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O paciente apresenta síndrome hepatorrenal tipo 1, que
pode ser constatada em virtude da falência renal de
instalação mais lenta e a creatinina sérica superior a 1,5
mg/dL, condição clínica cujo diagnóstico é pior.
Na amiloidose derivada de b2 microglobulina, os níveis
séricos de b2 microglobulina podem atingir valores até
60 vezes mais elevados em pacientes diáliticos, sendo
importante a distinção entre pacientes com e sem
amiloidose.
Uma forma rápida de tratar a hipercalemia é estimular a
eliminação de potássio, por meio dos rins ou via TGI,
com administração de insulina ou agonista
beta2-adrenérgico.
As principais medidas diagnósticas para diferenciar a
LRA pré-renal da LRA renal são a urinálise, o teste de
reposição volêmica e a fração de excreção de sódio
(FENa), sendo a FENa, na LRA intrínseca, > 2%.
A anemia, em pacientes com doença renal policística,
pode se apresentar com níveis de hemoglobina maiores
do que em pacientes com grau semelhante de disfunção
renal, podendo esses pacientes, ocasionalmente,
desenvolver policitemia.
Caso otimizem-se as metas pressóricas e glicêmicas da
paciente com exame de fundo de olho sem retinopatia
diabética, mas com progressão de proteinúria, devem
ser aventados os diagnósticos de gamopatia monoclonal
e glomerulonefrite por lesões mínimas.
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O maior fator de risco responsável pela falência renal em
cirrótico é a peritonite bacteriana espontânea (PBE), que
corresponde a cerca de 30% dos casos de falência renal.