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Assinale a alternativa correta com relação à cetoacidose euglicêmica (CAD-E).
No manejo da CAD-E, é recomendado iniciar prontamente a hidratação e correção das anormalidades eletrolíticas, usando fluidos intravenosos, seguido de insulina IV em solução fisiológica, até que o anion gap e os níveis de bicarbonato se normalizem.
A única indicação para atrasar o início da terapia com insulina é se o potássio sérico estiver abaixo de 4 mEq/L, uma vez que a insulina piorará a hipocalemia ao direcionar o potássio para as células.
A CAD-E não ocorre quando a glicemia estiver abaixo de 200 mg/dL.
A inibição da lipólise requer um nível de insulina muito mais baixo do que o necessário para reduzir a concentração de glicose sérica. Portanto, se a dose de insulina administrada está reduzindo a concentração de glicose, ela deve ser mais do que suficiente para interromper a geração de cetonas.
É recomendado atenção especial ao diagnóstico de CAD-E em indivíduos sintomáticos com DM2 tratados com análogos de GLP-1.
São causas de hipopituitarismo adquirido, exceto:
Uso de inibidores da Monoamina Oxidase (MAO).
Uso de cocaína.
Uso de maconha.
Picada de serpente.
Na reposição hormonal com testosterona por hipogonadismo, existem diversas formas de testosterona encontradas no mercado. Associe corretamente o tipo de testosterona com sua meia-vida (T1/2).
Testosterona gel 2% – 6 horas.
Cipionato de testosterona – 3 dias.
Enantato de testosterona – 8 dias.
Propionato de testosterona – 5 dias.
Undecanoato de testosterona – 50 dias.
Um paciente com diabetes Mellito tipo 2, que faz uso de 28 unidades de insulina NPH à noite e que está com glicemia de jejum menor que 70mg/dL, comparece à unidade de saúde para ajuste da insulina.
Segundo o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Diabetes Mellitus tipo 2, em unidades, a nova prescrição médica de insulina NPH para esse caso deve ser:
18
20
22
24
O termo diabetes mellitus descreve doenças de metabolismo anormal de carboidratos caracterizadas por hiperglicemia. Sobre essa patologia, é correto afirmar que:
os sintomas clássicos de hiperglicemia (incluindo poliúria, polidipsia, noctúria, visão turva e perda de peso) são raramente identificados em crianças diabéticas
o diabetes tipo 1 é caracterizado pela destruição autoimune das células alfa pancreáticas, levando à deficiência absoluta de insulina. Ele é responsável por aproximadamente 5 a 10 por cento do diabetes em adultos.
a maioria dos pacientes com diabetes tipo 2 é sintomática na apresentação, com hiperglicemia observada na avaliação laboratorial de rotina, exigindo exames adicionais.
o diabetes tipo 2 é o tipo mais comum de diabetes em adultos e é caracterizado por hipoglicemia geralmente devido à perda progressiva da secreção de insulina das células beta sobreposta a um contexto de resistência à insulina, resultando em deficiência relativa de insulina.
o diagnóstico de diabetes mellitus é facilmente estabelecido quando um paciente apresenta sintomas clássicos de hiperglicemia (sede, poliúria, perda de peso, visão embaçada) e tem um valor aleatório de glicemia de 200 mg/dL (11,1 mmol/L) ou mais alto.