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A amostra do estudo é o conjunto da população acessível que de fato participa do estudo.
Durante o desenvolvimento desse tipo de estudo clínico, a liberação de resultados dos exames aos sujeitos participantes e sua discussão com o pesquisador quebram a estratégia de proteção de confidencialidade exigida na regulamentação dos protocolos de pesquisa.
É permitido ao investigador realizar mudança no protocolo com o objetivo de prevenir perigo(s) imediato(s) aos sujeitos do estudo sem prévia aprovação ou parecer favorável do CEP.
Auditoria consiste na ação das autoridades regulatórias ao realizar uma revisão oficial dos documentos, instalações, registros e de qualquer outro recurso que as mesmas considerem estar relacionados com o estudo clínico e que possam ser localizados no centro de pesquisa onde se realiza o estudo, nas instalações do patrocinador ou da organização de investigação por contrato ou em outros lugares que as autoridades regulatórias considerem apropriados.
Estudos de fase II ocorrem em diversos países com o intuito de obter respaldo científico para submissões regulatórias no mercado global.
Avaliação da associação entre tabagismo e câncer de pulmão em diferentes estados brasileiros é um exemplo de estudo ecológico.
Em estudos clínicos de caráter cego, o sistema de codificação do produto investigacional deverá incluir um mecanismo que permita uma rápida identificação do produto em caso de ocorrência de uma emergência. A partir dessa hipótese de emergência, o caráter cego dos demais sujeitos de pesquisa pode ser quebrado.
Estudo de fase I, que tenha como experimentação drogas para o tratamento do câncer, deve, necessariamente, abranger cerca de vinte a oitenta voluntários sadios, sendo tal estudo clínico denominado estudo de fase IB.
É considerado um evento adverso (EA) apenas a ocorrência médica indesejável e imprevista, sofrida por um sujeito de pesquisa, relacionada a qualquer dose do produto farmacêutico sob investigação, e que determine o óbito ou represente risco imediato de morte do sujeito participante do estudo, exija hospitalização do sujeito ou prolongamento da internação já existente, ou resulte em incapacitação ou invalidez, malformação ou anomalia congênita.
A partir da homologação de resolução do Conselho Nacional de Saúde, determinou-se a legitimidade da utilização de placebo em grupo-controle quando o estudo possuir finalidade confirmatória terapêutica em caso de doença crônicodegenerativa, ainda que diante da existência de método terapêutico comprovado.
No estudo transversal, as variáveis são todas medidas de uma única vez, sem distinção estrutural entre as preditoras e as de desfecho.
Segundo portaria do CVS, é dever dos profissionais de saúde relatar qualquer manifestação clínica suspeita de ser uma RAM.
Quando as características de populações ou fenômenos são descritas, ou se estabelecem as relações entre variáveis, tem-se uma pesquisa descritiva em que a coleta de dados é feita basicamente a partir de um levantamento.
curva dose-resposta ou curva dose-dependente, uma vez que são investigações clínicas com escalonamento de dose e que avaliam, entre outros parâmetros, a dose máxima tolerada. Por esse motivo, devem ser realizados em variados grupos de pacientes, com a finalidade de determinar o risco ou benefício a curto e longo prazo das diferentes concentrações do produto farmacêutico em estudo.