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Baseado em estudos com grau forte de evidência e de...

Baseado em estudos com grau forte de evidência e de recomendação e nos quais o efeito benéfico do tratamento é bem maior que o risco, a Diretriz Brasileira de Obesidade (2016) recomenda como tratamento alimentar a ser administrado/ feito para controle da obesidade, dietas


A

ricas em gordura e pobres em carboidrato, dieta do índice glicêmico, jejum intermitente, dieta sem glúten e dieta sem lactose.


B

hipocalóricas (<800 kcal por dia) usadas em circunstâncias muito limitadas, com internação, supervisão e monitorização do paciente, devido à perda rápida de peso que pode levar a complicações de saúde.


C

hipolipídicas, dieta DASH e dieta com gorduras modificadas tipo do mediterrâneo, que podem levar a diferentes melhoras de fatores de risco cardiometabólicos.


D

compostas de 20% a 30% de gorduras, 55% a 60% de carboidratos e 15% a 20% de proteínas, promovendo um déficit de 500 a 1.000 kcal/dia.