

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Paciente de nove meses, com história de enterocolite necrosante e ressecção intestinal extensa no período neonatal, com intestino remanescente jejunal de 40cm, com diâmetro de luz intestinal de 2cm, jejunostomia com alto débito, cólon preservado, em uso de nutrição parenteral contínua de 24h com acesso em veia subclávia direita, apresenta trombose em veia jugular esquerda. Função hepática sem alterações. Apresentou dois episódios de infecções de corrente sanguínea associadas ao cateter venoso central. Em uso de dieta com fórmula de aminoácidos 10mL por via oral de 3/3h; z-score de peso/idade e estatura/idade -1. A melhor conduta para o caso é
indicar transplante de intestino isolado.
reconstruir o trânsito intestinal, ciclar a nutrição parenteral e aumentar a dieta enteral.
alongar o intestino com técnica de step.
aumentar a dieta enteral e iniciar metronidazol para tratamento de supercrescimento bacteriano.
indicar transplante multivisceral.
Qual dos fatores listados a seguir NÃO está associado a complicações da veia porta, após transplante hepático infantil?
Tamanho da veia porta do receptor >5mm.
Uso de enxertos reduzidos.
Rotação do enxerto.
Esplenectomia anterior.
Uso de condutos venosos para reconstrução da veia porta.
Criança com 1 mês de idade possui histórico de gastrosquise ao nascimento com correção cirúrgica e sutura completa de parede abdominal, sem ressecção intestinal e sem ostomias. Evoluiu com dificuldade alimentar, distensão abdominal e vômitos pós-alimentares. No exame de trânsito intestinal, não se constata obstrução anatômica. Em uso de nutrição parenteral total, sem dieta enteral. Nasceu com 37 semanas de idade gestacional, peso 2.500g. Atualmente com peso 2.800g, Hb 9.5 g/dL, Bilirrubina total 3.0mg/dL, Bilirrubina direta 2.8mg/dL, AST 95 U/L, ALT 110 U/L, gamaGT 450 U/L, Fosfatase alcalina 750 U/L, INR 1.2, Albumina 3.2g/dL, Triglicérides totais 150mg/dL, Creatinina 0.3mg/dL, Glicemia 95mg/dL, eletrólitos normais. Assinale a alternativa INCORRETA em relação a esse caso.
Alimentação enteral mínima pode melhorar a colestase e deve ser iniciada o mais rápido possível.
Dismotilidade intestinal é complicação frequente e ocorre devido à exposição das alças intestinais ao líquido amniniótico na fase intraútero.
O tempo de uso de nutrição parenteral não deve ultrapassar quatro semanas, pois não houve ressecção intestinal.
Solução parenteral de lipídios composta por óleo de soja, óleo de coco, óleo de oliva e óleo de peixe pode melhorar a toxicidade hepática da nutrição parenteral.
Ácido ursodesoxicólico pode ser utilizado para melhorar a colestase.
Considere as afirmações abaixo em relação ao transplante intestinal e multivisceral.
I - Os anticorpos específicos de doadores (DSA) estão presentes em aproximadamente 25% dos pacientes pós-transplante e estão associados com rejeição crônica.
II - As complicações mais frequentes são rejeição aguda e crônica, infecções e efeitos adversos da imunossupressão.
III - A incidência de rejeição aguda do componente intestinal do transplante multivisceral ou do transplante combinado fígado-intestino é menor em comparação ao transplante de intestino isolado.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
I, II e III.
Assinale a afirmação INCORRETA sobre a atuação da válvula ileocecal (VIC).
Previne que bactérias da flora colônica migrem para o intestino delgado e provoquem inflamação da mucosa ileal.
Retarda passagem do conteúdo intestinal para o cólon, favorecendo sua absorção.
A perda da VIC pode determinar, como efeitos adversos, diarreia e esteatorreia.
Em crianças com síndrome do intestino curto, a perda da VIC acarreta efeito prognóstico desfavorável, tanto que crianças submetidas a ressecções intestinais extensas, com retirada VIC, não sobrevivem se tiverem menos de 60cm de intestino delgado.
A perda da VIC é bem tolerada em crianças sem síndrome do intestino curto ou doença de Crohn.
No transplante hepático infantil, a incidência de algumas complicações cirúrgicas é mais frequente com o uso de enxertos reduzidos, bipartidos ou intervivos em comparação com enxertos inteiros, com EXCEÇÃO de
trombose de veia porta.
estenose de veia porta.
estenose biliar.
trombose da artéria hepática.
estemose da veia cava inferior.