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Em relação ao manejo de pacientes com pancreatite aguda, a Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente Grave (2023) afirma corretamente que
a via digestiva não deve ser selecionada como primeira escolha para a terapia nutricional, pela gravidade do quadro clínico.
probióticos devem ser usados de maneira rotineira, em casos graves, como forma de repor a microbiota intestinal.
na pancreatite aguda grave, o uso rotineiro de formulações hidrolisadas (oligoméricas ou elementares) não está recomendado.
o uso do aminoácido glutamina, com vistas à redução de complicações infecciosas, é recomendado em quantidades de 1 a 1,5 g/kg/dia.