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Texto 2
Um sonho de liberdade. Direção de Frank Darabont. Estados Unidos: Columbia Pictures, 1994.
Com base no texto 2 e na variedade padrão da língua escrita, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) O pronome “isso” (linhas 03 e 05) tem a mesma referência.
( ) “Se” (linha 01) corresponde a um índice de indeterminação do sujeito.
( ) O sufixo “eza” (linha 12) é formador de substantivo a partir de adjetivo.
( ) O termo “arrependido” (linha 07) está exercendo a função de adjunto do nome.
( ) A forma verbal “posso” (linha 11) significa capacidade.
( ) A palavra “reabilitado” (linhas 02, 03 e 12) tem mais de um sentido a depender de quem a emprega.
F – F – V – F – V – V
F – F – F – F – V – V
F – V – V – V – F – V
V – V – F – F – V – F
V – F – F – V – F – F
Texto 7
Gerador de Memes

Disponível em: https://www.gerarmemes.com.br/memes-galeria/574-futurama-fry/3. [Adaptado].
Texto 8
O meme surge como uma forma de enunciado, muitas vezes, cômico, crítico, irônico, que busca reproduzir de forma caricaturada um fato, um acontecimento, um pronunciamento, uma cena, uma imagem... Os memes, geralmente compartilhados nas redes sociais, se caracterizam como uma prática cultural propagadora de sentidos novos a partir de um sentido estabilizado.
BRAGA. S. O meme na escola: quando ler e escrever fazem sentido. In: BUTTURI JUNIOR, A.; BRAGA, S.; SOARES, T. B. (org.). No campo discursivo: teoria e análise. Campinas: Pontes, 2020, p. 300.
De acordo com o texto 7, o texto 8 e a variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
Os memes são enunciados produzidos com o fim de repetir o mesmo sentido de um texto-fonte.
Para ser um meme, é necessário ser constituído de linguagem verbal e não verbal.
Os memes são produzidos numa relação entre a repetição de parte de um enunciado e sua atualização.
Os memes não podem ser considerados gêneros, porque são formas novas de produzir enunciados que ainda não foram classificados pelos estudiosos.
Os memes são propagadores de fake news, porque distorcem o conteúdo de um texto original e não referenciam suas fontes.
Texto 3

ANTUNES, A. Tudos. 3. ed., São Paulo: Iluminuras, 1993.
Com base no texto 3 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
A repetição do substantivo “palavra” sugere que ela está se aproximando.
A repetição e a projeção em gradação da forma verbal “pensa” e do advérbio “nunca” produzem um efeito de passagem do tempo.
O advérbio “nunca” só é empregado em orações que tenham “não”, como em “e a palavra não vem nunca”, para reforçar a negação.
A forma verbal “vem” está flexionada no modo imperativo para reforçar a busca pela palavra.
A coerência do texto fica prejudicada pela ausência de pontuação.
Texto 4
“Estudei uma dúvida. O que será que seria o ser daquele homem, tudo? Algum tinha referido que ele era casado, com mulher e filhos. Como podia? Ái-de vai, meu pensamento constante querendo entender a natureza dele, virada diferente de todas, a inocência daquela maldade.”
GUIMARÃES ROSA, J. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006, p. 234.
Com base no texto 4 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
“querendo entender a natureza dele” reforça a ideia da dúvida apontada no trecho “O que será que seria o ser daquele homem, tudo?”.
A palavra “dúvida” se refere ao fato de o homem ser casado, com mulher e filhos.
As formas “será”, “seria” e “ser” correspondem a verbos que descrevem o destino “daquele homem”.
As duas ocorrências da palavra “que” sublinhadas no texto correspondem a pronomes interrogativos, indagando ambos sobre a identidade do homem citado no enunciado.
“a inocência daquela maldade” estabelece uma relação metonímica.
Texto 5

