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“Não julgueis para que não sejais julgados”

Pode-se afirmar, com certeza, pela simples leitura do texto:
Sempre que uma pessoa julga, o faz de maneira errada.
Apenas aqueles que têm muita sabedoria podem julgar os outros.
Só devemos julgar uma pessoa se ela nos tiver julgado antes.
Nenhuma das alternativas anteriores está correta.
O humor do cartum é gerado a partir de uma incoerência argumentativa. Aponte o item que comprova essa afirmativa.
O Brasil não “vai dar dinheiro” para o Haiti.
O Brasil não “tá dando dinheiro para o FMI”.
Moradores de rua, esfarrapados, debatem sobre o Brasil ajudar aos povos necessitados do mundo e um deles concorda com isso.
É realmente bom o Brasil doar dinheiro para os necessitados do mundo.
A imagem do trem, no poema, associa-se à
ingenuidade do tempo de infância.
falta de infraestrutura no meio rural.
representação concreta e sensível do tempo.
dificuldade de comunicação no campo.
demora da chegada do tempo de colheita.
Pelos quadrinhos como um todo, fica claro que "processar alguém" é uma forma de:
conseguir algum dinheiro.
ficar mais conhecido.
fazer muitos amigos.
doar dinheiro em prol dos animais.
doar dinheiro em prol das crianças.
A alegria da barata, constante das linhas 14 e 15, deve-se à:
sua valentia.
astúcia do gato.
bondade do gato.
sua sobrevivência.
Em seu texto, intitulado Trem bala, a cantora Ana Vilela aborda qual das seguintes temáticas?
A brevidade da vida e a importância de valorizarmos o tempo, os acontecimentos e as pessoas.
A efemeridade da vida e a necessidade de a vivermos intensamente.
A importância de lutarmos para sermos felizes durante nossa vida.
A passagem do tempo e a importância da família.
A necessidade de sabermos viver, para obtermos nossas conquistas e sonhos.
Com relação à sequência espaçotemporal, é correto afirmar que:
se apoiam os argumentos nos fatos ocorridos no mundo e na última década respectivamente.
essa relação se dá entre os EUA e o período pré-impeachment respectivamente.
tais aspectos são definidos pela Europa e pela atualidade respectivamente.
setem como base o contexto mundial e a atualidade respectivamente.
Leia a tirinha em que aparecem as personagens Honi e seus pais Helga e Hagar.

(Dik Browne. Folha de S.Paulo, 21.07.2013)
A reação de Honi, no primeiro quadrinho, e a atitude de Helga e de Hagar, no segundo quadrinho, sinalizam, correta e respectivamente:
desaprovação, arbitrariedade e regozijo.
irritação, sarcasmo e arrependimento.
perplexidade, ironia e resignação.
indiferença, intransigência e contestação.
incredulidade, hesitação e anuência.
Assinale a única alternativa na qual a proposição apresenta uma informação implícita (não expressa em razão do uso do advérbio AGORA na fala de um dos personagens):
Crimes são cometidos por menores de idade de baixa renda, que, assim como os demais criminosos, podem vir a ser presos.
Apenas os maiores de idade cometem infrações, podendo chegar a ser presos.
A punição por meio de prisão, que se restringia aos maiores, passa a valer para os menores infratores, que devem assumir as consequências dos seus atos.
A punição pelos delitos cometidos por adultos ou por quem não atingiu maioridade obedecerá ao rigor da lei, sendo aplicada a todos, independentemente de classe social.
Os menores de idade em situação de vulnerabilidade social são mais propensos às práticas criminosas e vão encher as prisões.
Texto I
Afinal: o que é a “morte cerebral”?
A declaração de morte cerebral é um conceito relativamente novo na medicina e envolve o preenchimento de critérios clínicos e laboratoriais
O cérebro humano é o órgão que nos torna únicos. Possibilita que pensemos, falemos e organiza, de uma forma ou outra, todo nosso consciente e inconsciente. Claro, todos os órgãos são relevantes, e, sem o conjunto, não poderíamos funcionar de maneira adequada. Mas a verdade é que, do ponto de vista evolutivo, todos os órgãos desenvolveram-se para permitir manter um cérebro cada vez mais exigente e complexo. Aprimoraram-se os mecanismos de defesa, de alimentação, de locomoção, entre outros, para que as sensações e ordens trabalhadas no cérebro fossem elaboradas.
E quando o cérebro deixa de funcionar, ou seja, morre, todas as outras funções deixam de ser necessárias; muitas delas ficam descoordenadas pela simples falta da atividade cerebral adequada.
Até pouco tempo atrás, o indivíduo morria quando seu coração parava de bater. Hoje sabemos que o indivíduo está morto quando seu cérebro morre. Mas, não há muito tempo, também achávamos que as sensações (o amor, por exemplo), emanavam do coração.
