

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Em relação ao tratamento dos casos de tontura em pacientes idosos, assinale a alternativa correta.
O tratamento farmacológico é o mais importante, diferenciando-se sua aplicação pela fisiopatologia e com indicação de seu uso por tempo indeterminado.
Os principais fármacos utilizados são os antagonistas de receptores H2, como a meclizina e a ebastina.
Os bloqueadores dos canais de cálcio, como flunarizina e cinarizina, são excelentes medicamentos que podem e devem ser utilizados nos idosos, com poucos efeitos colaterais no tratamento.
Nos quadros agudos, devem ser usados também benzodiazepínicos para controle de vertigem e dos sintomas auditivos.
Os corticoides não têm aplicabilidade clínica em eventos de tonturas nos idosos.
No tratamento das lesões por pressão, está incorreta a seguinte associação entre fármacos e indicação:
ácidos graxos essenciais – presença de necrose.
filme transparente – proteção de pele íntegra.
hidrogel – lesão por pressão estágio I e II.
carvão ativado – quando houver infecção.
colagenose – desbridamento enzimático de crostas e tecidos necróticos.
Sobre a bacteriúria assintomática, assinale a alternativa correta.
A bacteriúria assintomática é considerada fator de risco para infecção urinária e deve sempre ser tratada.
A bacteriúria assintomática deve ser rastreada em todo idoso institucionalizado.
A Escherichia coli é a bactéria mais comumente isolada e tende a ser menos virulenta nesse contexto.
A presença de piúria é um indicativo de infecção urinária, e não de bacteriúria.
A presença de bacteriúria assintomática está associada a maior incidência de doença renal crônica e mortalidade.
Em relação ao quadro de infecção urinária no idoso, é incorreto afirmar que
o paciente se apresenta normotérmico ou hipotérmico, na maioria das infecções do trato urinário no idoso.
o principal sintoma infeccioso costuma ser rebaixamento do nível de consciência ou delirium.
a infecção urinária de repetição se caracteriza pela ocorrência de 6 ou mais episódios em 12 meses.
as infecções urinárias na população idosa costumam se manifestar de maneira atípica.
a ausência de piúria tem valor preditivo negativo de 95% para descartar infecção urinária.
Em relação ao tratamento do DPOC no idoso, assinale a alternativa correta.
Combinações de anticolinérgico de longa duração (LAMA) e beta 2 agonista de longa duração (LABA) não reduzem exarcebações comparada ao uso de corticoides inalatórios (ICS) com beta 2 agonista de longa duração (LABA).
Beta 2 agonista de longa duração (LABA) e anticolinérgico de longa duração (LAMA) não têm efeito no controle das exarcebações.
Anticolinérgico de longa duração (LAMA) tem sido mais efetivo que beta 2 agonistas de longa duração (LABA), mas não modifica os quadros de exarcebações.
Em pacientes que desenvolveram exarcebações com anticolinérgico de longa duração (LAMA) com beta 2 agonista de longa duração (LABA), o uso de corticoides inalatórios (ICS) não terá efeito.
Tiotrópio aumenta a efetividade da reabilitação pulmonar, melhorando o desempenho nas atividades físicas.
Nos pacientes idosos com mieloma múltiplo, é correto afirmar que
hipercalcemia, insuficiência renal, anemia e lesões ósseas líticas podem fazer parte da apresentação da doença.
a maioria apresenta doença não secretora, sem evidência de componente monoclonal no exame de sangue.
as lesões ósseas são caracteristicamente osteoblásticas, quando presentes.
o diagnóstico histológico somente pode ser feito pelo mielograma.
a idade cronológica deve, isoladamente, ser utilizada como parâmetro de melhor escolha da terapia oncológica.
Sobre o manejo farmacológico da insônia no paciente idoso, assinale a alternativa correta.
Antipsicóticos sedativos não devem ser usados de rotina no tratamento da insônia em idosos, a menos que o paciente tenha doença psiquiátrica que requeira tal medicação.
Em caso de uso de benzodiazepínicos, no manejo da insônia no idoso, dar preferência ao uso dos fármacos com maior meia-vida por efeito contínuo noturno.
Nos casos de insônia primária do idoso, dar preferência aos benzodiazepínicos como primeira opção de tratamento, principalmente nos casos de insônia inicial.
Em idosos usuários crônicos de benzodiazepínicos, devemos suspendê-los de forma abrupta quando o paciente regularizar o sono.
O uso de melatonina para indução do sono é seguro, eficaz e tem ampla literatura médica com evidências de benefícios no tratamento da insônia do paciente idoso.
A respeito do tratamento dos quadros de lombalgia, assinale a alternativa incorreta.
Não se aconselha repouso no leito para pacientes com dor lombar aguda.
Analgésicos, relaxantes musculares e opioides são bastante utilizados em virtude de seus efeitos sedativos, relaxantes e psicológicos.
Massagem, acupuntura, manipulação espinhal e calor local podem ser usados como terapia não farmacológica.
O uso de corticoide deverá ser realizado de forma rotineira, sempre fazendo parte do esquema de analgesia proposto, com ampla literatura médica revisionada endossando tal conduta.
Se a atividade for dolorosa ou aumentar a dor, aconselhamos os pacientes a fazer o que puderem e aumentar gradualmente a atividade conforme tolerado.
Homem de 75 anos tem diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica GOLD 3 (DPOC Grave) com 4 exacerbações nos últimos 4 meses. A prova de função pulmonar teve Volume Expiratório Forçado de 1 seg (VEF 1) de 35% do previsto e VEF1/CVF de 0,60 do previsto pós broncodilatador. Assinale a alternativa correta a respeito do tratamento indicado
Uso regular de corticosteróide inalado + broncodilatador de longa ação (beta2-agonista ou anticolinérgico)
Uso regular de broncodilatador de curta ação (beta2-agonista ou anticolinérgico)
Uso quando necessário de broncodilatador de curta ação (beta2-agonista ou anticolinérgico)
Uso quando necessário de broncodilatador de longa duração (beta2-agonista ou anticolinérgico)
Uso regular de corticosteróide oral + Beta2- agonista de longa duração
Mulher de 82 anos relata tontura quando fica em pé, com medo de cair. Tem hipertensão arterial, incontinência urinária e osteoartrite de joelhos. Utiliza: captopril (50 mg/d), hidroclortiazida (25 mg/d), paracetamol (1,5 g/d), oxibutinina (10 mg/d). Ao exame físico: Pa deitada 120/70 mmHg, Pulso = FC de 76 bpm, regular, fica em pé a partir da cadeira sem utilizar apoio, Teste time up and GO = 8 seg. Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada para avaliar o risco de queda para esta paciente.
Realizar tomografia de crânio
Mensurar pressão arterial sentada e em pé
Avaliar equilíbrio com teste de Berg
Avaliar acuidade visual
Realizar exame de Holter