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No contexto forense, a análise toxicológica consiste na detecção, identificação e, eventualmente, na quantificação de substâncias relacionadas à causa da morte/fato. Cada substância apresenta características físicas, químicas e toxicocinéticas próprias que vão determinar a forma mais adequada de detectá-las nas diferentes matrizes. Considerando o imenso universo de possíveis agentes tóxicos e a impossibilidade de uma pesquisa única para todos eles, a conduta analítica adotada consiste em usar métodos analíticos capazes de, em conjunto, abranger a detecção e identificação de um maior número possível de substâncias relevantes; empregando-se, para isso, uma combinação de ensaios imunocromatográficos para triagem, procedimentos extrativos de amplo expecto e técnicas cromatográficas acopladas à espectrometria de massas para confirmação, por exemplo. O texto acima refere-se à prática denominada:
Análise Toxicológica Sistemática.
Cromatografia em Camada Delgada Comparativa.
Interpretação Toxicológica Forense.
Procedimento Operacional Padrão de Análises.