Disponível em: https://www.dedepaiva.com.br/psitiras.
Com base no texto 5 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
A expressão “do tipo”, nos segundo e terceiro quadros, insere a analista citada no grupo daqueles que somente escutam.
“É do tipo que não fala nada?” (segundo quadro) é uma paráfrase de “...É do tipo que escuta!” (terceiro quadro).
A palavra “como”, no primeiro quadro, estabelece uma comparação entre quem não faz psicanálise e aqueles que fazem.
A palavra “negócio”, no primeiro quadro, associa a psicanálise a um mercado lucrativo, em que o profissional não precisa fazer nada.
A palavra “nada”, no segundo quadro, está exercendo a função de enfatizar a negação feita pelo advérbio “não”, reforçando a propriedade descrita.


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Texto 6
O roubo do pato
Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Foi averiguar e constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe:
Oh, bucéfalo anácrono!... Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei á quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
Dotô, eu levo ou dêxo os pato?
Disponível em: https://www.tirodeletra.com.br/piadas/Oroubodopato.htm. 07)
Com base no texto 6 e de acordo com a variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
Rui Barbosa e o ladrão falam idiomas diferentes, por isso este não compreende aquele.
A linguagem culta de Rui Barbosa é um exemplo da forma de comunicação que deve ser empregada no desempenho da função de um servidor público.
A língua falada pelo ladrão não segue regras que garantam o seu funcionamento.
Ocorre uma variação diastrática do português, decorrente, sobretudo, das diferenças sociais dos envolvidos na situação comunicativa.
A fala refere-se ao código de domínio social, enquanto a língua é o modo como cada indivíduo mobiliza esse código.
Com base no texto 1 e na variedade padrão da língua escrita, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) A expressão “‘Parabém’ pra você?” (linha 01) é empregada como estratégia para despertar a atenção do leitor para o processo de formação que envolve algumas palavras do português.
( ) A troca de “L” para “R” nas palavras do português não constitui desvio da norma culta, considerando o processo de formação que envolve vocábulos com essas letras.
( ) O sufixo “-nte”, que figura nas palavras “tratante” (linha 23), “estudante” (linha 24) e “falante” (linha 24), tem o significado agentivo, referindo-se a quem realiza a ação descrita pela base das palavras.
( ) A palavra “nhe-nhe-nhem” (linha 33) é gerada a partir do processo de formação denominado derivação, com o acréscimo de dois prefixos a uma base verbal.
( ) A palavra francesa “église” (linha 11), a espanhola “iglesia” (linha 11) e a italiana “chiesa” (linha 11) não derivam da palavra latina “ICCLESIA”, por isso não houve a mudança de “L” para “R”.
F – V – V – V – V
V – V – F – F – F
V – F – F – V – F
V – F – V – F – F
F – F – V – F – V
Leia o excerto adaptado de Preti (1994): As variedades diastráticas ocorrem em um plano vertical, isto é, dentro da linguagem de uma comunidade específica, seja urbana, seja rural.

AB – eixo horizontal das variantes geográficas. ab, cd, ef, gh, ij – eixos verticais das variantes socioculturais.
Nesse cenário, as variações socioculturais podem ser influenciadas por fatores ligados diretamente ao falante (ou ao grupo a que pertence) ou à situação ou a ambos simultaneamente.
Após a leitura do excerto, marque a resposta que associa corretamente o conceito e sua indicação com exemplo dado:
Idade (variação diatópica) – ligada a vocabulário, como em “tipo assim”, falado por um jovem adolescente em uma situação coloquial.
Grau de escolaridade (variação diamésica) – atinente ao domínio da norma culta, como em “a gente vamos”, dito por alguém com ensino médio completo a um amigo.
Posição social (variação diacrônica) – relativa a níveis de linguagem, como em “faz-me um obséquio”, proferido por uma pessoa de classe alta a um subordinado.
Sexo (variação diafásica) – relacionada a tabus linguísticos, como em “olha a boca, meu filho”, usado por uma mulher para repreender um palavrão dito por ele.
Analise a tirinha a seguir.