Apesar disto parecer “bom senso”, o conceito de “morte cerebral” e seu adequado diagnóstico são tópicos recentes e datam de apenas algumas décadas. A necessidade de conceituar formalmente a “morte cerebral” ou “morte encefálica” tomou impulso quando se iniciou a era dos transplantes de órgãos, e tornou-se necessário protocolizar seu diagnóstico, já que indivíduos com morte cerebral poderiam então ser considerados possíveis doadores.
Existem algumas diferenças para a definição de morte cerebral em diferentes países, mas muitos aspectos são comuns. Em primeiro lugar, o indivíduo deve ter algumas características clínicas, que são facilmente reconhecidas por um neurologista: falta de reação à dor, falta de movimentação, ausência de respiração, pupilas dilatadas e não responsivas à luz etc. Claro, o indivíduo não pode ter recebido nenhuma medicação nas 24 horas anteriores que possa causar isto. Cada um destes aspectos foi regulamentado: ver se o paciente respira, ver a reação à dor, as pupilas etc, de modo que a avaliação pudesse ser replicada, independente do ambiente em que o indivíduo esteja. [...]
Uma vez definida adequadamente a morte encefálica, o indivíduo poderá ter seus órgãos doados (caso tenha havido consentimento para tal), um ato que possivelmente poderá ajudar a salvar várias vidas. A partir deste momento, as medidas de suporte de vida são, em tese, desnecessárias.
(Disponível: http://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/afinal-o-quee- a-morte-cerebral/ Acesso em: 07/02/17)
Ao comparar os dois textos que compõem a sua prova, pode-se concluir, em relação à adequação, que:
Ambos exploram temas relacionados à medicina em linguagem técnica.
Os dois textos são voltados a um mesmo público, portanto há equivalência linguística.
Embora os dois textos explorem a linguagem formal, a do segundo é mais técnica.
A diferença entre os textos deve-se, sobretudo, ao conhecimento dos seus autores.
Os dois textos apresentam temáticas semelhantes e objetivos específicos idênticos.
Leia o texto abaixo e assinale a alternativa correta (extraído de http://revistaescola.abril.com.br/linguaportuguesa/fundamentos/especialista-historia-leitura-427323.shtml. Acesso em 25 abril 2016):
Roger Chatier, o especialista em história da leitura.
Pesquisador francês estuda os significados sociais dados aos textos pelo autor e pelo leitor.
Márcio Ferrari
A história da cultura e dos livros tem uma longa tradição, mas só há pouco tempo ela ampliou seu âmbito para compreender também a trajetória da leitura e da escrita como práticas sociais. Um dos responsáveis por isso é o francês Roger Chartier. "Ele fez uma revolução ao demonstrar que é possível estudar a humanidade pela evolução do escrito", diz Mary Del Priore, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. "Se a história cultural sempre foi baseada em dados estatísticos ou sociológicos, Chartier a direcionou para as significações sociais dos textos".
Para o campo do ensino da leitura e da escrita, a obra do pesquisador traz grandes contribuições, na medida em que ilumina os diferentes interesses e usos que aproximam leitores, autores, missivistas, escribas etc. de gêneros e formatos de textos também variados. A atenção a essas questões contribuiu muito para dar apoio à base teórica dos trabalhos de educadores como as argentinas Emilia Ferreiro e Delia Lerner, em particular à noção de que a leitura implica uma elaboração de significados que não estão apenas nas palavras escritas, mas precisam ser construídos pelo leitor. Não por acaso, os primeiros estudos de Chartier - em parceria com o historiador francês Dominique Julia - foram sobre a história da Educação, com enfoque principal nas comunidades de estudantes e nas instituições. Essa reflexão levou Chartier a questionar o papel da circulação e apropriação dos textos.
Na história da leitura, Chartier enfatiza a distância entre o sentido atribuído pelo autor e por seus leitores. Para o historiador, o mesmo material escrito, encenado ou lido não tem significado coincidente para as diferentes pessoas que dele se apropriam. Uma só obra tem inúmeras possibilidades de interpretação, dependendo, entre outras coisas, do suporte, da época e da comunidade em que circula. "Chartier escolheu concentrar-se nos estudos das práticas culturais, sem postular a existência de uma 'cultura' geral", diz Mary Del Priore.
O historiador se detém em realidades as mais inesperadas e específicas em torno dos livros, da leitura e da escrita ao longo dos tempos. Vai das variações tipográficas às formas primitivas de comércio, das primeiras bibliotecas itinerantes às omissões, traduções e acréscimos sofridos por obras famosas - e dá especial atenção ao aspecto gestual da leitura.
