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A conduta no câncer de pulmão envolve vários aspectos, que variam de acordo com as condições clínicas da doença, como, por exemplo:
a ressecção cirúrgica é possível no caso de síndrome de veia cava superior, realizada de acordo com as condições clínicas do paciente
a radioterapia pós-operatória tem vantagens substanciais sobre a cirurgia exclusiva, exceto no caso de carcinomas escamosos de lobos superiores
a detecção de linfonodos pequenos comprometidos durante a exploração transoperatória do mediastino indica a realização de terapia adjuvante
o PET-CT (tomografia por emissão de prótons) é o método de escolha para identificar metástases no caso de lesão suprarrenal > 2cm de diâmetro
a cirurgia de ressecção pulmonar é formalmente indicada em pacientes portadores de carcinoma de não pequenas células, nos estádios III-B e IV do sistema TNM
Com relação à crise aguda de asma, na emergência:
A aminofilina é a principal medicação no tratamento da asma aguda.
O sulfato de magnésio diminui as taxas de internação e melhora a função pulmonar em pacientes com asma grave.
A adrenalina subcutânea é uma ótima opção broncodilatadora.
Os corticóides inalatórios são indicados em doses elevadas e associados ao beta-2-agonistas de longa duração.
Com relação ao tromboembolismo pulmonar (TEP), podemos afirmar:
A gravidade do TEP independe da apresentação hemodinâmica.
D-dímero é um produto de degradação da fibrina (PDF) com alto valor preditivo positivo para TEP.
O escore PERC (pulmonare embolism rule-out criteria) pode ser realizado em pacientes de baixo risco (critérios de Wells) para descartar a suspeita de TEP.
São exames de valor prognóstico para TEP o D-dímero, troponina, BNP e ecocardiograma transtorácico.
Sobre as características clínicas da asma, assinale a alternativa INCORRETA:
Um padrão de sintomas respiratórios que ocorre após a exposição a fatores desencadeantes (por exemplo, alérgenos, exercícios, infecção viral) e remite com a evitação de fatores desencadeantes ou medicação para asma é típico de asma.
Embora seja uma doença comum na infância, muitas crianças apresentam remissão dos sintomas da asma na época da puberdade, com potencial recorrência anos depois.
Embora haja diversos fatores ambientais e ocupacionais relacionados com a asma, não existem fatores genéticos associados à doença.
A asma pode se desenvolver em qualquer idade.
Os testes de função pulmonar mais úteis no diagnóstico de asma são a espirometria pré e pós-broncodilatador, teste de broncoprovocação e monitoramento de pico de fluxo expiratório.
Paciente feminina de 21 anos com diagnóstico prévio de asma brônquica desde a infância está em tratamento com beclometasona inalatória na dose diária de 500mcg. Há 3 meses, vem necessitando do uso de salbutamol inalatório diariamente para alívio de crises de tosse e despertares noturnos por dispneia e sibilância. Tais sintomas vêm atrapalhando suas atividades de vida. A melhor conduta para atingir o controle da asma desta paciente é associar qual das medicações abaixo?
Um broncodilatador beta2-adrenérgico inalatório de ação prolongada (LABA), como o formoterol.
Um antileucotrieno por via oral, como montelucaste.
Um broncodilatador antimuscarínico de ação prolongada inalatório (LAMA), como tiotrópio.
Um anticorpo monoclonal anti-IgE subcutâneo, como omalizumabe.