Quanto às variações linguísticas, marque a que se observa, na tira, variação
diacrônica.
diatópica.
diastrática.
diafásica.
diamésica.
Koch e Elias (2011), ao compararem fala e escrita, ponderam que aquela se caracteriza por ser
planejada.
redundante.
descontextualizada.
condensada.
explícita.


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Leia o texto a seguir para responder a esta questão.
Línguas mudam
Sírio Possenti
Desde a década de 1960, um fator foi associado sistematicamente à mudança linguística: a variação. Isso quer dizer que, antes que haja mudança de uma forma a outra, há um período de variação, quando as duas (ou mais) ocorrem – inicialmente em espaços ou com falantes diferentes. Aos poucos, a forma nova vai sendo empregada por todos; depois, a antiga desaparece. Qualquer exemplo de mudança serve para ilustrar o fato: tomemos “igreja”, derivado de “ecclesia”. São mudanças gerais na passagem do latim ao português. As mais óbvias são a sonorização do ‘c’ (k), uma surda que se torna sonora (g) entre vogais; o ‘e’ que se eleva e se torna ‘i’. Fixemo-nos neste caso, para ilustrar a tese mencionada acima: a grafia “egreja” é atestada, o que significa que a pronúncia com ‘e’ inicial esteve em variação com outra, com ‘i’.
O que quer dizer [que determinada forma] “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente. De vez em quando, há discussões sobre certos casos. Dois exemplos: o pronome ‘cujo’ e a segunda pessoa do plural dos verbos (‘jogai’ etc.).
Minha avaliação (bastante informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito formais.
Que apareça em textos antigos é uma evidência de que a forma era / foi empregada. Que apareça cada vez menos é um indício de que tende a desaparecer. Com um detalhe: desaparecer não quer dizer não aparecer nunca mais em lugar nenhum. Quer dizer não ser de uso corrente.
Outro caso é a segunda pessoa do plural, em qualquer tempo ou modo. Recentemente, um colunista defendeu a tese de que a forma está viva. Seu argumento: aparece em cartazes de torcedores em estádios de futebol, especialmente do Corinthians, no apelo “jogai por nós”. Apesar de utilizada em torcidas de times de futebol, em especial a do Corinthians, a segunda pessoa do plural tende a desaparecer, ficando limitada a situações muito específicas.
Mesmo que este seja um fato, a conclusão é fraca. A forma é inspirada numa ladainha de Nossa Senhora, toda muito solene, muito mais do que formal. E é bem antiga, traduzida do latim. Os ‘vocativos’ são títulos de Nossa Senhora: Arca da Aliança, Torre de Marfim etc. A cada invocação, os fiéis respondem “rogai por nós”. “Jogai por nós” é uma fórmula inspirada em outra fórmula, típica dessa oração.
Para que se possa sustentar que a segunda pessoa do plural não desapareceu, seria necessário que seu uso fosse regular. Que, por exemplo, os corintianos também gritassem “Recuai, Wendel”, “Não erreis estas bolas fáceis, Vagner Love”, “Tite, fazei Malcolm treinar finalizações” e, quando chateados, gritassem “Como sois burro!”. Espero que nenhum colunista sustente que isso ocorre…
O uso eventual de uma forma não significa que ela está viva; significa que resiste em certos casos, os mais óbvios sendo os textos antigos ou muito formais, como alguns dos religiosos. Sempre cito a Carta de Caminha para mostrar mudanças, das quais ninguém reclama, aliás. Caminha pede a Sua Alteza que traga seu cunhado de volta do exílio, e lhe diz que “será de mim mui(to) bem servida”. Mesmo quando a Carta é atualizada, estas formas permanecem.
[POSSENTI, Sírio. Línguas mudam. Ciência Hoje. Coluna Palavreado. 2015. Adaptado]
