

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O processo de envelhecimento está associado a progressivas mudanças na composição corporal e no estado nutricional do idoso e ocasionam impactos sobre a saúde desse grupo etário.
Com base no exposto, qual a alternativa correta?
A baixa ingestão de cálcio e vitamina D é um fator de risco importante para o desenvolvimento da osteoporose no idoso, caracterizando-se pela perda progressiva da massa óssea e redução da resistência óssea, sendo mais frequente nos homens.
Devido à redução da capacidade de filtração glomerular, comum no processo do envelhecimento, a prescrição proteica deve sempre ser cautelosa e nunca ultrapassar 1,2 g de proteína por kg/dia, mesmo em idosos com baixo peso ou desnutrição.
A perda de peso, voluntária ou involuntária, deve ser cuidadosamente avaliada, pois nessa população a perda de massa magra aumenta a probabilidade de fragilidade e dependência, interferindo negativamente na morbidade e mortalidade.
A partir da terceira década de vida inicia-se substituição de massa muscular por tecido adiposo, com perda de aproximadamente 0,3kg/ano de massa magra e aumento equivalente de massa gorda que será distribuída proporcionalmente em todo corpo.
A baixa ingestão hídrica, secundária à redução da capacidade de percepção da sede, poderia ser um fator de risco importante para a desidratação no idoso; entretanto, o aumento na capacidade de retenção de fluídos é fator fisiológico compensatório, reduzindo a incidência de desidratação nesse grupo etário.