverbial de tempo.
A frase: “… continuava sua perquirição melancólica” leva o leitor a entender que o narrador, com ânimo, dava sequência à investigação da casa.
Com a frase: “Dentro leva cálidos corações” pode-se inferir que dentro de fragata imaginada pelo narrador havia pessoas desanimadas que partiam junto com ele.
O último parágrafo é um período composto por várias orações que apresentam o mesmo sujeito, qual seja: sujeito indeterminado.
Ao dizer que estava “… vigiando meus fogos que lançavam revérberos” o narrador dizia perceber a lareira expelindo fuligens sobre os móveis e isso o preocupava.
Qual a classificação do sujeito da segunda oração do Período: "Esse episódio demonstra a grandeza de Sócrates e porque era tão estimado"?
Simples.
Indeterminado.
Composto.
Oculto.
Inexistente.
Considere a oração “seu corpo se transforma abruptamente numa coisa diferente”, para responder às questões 11 e 12.
Na passagem em análise, ao fazer uso da voz passiva, obtém-se como efeito:
a indeterminação do sujeito sintático.
a omissão do agente da ação realizada.
a construção da ideia de reciprocidade.
o prolongamento da duração da ação.
a ambiguidade no complemento do verbo.
Analise: “Fomos enganados” e assinale qual o tipo de sujeito correto.
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito oculto.
Sujeito indeterminado.
A primeira oração do período "Quando há atrito entre duas ou mais pessoas e elas não conseguem encontrar uma saída, acabam por dizer coisas que, de maneira refletida, não diriam " tem o sujeito classificado como:
Simples.
Inexistente.
Indeterminado.
Oculto.
A aula foi ministrada pela professora. A estrutura em negrito é classificada como:
Sujeito simples e paciente
Sujeito simples e agente
Sujeito composto
Sujeito indeterminado
Em relação à oração “Adoro essa mensagem”, retirada do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
-
( ) O tipo de sujeito da oração é indeterminado.
( ) O verbo “adoro” é um verbo transitivo indireto.
( ) O tipo de predicado é verbal.
( ) A expressão “essa mensagem” é complemento verbal.
-
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – V – F – V.
V – V – F – V.
F – F – V – V.
F – V – F – F.
V – F – V – F.
Na oração "Há coisas bonitas na vida ", o sujeito é classificado como:
Inexistente.
Indeterminado.
Simples.
Oculto.
Analise: “Jovens entre 18 e 25 anos precisam de alarmes com sons mais altos para acordar totalmente” e assinale o tipo de sujeito presente na oração.
Sujeito simples.
Sujeito oculto.
Sujeito indeterminado.
Sujeito composto.
Sujeito elíptico.
Atenção! O texto a seguir serve de base para as questões de 01 a 07:
RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO
O termo “responsabilidade” é o conhecido pelo senso comum. É utilizado para qualquer situação em que alguém deva responder pelas consequências de atos ou fatos lesivos – toda pessoa que é apta a ter direitos deve responder por suas obrigações. No campo do Direito, verifica-se a existência de uma tríplice responsabilidade: a administrativa, a penal e a civil, inconfundíveis e independentes entre si e, eventualmente, cumuláveis.
No entanto, a regra da independência não é absoluta, existindo a possibilidade de interdependência entre tais instâncias. É corrente, no Direito Civil, que não se pode mais questionar a existência do fato ou sua autoria, quando a questão estiver decidida no juízo criminal, o que reforça a ideia de uma autonomia relativa entre as esferas. Essa relativização da independência de jurisdições se justifica em virtude de o Direito Penal incorporar a exigência de provas mais rígidas para a solução das questões submetidas a seus ditames, sobretudo em virtude do princípio da presunção de inocência. Porém, nem sempre as questões decididas definitivamente no juízo criminal irradiarão efeitos vinculantes nos juízos cível e administrativo.
A sentença penal absolutória, tanto no caso em que fundamentada na falta de provas para a condenação quanto na hipótese em que ainda não tenha transitado em julgado, não vinculará o juízo cível ou administrativo no julgamento das respectivas ações. Sobre o tema, no RE 1164236/MG, o STJ registrou-nos que "a ação em que se discute a reparação civil somente estará prejudicada na hipótese de a sentença penal absolutória fundamentar-se, em definitivo, na inexistência do fato ou na negativa de autoria'.
A responsabilização civil tem origem no Direito Civil, em que se verifica, no mais das vezes, a responsabilidade contratual, pois fundada em acordos prévios entre os particulares. Em regra, a responsabilidade do Estado constitui modalidade extracontratual, por inexistir um contrato que sustente o dever de reparar, distintamente do que ocorre nas relações travadas entre os particulares. A seguir, aprofundemos a distinção entre a responsabilidade extracontratual e contratual.
A responsabilidade extracontratual ou aquiliana é a que decorre da ação ou omissão, lícita ou ilícita, que provoque dano a alguém, independentemente de prévia obrigação contratual. É o exemplo da responsabilidade civil do Estado, a qual se destina a salvaguardar os "terceiros': assim entendidos aqueles que não se acham submetidos a qualquer vínculo especial com o Poder Público (§ 6.0 do art. 37 da CF/1988). Já a responsabilidade contratual origina-se no descumprimento de cláusulas contratuais entre as partes. É o exemplo da indenização decorrente da anulação do contrato administrativo de prestação de serviços de limpeza, devido à culpa atribuível ao Estado-administrador.
(Adaptado de Borges, Cyonil e Sá, Adriel. Manual de Direito Administrativo Facilitado. São Paulo: Editora Juspodivm, 2018. 2ª edição).
O trecho: “No campo do Direito, verifica-se a existência de uma tríplice responsabilidade: a administrativa, a penal e a civil, inconfundíveis e independentes entre si e, eventualmente, cumuláveis” (1º parágrafo), o verbo destacado permanece no singular porque:
Está na voz passiva e tem sujeito indeterminado.
Está na voz ativa e concorda com um sujeito plural.
Está na voz reflexiva e concorda com um sujeito singular.
Está na voz passiva e tem sujeito simples, posposto.
Ainda assim, ele reconheceu.
O tipo de sujeito presente na frase é conhecido como sujeito:
Indeterminado.
Composto.
Simples.
Oculto.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação do sujeito da oração A proposta inclui dispositivo no art. 5º da Constituição (l.6-7).
Simples.
Composto.
Desinencial.
Indeterminado.
Inexistente.