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Leia:
“(...) pacientes com tal patologia apresentam menores níveis de aldosterona e, consequentemente, reabsorvem menos sódio e excretam mais potássio pelos rins. As concentrações urinárias de sódio são maiores do que 20mEq/1 e as de potássio menores do que 20mEq/1, e podem ser uma pista para esse diagnóstico. A terapêutica consiste na reposição hormonal e hidratação com salina isotônica.”
O excerto discorre sobre a:
Diabetes insipidus.
Doença de Addison.
Síndrome de Cushing.
Doença de Hashimoto.
Nefrite perdedora de sal.
Há necessidade de um foco individual na avaliação da qualidade de vida em idosos, chamando atenção para o “paradoxo da incapacidade”, ou seja, pacientes com claras disfunções ou problemas de saúde que não necessariamente apresentem baixos escores nos questionários de avaliação da qualidade de vida.
Em relação à meta de melhorar a qualidade de vida dos idosos, assinale a alternativa incorreta.
Idosos, quando hospitalizados ou residentes em instituições fechadas, estão afetados no domínio saúde mental.
Idosos que realizam hemodiálise apresentam pior qualidade de vida comparados aos mais jovens.
A qualidade de vida passou a ser um indicador da eficácia e do impacto de determinados tratamentos, da comparação entre procedimentos para o controle de problemas de saúde.
A adaptação desses instrumentos para uma enfermidade específica pode ser necessária.
Na prática clínica, o diagnóstico de insuficiência cardíaca no idoso tem como desafio o fato de os sintomas serem inespecíficos ou as frequentes comorbidades mimetizarem seu quadro clínico. Sobre o diagnóstico de insuficiência cardíaca no idoso é possível afirmar, EXCETO:
O escore H2FPEF leva em consideração dados ecocardiográficos e peptídeos natriuréticos para estabelecer o grau de probabilidade do paciente ser portador de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP).
Níveis de BNP < 35 pg/ml ou NTpro-BNP < 125 pg/ml possibilitam afastar com alto grau de certeza o diagnóstico de ICC.
A relação E/e’ ≥ 15 é um critério maior para o diagnóstico se insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) segundo o escore HFA-PEFF.
A avaliação diagnóstica inicial se dá pela análise clínica em conjunto com eletrocardiograma e radiografia de tórax, que auxiliam em estabelecer o grau de suspeição inicial do diagnóstico de insuficiência cardíaca.
Assinale a alternativa que, de acordo com a ferramenta H2FPEF, estima a probabilidade de esse paciente ser portador de uma insuficiência cardíaca de fração de ejeção preservada.
Parâmetro | Valor | Pontuação |
Hipertensão | Uso de 2 ou mais anti-hipertensivos | 1 |
Índice de massa corpórea | >30 kg/m2 | 2 |
Fibrilação atrial | Intermitente ou permanente | 3 |
Hipertensão artéria pulmonar | >35mmHg | 1 |
Idade | >60 anos | 1 |
Pressão de enchimento | E/e’>9 | 1 |
Probabilidade de 95%, pontuação na escala de 8.
Probabilidade de 50%, pontuação na escala de 8.
Probabilidade de 90%, pontuação na escala de 2.
Probabilidade de 20%, pontuação na escala de 1.
Probabilidade de 80%, pontuação na escala de 5.
Um paciente de 98 anos de idade, portador de doença de Alzheimer, DPOC dependente de O2, hipertenso, diabético e que sofre de doença renal crônica, vive em domicílio com filhos e com assistência de homecare por 24 horas. Ele permanece no leito a maior parte do tempo, com necessidade de cateter nasal de O2 contínuo e recebe dieta via gastrostomia; realiza diurese e evacuação em fraldas. Esse senhor é trazido pelos familiares à consulta com médico da família, por notarem que o paciente apresentou sonolência maior que o normal nas últimas 24 horas, além de aumento de secreção traqueal e de dois episódios de febre no dia anterior.
Acerca dessa situação hipotética, assinale a alternativa correta.
Entre as classificações de funcionalidade, tem-se a escala de ECOG, em que o paciente se enquadraria no escore zero. Sendo assim, medidas invasivas devem ser desencorajadas nessa fase de vida.
Nesse momento, o profissional deve conversar com os familiares sobre a fase de vida em que o paciente se encontra e o alto risco de óbito nas próximas semanas ou meses. Logo, deve solicitar que os familiares tomem as decisões técnicas a serem tomadas, como se há ou não indicação de intubação orotraqueal, hemodiálise e reanimação cardiopulmonar.
O paciente apresenta quadro de delirium, devendo-se transferi-lo ao pronto-socorro para que seja realizado rastreamento infecto-metabólico inicialmente, a fim de descartar causas reversíveis e tratáveis para o quadro.
Em caso de quadro infeccioso diagnosticado, deve-se iniciar teste terapêutico com antibioticoterapia e, dependendo da evolução, pode-se considerar como falha terapêutica a ausência de resposta. Nesses casos, deve-se utilizar metadona para melhorar os sintomas de dispneia, como droga de primeira escolha.
O aumento de secreção em via aérea pode ser secundária à sialorreia e à incapacidade de realizar proteção de via aérea, tendo, como opções para manejo, a realização de botox em glândulas salivares; se houver ausência de resposta, pode-se tentar atropina, propantelina e buscopan.