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Não se pode preservar o segmento 6, mesmo que não esteja comprometido, pois pode haver malformação não vista na tomografia.
O tórax instável é uma emergência cirúrgica, visando rápida fixação das costelas. Há na instabilidade de parede prejuízo importante na oxigenação tecidual.
Presença de pus à punção indica drenagem sistemática.
Paciente com VEF1 superior a 2 L pode, a princípio, ser submetido a pneumonectomia.
Independentemente da presença de linfonodos, o paciente tem indicação cirúrgica. Trata-se de doença N2, que, na maioria das vezes, é ressecável.
A toracotomia com preservação muscular diminui a incidência de dor crônica pós-toracotomia.
O tabagismo deve ser interrompido, 4 semanas antes do procedimento cirúrgico, para diminuir ao máximo o risco de complicações pós-operatórias.
o paciente tem indicação de lobectomia com linfadenectomia e terapia adjuvante.
Evita-se a estenose laríngea realizando-se a traqueostomia precocemente.
Os cistos broncogênicos são ou vão ser sintomáticos em 66% dos casos e apresentam uma taxa de complicação de 27%, o que justifica a indicação da exerese ao diagnóstico.
A história clínica é a melhor forma de avaliação, mas a radiografia de tórax deve sempre ser realizada.
Em cirurgias eletivas, os pacientes devem ser incentivados a cessar o tabagismo pelo menos 8 semanas antes do procedimento.
Todo paciente com miastenia grave tem indicação de timectomia, principalmente pelo fato de que cerca de 50% desses pacientes apresentam também um timoma.
A cúpula diafragmática direita é mais elevada que a esquerda cerca de 2 cm e constitui um importante parâmetro radiológico.
As lesões malignas são mais freqüentemente encontradas no mediastino anterior, os cistos, no compartimento visceral (mediastino médio) e os sólidos de linhagem neurogênica, nas goteiras costovertebrais (mediastino posterior).
São parâmetros conhecidos para a localização das costelas a inserção da segunda costela no ângulo de Louis e o fato de o ângulo da escápula cobrir a sexta costela quando os braços estão ao longo do corpo.
a broncoscopia é mandatória na avaliação do paciente.
No intra-operatório, pode-se suspeitar de doença congênita apenas pela ausência de aderências entre pleuras.
Lesões abaixo dos mamilos e acima dos rebordos costais são toracoabdominais por definição e a lesão diafragmática deve ser descartada.