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Na primeira linha do texto, as aspas foram usadas, de acordo com a norma, para indicar
a fala dita por outras pessoas e transcrita pelo autor do texto.
a fala de alguém, que foi modificada e usada pelo autor do texto.
a fala popular, criada e utilizada pelo próprio autor do texto.
o tom de zombaria, produzido e dito pelo próprio autor do texto.
o tom humorístico, produzido e dito pelo próprio autor do texto.
No segmento: "O documento autoriza 'todos os meios defensivos necessários' para proteger os navios comerciais", as aspas são utilizadas para:
Expressar ironia por parte do redator do UOL.
Indicar que se trata de um neologismo técnico da área diplomática.
Sinalizar uma expressão de sentido figurado no contexto geopolítico.
Enfatizar a discordância da França e da Rússia.
Isolar uma citação direta do rascunho da resolução.
Em relação ao excerto “‘Os resultados fornecem evidências de que o envolvimento com as artes e a cultura deve ser reconhecido como um comportamento promotor da saúde, de forma semelhante ao exercício físico’, disse Daisy Fancourt, psicobióloga da UCL e autora principal do estudo, em entrevista ao The Guardian.”, assinale a alternativa correta.
O termo “que” é um pronome relativo, o qual retoma a palavra “evidências”.
O verbo “deve” é classificado como um auxiliar modal e veicula o sentido de possibilidade.
A substituição da expressão “promotor da saúde” por “que promove a saúde” geraria inadequação sintática e semântica ao excerto.
O uso das aspas indica que se trata de um discurso indireto reportado por Sarah Macedo.
As vírgulas que isolam o trecho “psicobióloga da UCL e autora principal do estudo” são de uso obrigatório.
Em textos informativos, diferentes recursos gráficos podem contribuir para a construção dos sentidos. No segundo parágrafo do texto, o uso das aspas com a expressão “consumidor equilibrista” justifica-se por
indicar que a palavra carrega um sentido oposto ao que realmente significa.
apontar que o termo tem um caráter pejorativo a ser evitado.
sinalizar que a expressão traduz um termo oriundo de língua estrangeira.
destacar uma denominação empregada como categoria de análise.
Considere a passagem “Quais crenças te mantêm refém do excesso? A ideia de que ‘se eu não fizer, ninguém faz’? Ou de que ‘descansar é perder tempo’?”. Nessa passagem, as aspas simples foram usadas para assinalar o uso de
citações de uma obra.
discursos internalizados.
estrangeirismos.
gírias.
ironias.
Observe o emprego das aspas nas passagens:
... o velho problema das tais “bancas de heteroidentificação”... (1º parágrafo)
... têm espaço de sobra para praticar uma espécie de “achismo” racial, chamemos assim. (3º parágrafo)
É correto afirmar que as aspas, nas respectivas passagens, sugerem a intenção de
fazer citação direta; sinalizar emprego de gíria.
citar expressão técnica; expressar dúvida.
provocar estranhamento; marcar precisão do termo.
conferir ênfase; destacar a escolha do termo.
destacar importância; reconhecer impropriedade do termo.
No segundo parágrafo, o uso de aspas em “verdade”, se justifica, pois
trata-se de um uso irônico, debochado.
faz referência à fala de outrem.
introduz um novo conceito.
atribui ênfase ao sentido do termo.
O texto original utiliza aspas no fragmento inicial que aborda as antigas recomendações terapêuticas da medicina, aqui destacado como mais atividade física e dieta saudável. Considerando isso, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A pontuação original foi utilizada para destacar um jargão ou uma fala amplamente consolidada na prática médica.
( ) A pontuação sinaliza, na oração, que a expressão em destaque constitui um neologismo científico.
( ) O recurso gráfico sublinha a menção literal a uma recomendação rotineiramente ouvida pelos pacientes.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
V-F-V.
F-V-F.
V-V-F.
F-F-V.
V-F-F.
No sexto parágrafo, a fala do ministro está escrita entre aspas: "A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas articula políticas e ações para universalizar o acesso à internet de qualidade e garantir o uso pedagógico da tecnologia em todas as escolas públicas". O uso das aspas, nesse caso, tem qual finalidade?
Mostrar que a frase dita possui pouca ligação com o tema do texto.
Indicar que o texto está questionando o leitor.
Expressar uma ironia com a declaração do ministro.
Marcar e reproduzir a fala exata e direta proferida pelo ministro.
No trecho do 4o parágrafo – Ao contrário do que se acredita, tentar “extravasar” a raiva... –, as aspas foram empregadas para indicar
uma ironia sobre a raiva.
uma opinião do autor.
um termo incomum.
um discurso de outrem.
um sentido específico do termo.
