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A contagem de carboidratos, utilizada desde 1935, passou a ser recomendada como mais uma ferramenta de apoio nutricional aos pacientes com Diabetes mellitus a partir de 1997 no Brasil, sendo que atualmente vários grupos a utilizam.
Quanto à contagem de carboidratos, é correto afirmar:
A contagem de carboidratos pode ser utilizada apenas por portadores de diabetes do tipo 1 em terapia insulínica convencional e por diabéticos do tipo 2 em uso de insulina.
Alimentos proteicos e lipídicos são fontes exógenas de glicose, influenciando diretamente na elevação da glicemia. Assim, devem ser considerados na contagem de carboidratos apenas quando ultrapassarem as recomendações nutricionais estabelecidas para os mesmos.
Para a contagem de carboidratos, o nutricionista deve estabelecer um plano alimentar prescrevendo a quantidade exata de carboidratos diários que corresponda à quantidade de unidades de insulina diária prescrita pelo médico.
Normalmente 1 unidade de insulina cobre 15 g de carboidrato. Devido a isso é recomendada a ingestão de no máximo 15g de carboidratos nos lanches entre as refeições para que não seja necessário o uso de insulina nesses momentos.
A contagem de carboidratos tem como objetivo otimizar o controle glicêmico em função de menores variações das glicemias pós-prandiais.