Na agenesia renal unilateral, a glândula adrenal ipsilateral
encontra-se em uma posição mais inferior que o normalmente
encontrado em pacientes sem essa patologia.
Se for constatada excessiva disseção ureteral nesse paciente,
deverá ser feita a reconstrução do trato urinário com
ureteroureteroanastomose intubada (com cateter duplo-J ou
duplo pigtail).
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Dispensa-se a ampliação da laparotomia mediana supra e
infraumbilical com esternotomia, uma vez que é desnecessária
a abordagem cardíaca no caso mencionado.
Considerando-se as características da lesão, citadas no caso
clínico, a conduta inicial indicada para o referido paciente é a
vigilância ativa com exames de imagem sequenciais.
Lesões traumáticas extraperitoneais da bexiga devem ser
exploradas quando houver lesão do colo vesical, presença
de fragmentos ósseos na parede vesical, lesão retal associada
ou, ainda, quando a lesão for penetrante.
Na fila de espera para transplante de rim, considera-se a ordem
cronológica de inclusão dos pacientes, porém prioriza-se
aquele paciente com dificuldade de acesso venoso para
hemodiálise.
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No período pós-operatório de transplante renal, a presença de
anúria súbita, hematúria, dor local e o aumento de volume do
enxerto são características de cálculo ureteral impactado no
enxerto renal.
Não se deve puncionar a coleção, mesmo com diagnóstico
concomitante de hidronefrose grau II do rim transplantado,
pelo risco de contaminação da coleção ou fistulização para a
pele.