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Nos pacientes graves com trauma ou cirurgia, qual das medidas abaixo diminui a incidência de IRA(Insuficiência Renal Aguda) parenquimatosa, de acordo com ensaios clínicos randomizados?
Uso de dopamina.
Uso de bloqueadores de canal de cálcio.
Use de inibidores de ECA(enzima de conversão).
Uso de diuréticos de alça.
Nenhuma medicação atinge esse objetivo.
Sobre a doença diverticular dos cólons, assinale a alternativa CORRETA.
Tem uma incidência aumentada em pacientes jovens com síndrome de Marfan ou Ehlors- Danlos.
A divertidulite aguda tem menor agressividade em pacientes com menos de 40 anos.
Ataques recorrentes de diverticulite aguda se associam à hemorragia digestiva baixa.
É causa rara de fístula colovesical.
A ressecção laparoscópica é contraindicada para diverticulite crônica.
Em relação aos exames laboratoriais para diagnóstico diferencial da anemia ferropriva e da anemia de doença crônica, podemos afirmar que
ferritina e ferro sérico estão aumentados na anemia de doença crônica.
a capacidade de fixação do ferro está diminuída na anemia ferropriva.
altos níveis séricos do Receptor Solúvel da Transferrina é compatível com anemia ferropriva.
a ferritina é sempre baixa na anemia de doença crônica, porque a cinética do ferro está alterada.
esplenomegalia nunca pode ser um achado de exame físico atribuído à anemia ferropriva.
Com relação à influenza pelo vírus A H1N1, assinale a alternativa incorreta.
Trata-se atualmente do principal agente causador de Influenza em todo o mundo.
Apesar de ainda ser amplamente utilizado, o oseltamivir vem perdendo rapidamente a eficácia, havendo 60% de resistência ao vírus A H1N1 na maior parte do mundo.
A imunização através de vacina específica provavelmente será importante arma para o enfrentamento da segunda onda da doença.
Crianças e imunodeprimidos podem disseminar o vírus por períodos maiores que os 7 dias usuais dos pacientes imunocompetentes.
O oseltamivir pode produzir efeitos colaterais, como náuseas e vômitos, que são comuns, ou mesmo distúrbios de comportamento, sobretudo em crianças.
Paciente de 65 anos, fumante é internado para investigação de uma pneumonia refratária e com difícil manejo ambulatorial. TC de tórax realizada no internamento mostrou um processo expansivo, responsável por uma pneumonia pós-obstrutiva. Biópsia guiada por TC confirmou diagnóstico de carcinoma epidermoide, e outros exames de imagem foram realizados para estadiamento da doença. Alguns dias após o internamento, o paciente evoluiu com náuseas, poliúria, polidipsia, fraqueza muscular e letargia. Nos exames realizados, chamava atenção um achado de cálcio total de 11,2 e albumina sérica= 2,8.
Em relação a este caso, podemos afirmar, exceto:
O paciente apresenta hipercalcemia secundária à síndrome paraneoplásica.
Os sintomas são consequentes à desnutrição e ao catabolismo proteico, decorrentes da doença neoplásica, confirmados pela hipoalbuminemia.
Hidratação e furosemida fazem parte da conduta terapêutica.
O uso de bisfosfonatos, como o ácido zoledrônico, pode ser realizado nestes casos.
Neoplasia é a causa mais comum de hipercalcemia em pacientes internados.