O texto de Sírio Possenti apresenta argumentos sobre as mudanças das línguas. Tendo em vista essa afirmação, analise as alternativas que se seguem.
I. O artigo permite entrever variação, na escrita e na fala, da palavra ‘você’, pois encontra-se a forma ‘cê’ tanto em textos escritos em redes sociais quanto em textos falados cotidianamente.
II. Itens lexicais podem sofrer alterações fonéticas, morfológicas, semânticas e discursivas.
III. O pronome cujo tem sido usado em situações bastante formais, indicando posse e concordando com a palavra posterior a ele.
Está CORRETO o que se afirma em:
I, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Ocorre, no texto, variação linguística, adequada à caracterização da personagem; ocorrem, também, trechos que atendem à norma-padrão da língua. Esses usos da língua – com variação linguística e com atendimento à norma-padrão – estão, correta e respectivamente, exemplificados com os trechos:
E os 13 cruzeiros não dava! / Fiquei pensando que precisava comprar pão, sabão e leite para Vera Eunice.
... porque os pessimos vizinhos que eu tenho não dão socego aos meus filhos. / Avisei as crianças que não tinha pão.
Saí indisposta, com vontade de deitar. / Mas o pobre não repousa. Não tem o previlegio de gosar descanço.
Eu estava nervosa interiormente, ia maldizendo a sorte. / Eu estava indisposta, resolvi benzer-me.
Abri a boca duas vezes, certifiquei-me que estava com mau olhado. / Que tomassem café simples e comesse carne com farinha.
Assinale a alternativa com redação que expressa o uso da variante linguística adequada às situações formais de comunicação escrita, atentando para clareza, adequação vocabular e concisão.
Faço saber que para que vocês atendam adequadamente o público por quem quer que seja da Seção terá novas medidas que sejam iguais para todos.
Esclarecemos aos senhores servidores desta Seção que serão adotadas medidas para padronização dos procedimentos de atendimento ao público.
Aviso meu a quem interessar possa: novas medidas que uniformizem maneiras de atender o público vão ser tomadas nessa Seção pelos servidores.
Comunicado a todo mundo da Seção: Vossas Senhorias terão medidas padronizadas nos métodos de atendimento ao público.
Para que ocorra atendimento ao público pelos encarregados dessa tarefa, vou baixar normas garantindo uniformidade.
As variações linguísticas são resultantes das modificações constantes da língua, que se relacionam a fatores geográficos, sociais, profissionais e situacionais.
Em relação a variedades linguísticas, assinale a afirmativa inadequada.
Todas as línguas apresentam variedades e, assim, o que nós chamamos de “norma culta” é somente uma dessas variedades.
A divisão da sociedade em grupos é uma das razões que trazem variedades linguísticas.
As variedades linguísticas podem gerar, injustamente, preconceitos em relação ao seu uso.
As variedades linguísticas regionais não se modificam como as demais por estarem ligadas a grupos mais conservadores.
As pessoas, na interlocução, podem modificar a sua linguagem em função da situação comunicativa em que estão inseridas.
A forma do TEXTO I e do TEXTO II expõe características da modalidade escrita, a qual, por óbvio, difere da modalidade oral, por aquela apresentar, por exemplo, uma estrutura linear, quase sem retornos e redundâncias, enquanto esta é resultado, em geral, de um diálogo em presença, expondo, frequentemente, marcas de hesitação e reformulações. Assim, a variação diamésica:
é verificada na comparação entre diferentes etapas da história de uma língua.
alude às diferenças da mesma língua condicionadas pelo espaço, lugar.
compara o modo de falar das diferentes classes sociais.
está associada ao uso de diferentes meios ou veículos.