No segmento “vivem em superposição até ‘colapsarem’ de forma orquestrada”, o uso das aspas em “colapsarem”, considerado o encadeamento argumentativo do texto, assinala um emprego em que o termo
comparece como recurso de nomeação cuja inteligibilidade depende de um quadro conceitual não inteiramente coincidente com aquele de sua circulação originária.
se projeta sobre o referente descrito como denominação suficiente, independentemente de ajustes de leitura.
é mobilizado em chave homogênea ao restante do enunciado, integrando-se ao mesmo regime de significação.
funciona como designação plenamente compartilhada, já estabilizada para a descrição do fenômeno em questão.
se apresenta como forma de referência autossustentada, prescindindo de qualquer ancoragem externa.
No trecho "O cérebro processa essas distrações e pensa: 'Isso é bom, vamos fazer de novo'" (4º parágrafo), o uso das aspas produz o efeito de:
simular, em linguagem coloquial, o mecanismo neurológico de reforço positivo, tornando acessível ao leitor um processo que, de outra forma, exigiria terminologia técnica
atribuir ao cérebro uma voz própria para marcar ironia em relação ao comportamento humano
reproduzir a fala real de um dos especialistas entrevistados no texto
indicar a citação literal de algum estudo científico mencionado no texto
No trecho “Muitos ‘especialistas’ fizeram previsões e ofereceram orientações categóricas” (segundo parágrafo do texto CG1A1), o emprego das aspas na palavra ‘especialistas’
reforça o grau de conhecimento dos membros da OMS sobre a covid-19.
sugere a intenção irônica do autor do texto em sua referência aos que fizeram previsões e ofereceram orientações categóricas a respeito da covid-19.
visa destacar a importância dos especialistas no contexto da pandemia de covid-19 e das críticas dirigidas à OMS em razão de sua demora e hesitação no reconhecimento da pandemia.
indica que o termo foi empregado de forma genérica.
No trecho: “Uma espécie pode expandir sua ocorrência em ambientes alterados, mas isso não significa que o ecossistema esteja melhor. Muitas espécies mais sensíveis podem desaparecer nesse processo”, destaca Daniel Mesquita, as aspas têm a função de:
indicar que as palavras entre aspas são estrangeiras e devem ser pronunciadas de forma diferente.
indicar ironia do autor do texto em relação à pesquisa científica.
introduzir uma definição técnica de um termo científico desconhecido.
marcar uma citação direta da fala do pesquisador Daniel Mesquita.
separar uma oração subordinada da oração principal no período composto.
No primeiro parágrafo do texto CB1A1, o emprego das aspas em ‘sabe’ (segundo período) tem por finalidade
sugerir que a palavra é empregada com sentido distinto do original.
indicar que o verbo foi empregado com ironia.
mostrar a inadequação da palavra no contexto.
indicar o uso da palavra em sentido denotativo.
delimitar a fala de outra pessoa.
Em "Uma imagem vale por mil palavras." (§4°), as aspas duplas, originais do texto, foram usadas para:
indicar o uso da famosa ironia na fala de Millôr Fernandes.
marcar o uso frequente de uma expressão bem popular.
indicar citação literal de autor cujo nome não é enunciado.
atrair a atenção do leitor para o uso da modalidade padrão.
mostrar que o autor pensa como Millôr Fernandes.
No trecho: “O problema é que esse ‘mais tarde’ quase nunca chega”, as aspas foram utilizadas para:
Indicar uma citação direta.
Destacar uma expressão empregada em sentido especial dentro do contexto.
Marcar discurso indireto livre.
Assinalar uma palavra grafada incorretamente.
No texto, a palavra “guardará” (l. 06) aparece entre aspas. O uso desse recurso mostra que o autor quis:
Indicar que a palavra foi escrita de forma incorreta.
Mostrar que a palavra foi retirada da fala de outra pessoa.
Indicar que a palavra tem um sentido diferente do que costuma ter.
Indicar que a palavra pertence a outro idioma.
No trecho "Noreena Hertz, britânica, autora do livro 'O século da solidão', diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso" (9º parágrafo), as aspas no termo em destaque são empregadas para:
indicar ironia
destacar o título de uma obra
marcar uma citação direta da autora britânica
sinalizar que a expressão é empregada em sentido figurado no contexto do texto
Na frase “as árvores também precisam de ‘janelas’ em seus troncos e galhos para permitir a circulação de ar”, retirada do texto, o uso das aspas na palavra “janelas” indica que
o termo é uma gíria.
o termo é um aposto.
a palavra merece destaque.
o termo está sendo utilizado de forma metafórica.
a palavra deve ser entendida em seu sentido literal.