Questões de Concurso sobre Cirurgia Vascular - Página 153 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Cirurgia Vascular

 
 
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Considerando a Classificação de Fontaine para os estágios clínicos da Aterosclerose Obliterante Periférica, em qual categoria enquadra-se um paciente com dor em repouso?


A

lla


B

llb


C

III


D

IV


E

V

Qual a causa mais comum de óbito no pós-operatório de endarterectomia carotidea?


A

Infecção.


B

AVE hemorrágico.


C

Isquemia miocárdica.


D

AVE isquémico.


E

Tromboembolismo venoso.

O arco da aorta inicia-se:


A

junto à veia cava superior através de sua borda direita.


B

na borda inferior da terceira cartilagem costal esquerda.


C

atrás da metade direita do manúbrio esternal, na borda superior da segunda cartilagem costal esquerda.


D

ao nível da borda inferior da quarta vértebra torácica.


E

próximo à prega de Rindfleish (prega pré.aórtica).

Mulher de meia idade, queixas de dispareúnia, dor pélvica crônica e com diagnóstico de varizes pélvicas. Em relação a essa síndrome de congestão venosa crônica, podemos afirmar que:


A

a endometriose, as infecções de repetição e varizes ovarinas não fazem parte do quadro clinico.


B

a embolização da artéria uterina impõe-se como tratamento definitivo.


C

tem rápida evolução, com sintomas geralmente surgindo em menos de 2 meses.


D

a flebografia pré-operatória não auxilia na decisão terapêutica.


E

a embolização da veia ovariana é o tratamento recomendado.

Qual antiagregante plaquetário está mais relacionado ao quadro de neutropenia?


A

Acido acetilsalicílico.


B

Ticlopidina.


C

Dextrana.


D

Clopidogrel.


E

Abciximabe.

Na síndrome de isquemia e reperfusão, a insuficiência renal após oclusão arterial aguda está intrinsecamente relacionada a:


A

trombose arterial renal.


B

obstrução dos túbulos renais pela mioglobina.


C

trombose venosa renal.


D

hipofluxo renal em razão da hipotensão arterial.


E

ação de enzimas nefrotóxicas.

Paciente com quadro de vasculite, oclusões venosas, aneurismas e cursando com úlceras em cavidade oral, genitais e uveíte sugere diagnóstico de:


A

poliarterite nodosa.


B

doença de Takayasu.


C

granulomatose de Wegener.


D

doença de Behçet.


E

síndrome de Marfan.

Paciente masculino, 72 anos, portador de aneurisma de aorta abdominal (AAA) infrarrenal fusiforme com diâmetro máximo de 6,8cm, foi submetido à correção endovascular percutânea do aneurisma através da interposição de EPA (endoprótese abdominal) bifurcada trimodular. No intraoperatório foi constatado um perfeito selamento proximal da EPA na aorta infrarrenal e distal nas artérias ilíacas comuns bilateralmente. Ao final do procedimento, na angiografia de controle, não foi observado nenhum sinal de vazamento ou enchimento do saco aneurismático. Dois anos após o procedimento, o paciente retorna ao consultório médico queixando-se de dor lombar de moderada intensidade. Realizou arteriografia e angiotomografia que evidenciou que o AAA agora apresentava diâmetro máximo de 8,1cm. A endoprótese exibe boa coaptação proximal e distal (semelhante ao achado do intraoperatório), sem sinais de migração da prótese ou vazamentos evidentes. Não foi observado preenchimento do saco aneurismático com contraste nem sinais de desconexão dos ramos ou fratura na prótese. Não havia sinais de enchimento do aneurisma através de artérias lombares, artéria mesentérica inferior ou ramos da aorta.


Diante do quadro clínico apresentado, a principal hipótese diagnóstica é:


A

Endoleak tipo I.


B

Endoleak tipo II.


C

Endoleak tipo III.


D

Endoleak tipo V.

A artéria subclávia direita anômala com origem de um arco aórtico em posição normal à esquerda é a anomalia congênita mais comum da aorta, ocorrendo em aproximadamente 0,5% da população. Nestes casos, a artéria subclávia direita se origina a partir da aorta torácica descendente, distal à emergência da artéria subclávia esquerda, e cruza para o lado contralateral. A porção inicial desta artéria subclávia direita aberrante pode se degenerar e se tornar aneurismática, configurando uma formação classicamente conhecida como:


A

Aneurisma de Gruber.


B

Aneurisma de Rasmussen.


C

Divertículo de Kommerell.


D

Divertículo de Loyes-Dietz.

Uma paciente procurou auxílio médico devido ao aparecimento de veias dilatadas em região torácica anterior e cervical. O quadro veio progredindo ao longo de 2 meses e, no momento, a mesma apresenta edema de face e de membros superiores. Referente à hipótese diagnóstica mais provável, assinale o item correto.


A

A principal causa de síndrome de veia cava superior é infecciosa.


B

A flebografia é considerada o exame padrão ouro para o diagnóstico e programação terapêutica.


C

A angioplastia com balão usualmente é suficiente para o tratamento, devendo a utilização do stent ser reservada para os casos com recolhimento elástico importante.


D

A utilização de radioterapia para o tratamento de tumores causadores de síndrome da veia cava superior só deve ser realizada após a angioplastia com stent devido ao risco de piora dos sintomas.

 
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