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Entre os pacientes com esclerodermia sistêmica, assinale a alternativa que apresenta o parâmetro mais indicativo de progressão para hipertensão pulmonar e requer monitoramento rigoroso.
Capacidade Vital Forçada (CVF) estável com declínio na capacidade de Difusão de Monóxido de Carbono (DLCO).
Aumento da pressão sistólica da artéria pulmonar em ecocardiograma transtorácico sem sinais de disfunção ventricular esquerda.
Presença de Anticorpos Antinucleares (ANA) em títulos elevados.
Elevação leve da pressão arterial sistêmica.
Caso clínico: homem de 27 anos, sem comorbidades conhecidas, apresenta dor torácica súbita e dispneia. No exame físico, murmúrio vesicular está abolido no hemitórax direito. Ultrassonografia pulmonar revela ausência do deslizamento pleural e presença do “sinal da estratosfera” no lado direito. Qual é a conduta inicial?
Administração de oxigênio e observação clínica.
Drenagem torácica imediata com selo d’água.
Solicitar angiotomografia de tórax para confirmação diagnóstica.
Realizar broncoscopia para avaliar via aérea.
Solicitar dosagem de D-dímero.
Caso clínico: Mulher de 73 anos, tabagista, portadora de DPOC, é internada com diagnóstico de exacerbação infecciosa. Recebe oxigênio suplementar por cateter nasal. Gasometria arterial: pH 7,31, PaCO2 55 mmHg, PaO2 65 mmHg. Após 2 horas, apresenta sonolência e piora do desconforto respiratório.
Qual o próximo passo mais adequado?
Ajustar a suplementação de oxigênio para manter SpO2 ≥ 96%.
Iniciar ventilação não invasiva (VNI).
Prescrever corticoides sistêmicos em alta dose.
Intubar imediatamente e iniciar ventilação mecânica invasiva.
Suspender o uso de oxigênio suplementar.
Sobre as capacidades pulmonares, é correto afirmar que:
a capacidade inspiratória é a soma do volume corrente e o volume de reserva inspiratório;
a capacidade vital é igual a soma do volume de reserva expiratório e o volume residual;
a capacidade pulmonar total equivale à soma entre volume de reserva inspiratório, o volume corrente e o volume de reserva expiratório;
a capacidade residual funcional é o volume máximo até o qual os pulmões podem ser expandidos com o máximo de esforço possível;
a capacidade residual funcional equivale à soma entre volume de reserva inspiratório, o volume corrente e o volume de reserva expiratório.
A DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) é um conjunto de doenças respiratórias, como bronquite crônica e enfisema pulmonar, que bloqueiam as vias aéreas e dificultam a respiração. Os principais sintomas de DPOC são, EXCETO:
Tosse constante; Catarro de cor clara, branca, amarela ou esverdeada; Respiração rápida e ofegante;
Sensação de ruído ou chiado no peito ao respirar; Pigarro; Falta de ar durante esforços;
Produção de muito catarro, principalmente pela manhã; cãibra; anorexia;
Cansaço; Perda de peso.