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Em pessoas que têm asma, as vias aéreas estreitam-se em resposta a estímulos (desencadeadores) que normalmente não afetam as vias aéreas em pessoas sem asma. Tais desencadeadores incluem, EXCETO:
Alérgenos.
Aspirina.
Exercício.
Sono.
Lactente de 9 meses de idade apresenta tosse, coriza e dificuldade respiratória progressiva há 3 dias. O exame físico revela taquipneia, sibilos difusos e retrações subcostais. A saturação de oxigênio em ar ambiente é de 92%. A história clínica e os achados físicos são consistentes com um diagnóstico de bronquiolite.
Assinale a alternativa CORRETA. Considere as opções de tratamento com base nas diretrizes atuais e na gravidade dos sintomas do paciente. Qual das seguintes opções é apropriada para o manejo deste paciente?
Administração de antibióticos empiricamente.
Início de corticosteroides inalatórios.
Administração de suplementação de oxigênio e suporte de hidratação.
Uso de broncodilatadores nebulizados.
Introdução de antivirais específicos.
A exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é um evento agudo no curso da doença com piora dos sintomas crônicos que vão além da variabilidade diária basal do paciente. Sobre esses eventos agudos, assinalar a alternativa INCORRETA:
O fator de risco mais importante para uma exacerbação na DPOC é o histórico de exacerbações anteriores.
Entre as causas mais frequentes estão as infecções virais e bacterianas, podendo ainda haver coinfecções.
A insuficiência cardíaca, o tromboembolismo pulmonar e a pneumonia são diagnósticos diferenciais.
Os corticosteroides sistêmicos são contraindicados, pois podem aumentar a mortalidade.
Das situações a seguir, a Broncoscopia é NÃO indicada como exame de primeira escolha:
Hemoptise maciça.
Suspeita de câncer de pulmão.
Aspiração de corpo estranho em via aérea.
Doença pulmonar intersticial com padrão fibrótico.
Avaliação de dor pleurítica.
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma condição respiratória frequentemente diagnosticada em pacientes tabagistas ou ex-tabagistas.
Sobre os critérios para diagnóstico da DPOC, qual alternativa está CORRETA?
Relação VEF1/CVF reduzida (< 0,7) após broncodilatador.
Melhora significativa do VEF1 após broncodilatador.
Diagnóstico baseado, exclusivamente, em sintomas, sem necessidade de espirometria.
O achado de enfisema na tomografia é essencial para o diagnóstico.
É necessário exame histopatológico para confirmação.