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Considerando-se a hipótese de leucemia aguda e o quadro clínico e laboratorial apresentados, é mais provável que se trate de neoplasia de linhagem mieloide.
Certo
Errado
Sobre tipos de prevenção em oncologia, é INCORRETO afirmar que
a prevenção terciária ocorre através da detecção precoce de metástases.
a prevenção secundária é realizada no período sintomático do câncer.
a prevenção primária tem como objetivo impedir o processo de carcinogênese.
quimioprevenção tem como objetivo prevenir o câncer a partir de lesões precurssoras.
quimioprevenção utiliza fármacos para evitar o processo de iniciação da carcinogênese.
Assinale a alternativa correta com relação à conduta das lesões pré-malignas do colo uterino, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde – Instituto Nacional do Câncer em 2016.
Histologia de NIC 1 em biópsia: eletrocauterização.
Esfregaço cérvico-vaginal representativo e normal: repetir a citologia em 3 anos.
NIC 2/NIC 3 em biópsia: histerectomia.
Lesão intraepitelial escamosa de alto grau: lesão totalmente visível à colposcopia com anátomo NIC 2, indica-se a exérese da zona de transformação.
Citologia com lesão intraepitelial escamosa de baixo grau: colposcopia imediata.
A interação entre medicamentos deve ser ponto de atenção do médico oncologista. Em um paciente de 64 anos, em uso de erlotinibe e carbamazepina,
pode ser necessária a redução da dose do erlotinibe, uma vez que a cabamazepina é um inibidor de CYP3A4 e pode levar a aumento de seu nível sérico.
nesse caso, é necessária a suspensão da carbamazepina, pois a toxicidade hematológica da associação é proibitiva.
há uma grande possibilidade de aumento da toxicidade hepática, com necessidade de redução da dose do erlotinibe.
pode ser necessário o aumento da dose do erlotinibe, uma vez que a cabamazepina é um inibidor de CYP3A4 e pode reduzir seu nível sérico.
não há interação entre esses fármacos e não há necessidade de ajustes nas doses.
Mulher de 78 anos, com antecedentes de câncer de mama, em tratamento com hormonioterapia com inibidor de aromatase e denosumabe adjuvantes. Procura o serviço médico por quadro de perda de força em membros inferiores, com piora progressiva há duas semanas. Reside em um sobrado e tem tido dificuldade progressiva para subir as escadas. Há um dia não consegue subir. Nega quedas ou traumas. Refere que, há cerca de dois meses, tem apresentado dor lombar e que vem fazendo uso de dipirona e relaxante muscular, atualmente sem melhora da dor com essa medicação. Está com consulta marcada com seu oncologista para daqui a duas semanas.
Nesse caso,
a paciente deve ser encaminhada para consulta ambulatorial com ortopedista, pela possibilidade de fratura por insuficiência de vértebra.
deve ser solicitada ressonância magnética de crânio para a avaliação de metástases em sistema nervoso central.
deve ser solicitada imediatamente tomografia computadorizada ou, preferencialmente, ressonância magnética da coluna, para elucidação diagnóstica.
a paciente pode ter alta do pronto-socorro com codeína e paracetamol, com a orientação de relatar o quadro para seu oncologista.
deve ser solicitado RX de coluna. Se normal, a paciente deve ser encaminhada para investigação ambulatorial.