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Existem duas características na marcha da criança com paralisia cerebral espástica de origem diplégica, quadriplégica ou paraplégica. São elas:
marcha com joelho rígido e pé equino
marcha de Trendelenburg com circundução dos quadris e pé equino.
marcha em agachamento e joelho recurvatum.
marcha com joelho rígido e joelho recurvatum.
Qual dos fatores abaixo não é fator de risco para o desenvolvimento de osteoporose?
Atividade física inadequada.
Diabetes mellitus.
Déficit de visão.
Demência.
Baixa ingesta de fósforo.
Sobre o hálux valgo, assinalar a alternativa CORRETA.
Ao exame físico, encontram-se calosidades, mas não dor à mobilização da articulação metatarsofalangiana do hálux.
Em relação à etiologia do quadro, pode-se afirmar que as causas são somente extrínsecas, envolvendo o uso de calçados muito apertados e o uso do pé em posições que promovem sobrecarga crônica.
Trata-se de uma deformidade reversível do antepé, caracterizada pelo desvio lateral do hálux e pelo desvio medial do primeiro metatarsal.
A prova de McBride avalia o grau de retração das estruturas articulares laterais, podendo ser útil na avaliação desses pacientes.
Sobre a osteoporose, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) A osteoporose é caracterizada por baixa massa óssea, ruptura da microarquitetura e fragilidade esquelética, resultando na diminuição da resistência óssea e no aumento do risco de fratura.
( ) A fratura vertebral é a manifestação clínica mais comum da osteoporose. A maioria destas fraturas é assintomática e geralmente são diagnosticadas como achado incidental na radiografia de tórax ou abdômen.
( ) Na ausência de fratura por fragilidade, a avaliação da densidade mineral óssea por absorciometria radiológica de dupla energia (DXA) é o teste padrão para diagnosticar a osteoporose, de acordo com a classificação da Organização Mundial da Saúde. Um escore T DXA ≤ -2,5 é consistente com osteopenia, enquanto um escore T entre -1 e -2,5 é baixa massa óssea (osteoporose).
C - C - C.
C - C - E.
C - E - C.
E - C - C.
A dor lombar constitui uma causa frequente de morbidade e incapacidade, perdendo apenas para a cefaleia na escala dos distúrbios dolorosos que levam os pacientes à procura de atendimento médico. Acerca do tratamento medicamentoso das lombalgias e lombociatalgias, é correto afirmar:
Relaxantes musculares, como carisoprodol e ciclobenzaprina, não se mostram uma opção no tratamento da lombalgia aguda, não demonstrando eficácia superior ao placebo.
Calcitonina é recomendada apenas nos casos de fratura osteoporótica tardia, sem componente doloroso e na fase de recuperação/consolidação cirúrgica.
Opioides são uma opção nas lombalgias crônicas, mesmo quando não associadas à depressão.
Anti-inflamatórios não-hormonais (AINHs), na prática clínica, são os medicamentos mais empregados. Dependendo da dose utilizada, a intervalos regulares, têm efeitos analgésicos e anti-inflamatórios. Todas as classes de anti-inflamatórios podem ser úteis no tratamento da lombalgia.
Antidepressivos tricíclicos não são recomendados na lombalgia crônica, pelo risco da dependência química; quando usados por tempo prolongado. São uma opção no tratamento da lombalgia e lombociatalgia agudas e em casos muito restritos.