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A combinação de baixo peso na infância, deficiências de micronutrientes (ferro, vitamina A e zinco) e amamentação abaixo do ideal responde por 7% das mortes e 10% do volume total de doenças. Acerca da deficiência de vitamina A, é CORRETO afirmar:
A DVA é um grave problema de saúde pública, sua prevalência é particularmente alta em regiões como a Ásia, África e América Latina e o Brasil foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela OPAS como área de carência subclínica leve.
A reduzida ingestão de lipídios (que aumentam a biodisponibilidade da vitamina e provitamina A), alta prevalência de infecções, falta de saneamento ambiental e de água tratada, condições socioeconômicas desfavoráveis e tabus alimentares que aumentam a demanda ou interferem na ingestão e metabolização da vitamina A pelo organismo são os principais fatores etiológicos da DVA.
Episódios de infecções graves ou prolongados podem afetar os estoques hepáticos de vitamina A, devido à redução da ingestão alimentar, diminuição da absorção, aumento da utilização biológica e excreção urinária anômala de retinol sérico.
As evidências apontam para efeitos positivos da suplementação de vitamina A na redução do risco geral de morte e mortalidade relacionada à diarreia, ao sarampo e à doença respiratória.
A desnutrição energético-proteica resulta da deficiência funcional de vitamina A; Os sinais clínicos de xeroftalmia ocorrem quando as reservas hepáticas de vitamina A forem exauridas.