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O guia alimentar da população brasileira indica que os alimentos ultraprocessados “enganam” os dispositivos de que nosso organismo dispõe para regular o balanço de calorias. Em essência, esses dispositivos (situados no sistema digestivo e no cérebro) são responsáveis por fazer com que as calorias ingeridas por meio dos alimentos igualem as calorias gastas com o funcionamento do organismo e com a atividade física. Dessa forma tendemos, sem perceber, a ingerir mais calorias do que necessitamos, podendo gerar um quadro de obesidade. Todas as alternativas sobre os ultraprocessados são corretas, exceto:
Os ultraprocessados acrescentam açúcares, gordura, sal e diversos aditivos para que sejam extremamente saborosos. A publicidade utilizada chama muita atenção para o fato de que são “irresistíveis”. Isso faz com que aumente o consumo deles.
A maioria dos alimentos ultraprocessados é formulada para ser consumida em qualquer lugar e sem a necessidade de pratos, talheres e mesas. Pela praticidade o seu consumo é aumentado.
A manufatura, distribuição e comercialização de alimentos ultraprocessados são potencialmente danosas para o ambiente e, conforme a escala da sua produção, ameaçam a sustentabilidade do planeta.
A publicidade em cima dos ultraprocessados indicam um falso sentido de alimentação saudável. Diante dessas campanhas, as culturas alimentares genuínas passam a ser vistas como desinteressantes, especialmente pelos jovens.
A forma que as empresas de ultraprocessados são gerenciadas afetam de forma positiva em apenas uma questão que é na geração de empregos. Isso pode aumentar o capital envolvido na indústria e auxiliar no avanço para a saúde pública do país.