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De acordo com a Política Nacional de Alimentação e Nutrição, a segurança alimentar é compreendida como o acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem compreender o acesso a outras necessidades essenciais. Em muitas comunidades, é comum que o cenário de famílias que possuem um ente com deficiência seja de vulnerabilidade, uma vez que a mãe/responsável precisa interromper seu trabalho remunerado para dedicar-se aos cuidados dessa pessoa, o que pode comprometer a segurança alimentar da família. Qual alternativa apresenta uma prática adequada para esta situação?
Uma vez identificada a insegurança alimentar, a família deve ser encaminhada ao serviço de assistência social, já que somente esses profissionais poderão auxiliá-los.
Avaliar a habilidade funcional na preparação de alimentos e no ato de se alimentar e, caso seja necessário, suplementar a ingestão de proteínas.
Promover a integração entre diferentes setores para acesso a programas de assistência alimentar, geração de renda, inclusão social e apoio assistencial.
Oferecer orientações específicas voltadas às demandas nutricionais da pessoa com deficiência, com intuito de garantir resultados clínicos melhores.
Evitar educação alimentar e nutricional sobre grau de processamento de alimentos, uma vez que alimentos ultraprocessados são mais baratos e podem garantir a disponibilidade de comida na casa.