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A Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) vem sendo realizada desde 2006 em todas as capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Os resultados apontam a frequência, a distribuição e a evolução dos principais fatores que determinam as doenças crônicas não transmissíveis no país.
Com base nos resultados do levantamento sobre a frequência de sobrepeso e obesidade (2016), é correto afirmar que:
O excesso de peso tendeu a diminuir com a idade até os 64 anos.
Entre as mulheres, a frequência de excesso de peso aumenta com o aumento do nível de escolaridade.
A frequência de obesidade aumenta com o aumento da escolaridade.
No conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos obesos foi de 10,5 %, sendo maior entre mulheres do que entre homens.
No conjunto das 27 cidades, a frequência de excesso de peso foi de 53,8%, sendo maior entre homens do que entre mulheres.