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Analise o trecho destacado a seguir:
“Todos preferem o modelo menor, que é mais discreto, mas o que determina o aparelho ideal é a extensão da perda, que tem diferentes graus, indo de leve a profunda. [...]‟” (linhas 25 a 29).
Assinale a alternativa correta:
As orações “que é mais discreto” e “que tem diferentes graus” são classificadas como orações subordinada adjetivas restritivas.
“Todos” indica a indeterminação do sujeito da oração principal, uma vez que exerce função morfológica de pronome indefinido.
Há uma oração coordenada sindética adversativa presente no período em tela.
Não há nenhum trecho no período que poderia ser suprimido sem causar prejuízos às regras gramaticais.
Em Esqueceram de trancar a porta, tem-se qual tipo de sujeito?
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito desinencial.
Sujeito indeterminado.
Sujeito inexistente.
Analise o período a seguir:
“Trata-se de um projeto-piloto...” (linha 15).
Sobre a sua análise sintática, assinale a alternativa correta:
Caso houvesse alteração do sujeito para o plural, a locução “trata-se de” também flexionaria para fins de concordância.
Possui sujeito indeterminado.
“um projeto-piloto” configura o sujeito da oração principal.
Não possui complemento verbal.
Analise as afirmativas que seguem:
I. Na oração pode-se ouvir as ondas batendo contra a areia (linha 3), o pronome em destaque é classificado como índice de indeterminação do sujeito.
II. Na oração e me coloquei em posição de sentido (linha 10), o pronome em destaque é reflexivo.
III. No trecho Curvando-se, verificou os cantos dos lençóis (linhas 19 e 20) o pronome em destaque é classificado como reflexivo.
Assinale
se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.
se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas.
se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas.
se apenas a afirmativa I estiver correta.
se nenhuma das afirmativas estiver correta.
Leia o fragmento abaixo:
Eu quero fazer coisas que me engrandeçam para além do acúmulo de patrimônio ou da mera remuneração.
Mario Sergio Cortella. “Por que fazemos o que fazemos?”. São Paulo, 2016, p.94.
O sujeito da oração é classificado como:
Simples.
Indeterminado.
Desinencial.
Composto.
Assinale a alternativa que indica a classificação do sujeito da forma verbal “contamos” no trecho a seguir: “contamos com dispositivos de fácil ace...o, como tabletes, smartphones e internet”.
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito indeterminado.
Sujeito oculto (desinencial).
Oração sem sujeito.
No período “Convém que a primeira frase seja cintilante.” (5º§), o verbo destacado constitui a oração principal. Pode-se afirmar que está flexionado na terceira pessoa do singular e que seu sujeito é:
desinencial.
indeterminado.
oracional.
inexistente.
composto.
A respeito da concordância verbal no texto CB1A1, assinale a opção correta.
Na primeira oração do primeiro período do terceiro parágrafo, a flexão da forma verbal “verificou-se” na terceira pessoa do singular justifica-se pelo fato de o sujeito dessa oração ser indeterminado.
Estaria mantida a correção gramatical do primeiro parágrafo caso a forma verbal “aparentam” estivesse flexionada na terceira pessoa do singular, dada a possibilidade de concordância do verbo com a oração “ser as principais evidências da ação protetiva da atividade física contra doenças crônicas”.
Estaria mantida a correção gramatical do segundo período do segundo parágrafo caso a forma verbal “produz” estivesse flexionada na terceira pessoa do plural dada a possibilidade de concordância com “caminhadas regulares”, que é seu antecedente mais próximo.
No segundo período do segundo parágrafo, a substituição de “Há” por Existem não prejudicaria a correção gramatical do texto visto que os verbos haver e existir são sinônimos no contexto.
“A escritora Annie Ernaux foi a escolhida para receber o Prêmio Nobel de Literatura de 2022 por sua “coragem e acuidade clínica para descortinar as raízes, os estranhamentos e os constrangimentos coletivos da memória pessoal” e por refletir sobre “uma vida marcada por grandes disparidades de gênero, linguagem e classe”, segundo comunicado da Real Academia de Ciências da Suécia. Professora universitária aposentada de literatura, a francesa é a 17ª mulher e a primeira de seus país a conquistar o reconhecimento. Escreveu cerca de 20 livros. Quatro deles foram publicados no Brasil pela Fósforo Editora. Recentemente, a autora teve sua participação confirmada na 20ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, que este ano acontece entre os dias 23 e 27 de novembro. [...]”
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QUEIROZ, Christina. Nobel de Literatura premia francesa Annie Ernaux. Pesquisa Fapesp, 6 de outubro de 2022. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/nobel-de-literatura-premia-francesaannie-ernaux/.
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Qual das alternativas abaixo identifica corretamente o tipo de sujeito da oração em destaque nesse trecho?
