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Paciente de 64 anos, sexo masculino, um ano de escolaridade, semi-dependente para as atividades de vida diária básicas. Relata-se que há um ano observou-se que o paciente estava cumprimentando as pessoas com a mão esquerda, mesmo sendo destro, e que não conseguia escrever o próprio nome. Há seis meses passou a ter dificuldades de vestir-se, pois a mão direita impede a mão esquerda de realizar a tarefa de troca de vestimenta. Ao ser atendido no consultório de geriatria para cumprimentar o médico com aperto de mão, estendeu a mão esquerda e observou-se movimento de levitação da mão direita. Ao exame físico, observa-se presença de rigidez em roda denteada e bradicinesia do membro superior direito e ausência de rigidez e bradicinesia do membro superior esquerdo. Ressonância nuclear magnética encefálica com presença de atrofia cortical assimétrica da região parietal. O diagnóstico do caso clínico é:
Degeneração Corticobasal.
Doença de Corpos de Lewy.
Atrofia de Múltiplos Sistemas.
Paralisia Supranuclear Progressiva.
Mulher de 84 anos relata que mora sozinha, tem dificuldade para sair de casa devido à artrose de joelhos. Não consegue comprar seus alimentos e os remédios que toma diariamente, como analgésicos, antihipertensivos e antidiabéticos. Refere que sua única filha, que mora no mesmo bairro, passa no máximo a cada 15 dias na sua casa, em visita de 10 minutos. Assinale a alternativa correta quanto à melhor definição desta situação de acordo com a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidente e Violência.
Abandono
Abuso físico
Maus-tratos físicos
Autonegligência
Abuso psicológico
Mulher de 86 anos, com diagnóstico de D. Alzheimer há 9 anos, CDR 3/FAST 7F, encontra-se acamado, apresentando contraturas em membros superiores e inferiores, lesão por pressão grau 2 em região sacral e uso de sonda nasoenteral para alimentação. Encontra-se em uso de rivastigmina adesivo, memantina, quetiapina e sinvastatina. Nos últimos 6 meses, foi internada 2 vezes por pneumonia. Com relação ao caso apresentado acima, assinale a alternativa correta.
Os benefícios dos medicamentos utilizados permanecem nesta fase da doença, devendo mantê-los em sua prescrição
A paciente apresenta critérios para terminalidade e devemos abordar este tema durante a conversa com familiares
Está indicada gastrostomia para garantir o estado nutricional da paciente e reduzir as reinternações por pneumonia
A síndrome de imobilidade é definida pela supressão de movimentos articulares e necessidade de auxílio para transferência
A melhor opção medicamentosa para esta paciente é introduzir aducanumab como terapia específica
Homem de 57 anos é avaliado por uma história de 2 meses de dor torácica ao esforço. O exame físico e os sinais vitais são normais. O eletrocardiograma basal é normal. Durante o teste de esforço em esteira, ele desenvolve depressão do segmento ST horizontal de 2 mm nas derivações V4 a V6, associada à dor torácica, que se resolve com repouso. Os achados angiográficos coronarianos incluem: estenose distal da bifurcação de tronco de coronária esquerda de 60%, com extensão para a artéria circunflexa proximal esquerda; estenose adicional de 80% envolvendo à bifurcação da artéria descendente anterior esquerda e o primeiro grande ramo diagonal; a artéria coronária direita é longa e sem estenose significativa; a ventriculografia mostra disfunção ventricular esquerda global, com fração de ejeção de 42%.
A conduta recomendada é
indicar intervenção coronária percutânea.
recomendar terapia não invasiva com tratamento clínico otimizado.
indicar cirurgia de revascularização do miocárdio.
solicitar teste de viabilidade miocárdica.
solicitar ecocardiograma de estresse com dobutamina.
Homem de 70 anos tem o histórico de hipertensão e acidente vascular cerebral isquêmico antigo, em uso de rivaroxabana e metoprolol, e apresenta quadro de fibrilação atrial paroxística diagnosticada recentemente, que é levemente sintomática. Não há antecedentes de sangramento. Ao exame físico: pressão arterial: 128 x 74 mmHg; frequência cardíaca: 72 bpm; o restante do exame não é digno de nota. O ecocardiograma mostra átrio esquerdo aumentado e ventrículo esquerdo normal. A monitorização ambulatorial do ECG de 48 horas mostra prevalência de fibrilação atrial de 10%, com frequência ventricular controlada menor que 90/min, sem outras anormalidades.
O manuseio correto, nesse momento, é
associar propafenona.
indicar implantação de marcapasso bicameral.
trocar a rivaroxabana por varfarina e indicar controle de ritmo cardíaco.
manter as medicações e indicar controle de ritmo cardíaco.
associar amiodarona.