Por isso, considera que a primeira grande revolução da história do livro foi o salto do rolo de papel para o códice, ou seja, o volume encadernado, com páginas e capítulos. Maior ainda, segundo ele, está sendo o salto para o suporte eletrônico, no qual é a mesma superfície (uma tela) que exibe todos os tipos de obra já escritos. Essa é, na opinião dele, a mais radical transformação na técnica de produção e reprodução de textos e na forma como são disponibilizados. As mudanças de relação entre o leitor e o material escrito determinadas pela tecnologia alteram também o próprio modo de significação - antes do códice, por exemplo, era impossível ler e escrever num mesmo momento porque as duas mãos estavam ocupadas em segurar e mover o rolo. /
Sobre o tema do texto acima, é correto afirmar:
O texto " Roger Chatier, o especialista em história da leitura" tem como tema a substituição da linguagem verbal escrita para os registros digitais na internet.
O texto " Roger Chatier, o especialista em história da leitura" tem como tema traçar a história do surgimento do livro escrito.
O texto " Roger Chatier, o especialista em história da leitura" tem como tema a leitura e a escrita como práticas sociais.
O texto " Roger Chatier, o especialista em história da leitura" tem como tema a nova configuração dos saberes na pós-modernidade: a leitura na internet.
O texto " Roger Chatier, o especialista em história da leitura" tem como tema a relação entre palavra, autor e seu significado no livro.
O texto II explora a questão proposta pelo texto I através de uma situação concreta. Considerando essa relação entre textos, é correto afirmar que:
a neve, enquanto fenômeno natural, não deveria propiciar percepções distintas, mas gerar um só resultado.
a mesma experiência produz reações diferentes em função da realidade de quem a vivencia.
a variação de opiniões é algo tipicamente humano e sempre independe da observação da realidade experimentada.
a diferença de experiência retratada pela charge é resultado da pluralidade de visões do leitor.
Considere o cartum.

as dificuldades de relacionamento entre os alunos.
os malefícios das redes sociais para o convívio social.
o aprendizado da leitura no contexto da cultura digital.
os desafios da alfabetização de alunos sem a ajuda dos pais.
a contribuição do ensino em período integral para o aprendizado.
O texto faz uma crítica a um comportamento comum na rede social fazendo uso:
Do humor
Do terror
Da ciência
Da tecnologia
Da justiça
Sobre a tira é correto afirmar que:
Calvin acredita que até o mundo voltar a ser menos agressivo é melhor ficar “em casa”.
Nas feições dos personagens percebe-se que ambos estão ditosos pelo fato de que as coisas poderiam não dar certo naquele dia.
Calvin defende a ideia de que ficar em casa todos os dias é melhor do que ficar neste mundo cruel.
Calvin expressa sua opinião depreciativa em relação a um dia com baixas temperaturas.
A ideia implícita na tira é que os dias frios contribuem para a leitura dos gibis.
Uma charge é uma ilustração humorística feita com o objetivo de satirizar algum acontecimento da atualidade, com o intuito de criticar os geradores desse acontecimento e levar o leitor a refletir sobre o seu cotidiano. Diante do exposto, assinale a alternativa que retrata a crítica presente na charge em questão.
A falta de coleguismo entre os funcionários de uma empresa.
A falta de coleguismo entre os funcionários de uma empresa.
O comportamento antiético de certos funcionários no ambiente de trabalho.
O excesso de trabalho que impede os funcionários de desempenharem adequadamente suas funções.
A charge critica
o uso, fora de hora, das mídias sociais pelos alunos nas escolas.
a falta de qualidade dos laboratórios de informática das escolas.
o mau comportamento dos alunos, principalmente, na hora do recreio.
a desobediência dos alunos com relação às ordens da direção.
a falha da escola ao tentar resolver um problema superficialmente.
Leia a tira a seguir:

https://omundoeumaescola.wordpress.com/tag/educacao-em-casa/
Pode-se inferir que, além do cunho humorístico, a tira critica
a maneira como as crianças enxergam o mundo.
a nova maneira como as crianças estão sendo educadas no mundo atual.
o ócio infantil no mundo atual.
as inquisições infantis.
A partir da leitura do cartaz, é correto afirmar que a vacina contra a paralisia infantil é destinada a
crianças com cinco anos de idade que já tiveram paralisia infantil.
crianças com paralisia infantil de todas as idades.
todas as crianças com menos de cinco anos de idade.
todas as crianças maiores de cinco anos de idade.
É o tema do texto:
A linha tênue entre a brincadeira e a discriminação durante o carnaval.
O machismo e o preconceito que todos os blocos revelam contra as minorias no carnaval.
O surgimento do preconceito no Brasil devido às brincadeiras no carnaval pernambucano.
A diferença entre o carnaval da Bahia e o de Pernambuco.
A visão deturpada que o turista tem do carnaval de Pernambuco.