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito oculto ou elíptico.
Sujeito indeterminado.
Sujeito inexistente.
Assinale a alternativa onde temos uma oração com sujeito indeterminado.
Há razões para evitarmos a viagem.
Está frio.
Não se luta sem causa.
Estava trovejando quando ela saiu.
Na linha 4, a flexão da forma verbal “foram” na terceira pessoa do plural justifica-se por ser indeterminado o sujeito da oração, não havendo referente ao qual se possa atribuir a noção verbal.
Certo
Errado
Leia a crônica.
A Navegação da Casa
Muitos invernos rudes já viveu esta casa. E os que a habitaram através dos tempos lutaram longamente contra o frio entre essas paredes que hoje abrigam um triste senhor do Brasil.
(…)
Hesitei longamente, dentro da casa gelada; qual daqueles aparelhos usaria? O mais belo, revestido de porcelana, não funcionava, e talvez nunca tivesse funcionado; era apenas um enfeite no ângulo de um quarto; investiguei lentamente os outros, abrindo tampas enferrujadas e contemplando cinzas antigas dentro de seus bojos escuros. Além do sistema geral da casa – esse eu logo pus de lado, porque comporta ligações que não merecem fé e termômetros encardidos ao lado de pequenas caixas misteriosas – havia vários pequenos sistemas locais. Chegaram uns amigos que se divertiram em me ver assim perplexo. Dei conhaque para aquecê-los, uma jovem se pôs a cantar na guitarra, mas continuei minha perquirição melancólica. Foi então que me veio a ideia mais simples: afastei todos os aparelhos e abri, em cada sala, as velhas lareiras. Umas com trempe, outras sem trempe, a todas enchi de lenha e pus fogo, vigiando sempre para ver se as chaminés funcionavam, jogando jornais, gravetos e tacos e toros, lutando contra a fumaceira, mas venci.
Todos tiveram o mesmo sentimento: apagar as luzes. Então eu passeava de sala em sala como um velho capitão, vigiando meus fogos que lançavam revérberos nos móveis e paredes, cuidando carinhosamente das chamas como se fossem grandes flores ardentes, mas delicadas que iam crescendo graças ao meu amor. Lá fora o vento fustigava a chuva, na praça mal iluminada; e vi, junto à luz triste de um poste, passarem flocos brancos que se perdiam na escuridão. Essa neve não caía do céu; eram as pequenas flores de uma árvore imensa que voavam naquela noite de inverno, sob a tortura do vento.
Detenho-me diante de uma lareira e olho o fogo. É gordo e vermelho, como nas pinturas antigas; remexo as brasas com o ferro, baixo um pouco a tampa de metal e então ele chia com mais força, estala, raiveja, grunhe. Abro: mais intensos clarões vermelhos lambem o grande quarto e a grande cômoda velha parece se regozijar ao receber a luz desse honesto fogo. Há chamas douradas, pinceladas azuis, brasas rubras e outras cor-de-rosa, numa delicadeza de guache. Lá no alto, todas as minhas chaminés devem estar fumegando com seus penachos brancos na noite escura; não é a lenha do fogo, é toda a minha fragata velha que estala de popa a proa, e vai partir no mar de chuva. Dentro, leva cálidos corações.
Então, nesse belo momento humano, sentimos o quanto somos bichos. Somos bons bichos que nos chegamos ao fogo, os olhos luzindo; bebemos o vinho da Borgonha e comemos pão. Meus bons fantasmas voltam a se misturarem aos presentes […]
(Rubem Braga. Excerto)
Assinale a alternativa correta, com base no texto.
A primeira frase do texto apresenta um sujeito simples: “esta casa”, assim como um adjunto adverbial de tempo.
A frase: “… continuava sua perquirição melancólica” leva o leitor a entender que o narrador, com ânimo, dava sequência à investigação da casa.
Com a frase: “Dentro leva cálidos corações” pode-se inferir que dentro de fragata imaginada pelo narrador havia pessoas desanimadas que partiam junto com ele.
O último parágrafo é um período composto por várias orações que apresentam o mesmo sujeito, qual seja: sujeito indeterminado.
Ao dizer que estava “… vigiando meus fogos que lançavam revérberos” o narrador dizia perceber a lareira expelindo fuligens sobre os móveis e isso o preocupava.
Qual a classificação do sujeito da segunda oração do Período: "Esse episódio demonstra a grandeza de Sócrates e porque era tão estimado"?
Simples.
Indeterminado.
Composto.
Oculto.
Inexistente.
Considere a oração “seu corpo se transforma abruptamente numa coisa diferente”, para responder às questões 11 e 12.
Na passagem em análise, ao fazer uso da voz passiva, obtém-se como efeito:
a indeterminação do sujeito sintático.
a omissão do agente da ação realizada.
a construção da ideia de reciprocidade.
o prolongamento da duração da ação.
a ambiguidade no complemento do verbo.
