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Considere a situação a seguir.
Dona Josefina, 87 anos, diabética, hipertensa, possui dificuldade de deambular em decorrência de uma fratura de fêmur, ocorrida há 6 meses. Após o período de imobilização, passou a ter dificuldades para se alimentar e sair da cama, começou a usar fraldas e a só sair da cama com auxílio de andador, visto não haver cuidador ou familiar que pudesse auxiliá-la. Pelo mesmo motivo, não consegue realizar suas atividades de vida diária. Conforme relatado pelo filho que a visita uma vez na semana, dona Josefina encontra-se com lapsos de memória e dificuldade de se comunicar com as pessoas que a visitam. |
A rede de atenção à saúde da pessoa idosa demanda conhecer o perfil de funcionalidade do idoso para elaborar ações e estratégias no atendimento a essa população. De acordo com as Orientações Técnicas para a Implementação de Linha de Cuidado para Atenção Integral à Saúde da Pessoa Idosa no Sistema Único de Saúde – SUS, a estratificação dos perfis de funcionalidade para fins de cuidado apresenta 3 tipos.
De acordo com o caso de Dona Josefina, o perfil de funcionalidade que se adequa às características funcionais da população idosa é
pessoa idosa dependente de terceiros para realizar as atividades de vida diária com algum tipo de modificação (mobiliário, forma de execução, uso de lentes, órteses e próteses, entre outros).
pessoa idosa totalmente dependente de terceiros para realizar sozinha as atividades de vida diária, com declínio funcional estabelecido.
pessoa idosa com necessidade de adaptação ou supervisão de terceiros para realizar as atividades de vida diária e totalmente dependente de terceiros para realizá-las.
pessoa idosa com necessidade de adaptação ou supervisão de terceiros para realizar as atividades de vida diária, o que faz com supervisão, e considerada com risco de se tornar dependente, dadas as condições de saúde e o declínio funcional estabelecido.
pessoa idosa que realiza suas atividades de vida diária de forma independente e autônoma, sem necessidade de ajuda de terceiros, mas que precisa de algum tipo de modificação (mobiliário, forma de execução, uso de lentes, órteses e próteses, entre outros).
Homem de 75 anos vem ao consultório queixando-se de febrícula, dor e queimação no abdome.

Frente a este achado você faz o diagnóstico de
impetigo.
herpes zoster.
dermatite de contato.
dermatite herpetiforme.
herpes simples.
Um homem de 53 anos, ao atravessar a rua, é atingido por um ônibus. Socorrido, no hospital constata-se contusão cerebral e fratura exposta de perna direita. Os exames de imagem do cérebro não revelam alterações que requeiram intervenção cirúrgica; ele é submetido, então, a uma cirurgia ortopédica. No terceiro dia de internação, ainda confuso, evolui com febre e, em 3 dias, vai a óbito, com o diagnóstico de septicemia de origem pulmonar.
Assinale a alternativa que apresenta a causa básica do óbito a ser registrada na declaração de óbito.
Contusão cerebral.
Fratura exposta de perna direita.
Pneumonia.
Septicemia.
Pedestre traumatizado em colisão com um ônibus.
Mulher de 73 anos procura atendimento com queixa de vertigem episódica, de início abrupto, associada a náuseas e vômitos. Relata que os sintomas são precipitados por “rolar na cama”, inclinar-se para frente. Nega zumbido ou perda auditiva. No exame físico a pressão arterial 130x 80 mmHg deitada e 135 x 84 mmHg em pé. Presença de nistagmo rotacional.
A hipótese diagnóstica é
Vertigem Posicional Paroxística Benigna.
Doença de Ménière.
Neurinoma do acústico.
Ataque isquêmico transitório vertebrobasilar.
Hipotensão postural.
Mulher de 70 anos, caucasiana, IMC de 21Kg/m2, perímetro de panturrilha de 31 cm. Apresenta aumento da cifose torácica tendo o Rx de tórax vertebras torácicas com fratura em cunha anterior, osteófitos e hiperinsuflação pulmonar (tabagista desde os 20 anos). Relata que sua mãe faleceu após uma queda e fratura de quadril. Laboratório mostra dosagem de 25 (OH)D de 29 ng/mL.
Frente ao quadro, você
pede uma densitometria óssea para fazer diagnóstico de osteoporose.
solicita marcadores séricos de reabsorção óssea.
inicia reposição de 50.000 IU de vitamina D por 4 meses.
inicia reposição de vit D 800UI/dia associado a carbonato de cálcio 400 mg/dia.
inicia carbonato de cálcio 1000mg/dia, vit D 2000 UI/dia e bifosfonato 70 mg/semana.