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As variedades linguísticas são ramificações naturais de uma língua que se diferenciam da norma-padrão por convenções sociais, momento histórico, contexto ou região em que um falante insere-se.
No fragmento: "Pedro é mesmo um ABESTADO", a palavra destacada pode ser substituída por: bobo, leso, tolo, maluco, dentre outras, sendo uma variação:
Estilística.
Histórica.
Social.
Regional.
Luís Antônio Marcuschi, no livro “Da fala para a escrita” (Editora Cortez, 2001), discute as relações entre a língua falada e a língua escrita. Nesse livro, o autor apresenta os conceitos de língua falada e escrita e como ocorrem as influências de uma sobre a outra.
Julgue os itens abaixo, colocando V nos Verdadeiros e F nos Falsos.
( ) Assim como a fala não apresenta propriedades intrínsecas negativas, também a escrita não tem propriedades intrínsecas privilegiadas. São modos de representação cognitiva e social que se revelam em práticas específicas.
( ) Postular algum tipo de supremacia ou superioridade de alguma das duas modalidades seria uma visão equivocada, pois não se pode afirmar que a fala é superior à escrita ou vice-versa. Em primeiro lugar, deve-se considerar o aspecto que se está comparando e, em segundo, deve-se considerar que essa relação não é homogênea nem constante.
( ) Do ponto de vista cronológico, a fala tem grande procedência sobre a escrita, mas, do ponto de vista do prestígio social, a escrita é vista como mais prestigiosa que a fala. Não se trata, porém, de algum critério intrínseco nem de parâmetros linguísticos e, sim, de postura ideológica. Por outro lado, há culturas em que a fala é mais prestigiosa que a escrita.
( ) Mesmo considerando a enorme e inegável importância que a escrita tem nos povos e civilizações “letradas”, continuamos povos orais. A oralidade jamais desaparecerá e sempre será, ao lado da escrita, o grande meio de expressão e de atividade comunicativa. A oralidade enquanto prática social é inerente ao ser humano e não será substituída por nenhuma tecnologia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
V, V, V, V
V, F, F, V
F, F, V, V
V, V, V, F
F, V,V, V
Sobre variação linguística, é correto afirmar que a expressão Estou a fim de, usada pelo autor no subtítulo do texto, denota uma variação
diatópica.
diastrática.
diamésica.
diacrônica.
Nem todos falam como nós por diferentes razões: camadas socioculturais diversas, tipos de modalidades expressivas, regiões e tempos distintos etc. Compreender o fenômeno da variação linguística, em seus diferentes níveis (variações fonético-fonológica, lexical, sintática, semântica e estilístico-pragmática) e em suas diferentes dimensões (regional, histórica, social, situacional, ocupacional, etária etc.), amplia a compreensão sobre a natureza viva e dinâmica da língua, fundamenta o respeito à diferença e combate o preconceito linguístico.
Na tirinha, os diferentes nomes para alimentos utilizados pelas crianças se referem à variação linguística
social.
regional.
histórica.
fonológica.
situacional.
Leia a tirinha a seguir e responda à questão.



Fonte: https://www.professoresdeplantao.com.br/blog
A gíria é uma variante linguística que utiliza uma linguagem empregada em determinado grupo social, mas que pode se estender à sociedade em razão do grau de aceitação. Com base no exposto, assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma.
As expressões “orelha” e “cabeça”, presentes nos quadrinhos, remetem a partes do corpo, assunto do diálogo entre os personagens.
No último quadrinho, há uma variante caipira considerada “erro” pela Gramática Normativa. Trata-se da troca do artigo “a” pelo artigo “o” na preposição “do” antes do substantivo feminino, em “do orelha”.
No segundo quadrinho, a expressão “só!” está inadequada, pois o advérbio tem o sentido de “sozinho”. No caso, a expressão deveria ser substituída por “somente”.
Os termos utilizados estão todos adequados ao seu contexto de produção e, por isso, a comunicação foi efetiva. Trata-se de variante diastrática, que compreende as variações que acontecem em diferentes grupos sociais.
Trata-se de variante diamésica, ou seja, variação associada ao uso de diferentes meios de expressão utilizados. Refere-se principalmente às variações que se observam entre a língua falada e a língua escrita.


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