Analise: “Fomos enganados” e assinale qual o tipo de sujeito correto.
Sujeito simples.
Sujeito composto.
Sujeito oculto.
Sujeito indeterminado.
A aula foi ministrada pela professora. A estrutura em negrito é classificada como:
Sujeito simples e paciente
Sujeito simples e agente
Sujeito composto
Sujeito indeterminado
Em relação à oração “Adoro essa mensagem”, retirada do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
-
( ) O tipo de sujeito da oração é indeterminado.
( ) O verbo “adoro” é um verbo transitivo indireto.
( ) O tipo de predicado é verbal.
( ) A expressão “essa mensagem” é complemento verbal.
-
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
F – V – F – V.
V – V – F – V.
F – F – V – V.
F – V – F – F.
V – F – V – F.
Na oração "Há coisas bonitas na vida ", o sujeito é classificado como:
Inexistente.
Indeterminado.
Simples.
Oculto.
Analise: “Jovens entre 18 e 25 anos precisam de alarmes com sons mais altos para acordar totalmente” e assinale o tipo de sujeito presente na oração.
Sujeito simples.
Sujeito oculto.
Sujeito indeterminado.
Sujeito composto.
Sujeito elíptico.
Atenção! O texto a seguir serve de base para as questões de 01 a 07:
RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO
O termo “responsabilidade” é o conhecido pelo senso comum. É utilizado para qualquer situação em que alguém deva responder pelas consequências de atos ou fatos lesivos – toda pessoa que é apta a ter direitos deve responder por suas obrigações. No campo do Direito, verifica-se a existência de uma tríplice responsabilidade: a administrativa, a penal e a civil, inconfundíveis e independentes entre si e, eventualmente, cumuláveis.
No entanto, a regra da independência não é absoluta, existindo a possibilidade de interdependência entre tais instâncias. É corrente, no Direito Civil, que não se pode mais questionar a existência do fato ou sua autoria, quando a questão estiver decidida no juízo criminal, o que reforça a ideia de uma autonomia relativa entre as esferas. Essa relativização da independência de jurisdições se justifica em virtude de o Direito Penal incorporar a exigência de provas mais rígidas para a solução das questões submetidas a seus ditames, sobretudo em virtude do princípio da presunção de inocência. Porém, nem sempre as questões decididas definitivamente no juízo criminal irradiarão efeitos vinculantes nos juízos cível e administrativo.
A sentença penal absolutória, tanto no caso em que fundamentada na falta de provas para a condenação quanto na hipótese em que ainda não tenha transitado em julgado, não vinculará o juízo cível ou administrativo no julgamento das respectivas ações. Sobre o tema, no RE 1164236/MG, o STJ registrou-nos que "a ação em que se discute a reparação civil somente estará prejudicada na hipótese de a sentença penal absolutória fundamentar-se, em definitivo, na inexistência do fato ou na negativa de autoria'.
A responsabilização civil tem origem no Direito Civil, em que se verifica, no mais das vezes, a responsabilidade contratual, pois fundada em acordos prévios entre os particulares. Em regra, a responsabilidade do Estado constitui modalidade extracontratual, por inexistir um contrato que sustente o dever de reparar, distintamente do que ocorre nas relações travadas entre os particulares. A seguir, aprofundemos a distinção entre a responsabilidade extracontratual e contratual.
A responsabilidade extracontratual ou aquiliana é a que decorre da ação ou omissão, lícita ou ilícita, que provoque dano a alguém, independentemente de prévia obrigação contratual. É o exemplo da responsabilidade civil do Estado, a qual se destina a salvaguardar os "terceiros': assim entendidos aqueles que não se acham submetidos a qualquer vínculo especial com o Poder Público (§ 6.0 do art. 37 da CF/1988). Já a responsabilidade contratual origina-se no descumprimento de cláusulas contratuais entre as partes. É o exemplo da indenização decorrente da anulação do contrato administrativo de prestação de serviços de limpeza, devido à culpa atribuível ao Estado-administrador.
(Adaptado de Borges, Cyonil e Sá, Adriel. Manual de Direito Administrativo Facilitado. São Paulo: Editora Juspodivm, 2018. 2ª edição).
O trecho: “No campo do Direito, verifica-se a existência de uma tríplice responsabilidade: a administrativa, a penal e a civil, inconfundíveis e independentes entre si e, eventualmente, cumuláveis” (1º parágrafo), o verbo destacado permanece no singular porque:
Está na voz passiva e tem sujeito indeterminado.
Está na voz ativa e concorda com um sujeito plural.
Está na voz reflexiva e concorda com um sujeito singular.
Está na voz passiva e tem sujeito simples, posposto.