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Os pólipos encontrados nos doentes com retocolite ulcerativa idiopática, na maioria das vezes, são do tipo:
serrilhado.
adenomatoso.
túbulo viloso.
hamartomas.
pseudopólipos.
A constipação intestinal é uma queixa frequente nos ambulatórios de gastroenterologia e, na maioria das vezes, felizmente se trata de uma patologia de natureza funcional. Todavia é imperativo reconhecer causas secundárias de constipação intestinal, entre as quais se destaca(m)
o uso crônico de antiácidos contendo magnésio.
o tratamento de hipertensão arterial sistêmica com betabloqueadores.
a doença diverticular dos cólons.
o tratamento de asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica com teofilina.
o controle de arritmias cardíacas com verapamil.
Paciente do sexo feminino, 20 anos, interna quadro de diarreia com muco, pus e sangue e emagrecimento importante. A colonoscopia revelou pancolite severa (Escore 3 de Mayo) e a dosagem da calprotectina fecal 1100 (VR: < 50mcg/g fezes).
A esse respeito, avalie as afirmativas a seguir.
I. O diagnóstico mais provável é retocolite ulcerativa inespecífica (RCUI) e o escore 3 de Mayo corresponde à presença de ulcerações e sangramento espontâneo.
II. O diagnóstico mais provável é retocolite ulcerativa inespecífica (RCUI) e o tratamento de escolha é o cirúrgico.
III. O diagnóstico mais provável é doença de Crohn (DC) e o escore 3 de Mayo corresponde à presença de sangramento espontâneo e ulcerações.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Múltiplos fatores estão associados ao aumento do risco de câncer de pâncreas. O quadro clínico e o diagnóstico muitas vezes são inespecíficos e vagos, contribuindo para o diagnóstico tardio. A respeito do tratamento, pode-se considerar como INCORRETA a alternativa:
A quimioterapia e a radioterapia são as únicas possibilidades de cura para os doentes com câncer pancreático.
A alcoolização de raízes nervosas do tronco celíaco está associada a um melhor controle da algia dos pacientes.
Não há um consenso quanto à indicação de tratamento adjuvante.
A cirurgia, com ressecção local do tumor, é a única possibilidade de cura para os indivíduos com câncer no pâncreas.
Em relação à pancreatite crônica, é correto afirmar:
A ecoendoscopia é o exame diagnóstico inicial preferencial para todas as formas de doença, pois permite visualizar o órgão em toda a sua extensão, além de facilitar a coleta de material para histologia, quando necessário.
As provas de função pancreática auxiliam no diagnóstico das pancreatites crônicas, porém têm função complementar aos exames radiológicos, endoscópicos e à anatomia patológica.
Os sistemas TIGAR-O e M-ANNHEIM são úteis para a classificação de gravidade das pancreatites crônicas.
A cessação do etilismo é fundamental para prevenir a progressão da doença, mas tal recomendação não pode ser feita a respeito do tabagismo.
A testagem genética não deve ser realizada de forma rotineira em pancreatites crônicas sem etiologia definida, mesmo em pacientes jovens, uma vez que seus resultados raramente trarão qualquer mudança de conduta.